quinta-feira, 17 de abril de 2014

CPI já, por Ricardo Noblat

Por que Lula aconselhou Dilma a impedir por todos os meios possíveis a instalação da CPI da Petrobras?

Porque a série de escândalos que enlameia a imagem da Petrobras data da época em que o presidente da República era ele, Lula.

Um dos escândalos foi a compra da refinaria Pasadena, nos Estados Unidos, por um preço absurdo.

- Hoje, olhando aqueles dados, não foi um bom negócio. Isso é inquestionável do ponto de vista contábil – disse há pouco, em depoimento no Senado, Graça Foster, presidente da Petrobras.
Graça Foster
Foto: Andrea Coelho / Agência O Globo

Foster repetiu também que Dilma informou ao jornal O Estado de S. Paulo: o Conselho de Administração da estatal aprovou a compra de Pasadena sem saber de cláusulas importantes do contrato.

A presidente do Conselho de Administração era Dilma. No mínimo, ela e os demais conselheiros foram imprudentes ao aprovarem às pressas um negócio de tal porte.

O depoimento da Foster, ainda em curso, não contribui para tornar desnecessária a CPI da Petrobras – antes pelo contrário.


VEJAM UMA MÉDICA CUBANA X-MEN!


Vemos nessa foto a primeira médica cubana com superpoderes!
Kenia Rivero Martinez está auscultando o paciente com o estetoscópio fora das orelhas!
Ela veio da academia médica dos X-Men de Cuba!
Viu como Sr Padilha está certo? Podemos confiar nos pseudo-médicos cubanos!
A população de Campo Mourão estará bem assistida a partir de agora!
fonte:https://www.facebook.com/prefeitura.d.campomourao/

CARTA ABERTA AOS BRASILEIROS

“Estamos à beira do perigo de um governo autoritário, 
que vai passar por cima, como já está passando, 
da Constituição e das leis”. (Hélio Bicudo, fundador do PT)
O Grupo Terrorismo Nunca Mais – TERNUMA, associado ao segmento esclarecido da sociedade, solidariza-se com as Forças Armadas, em repúdio à forma falsa e ardilosa com que têm sido transmitidos à Nação os fatos que antecederam a crise política-institucional de 31 de março de 1964 e suas conseqüências para o Brasil.
O ataque à imagem dos militares parece ser pré-condição para o sucesso de uma nova tentativa de empolgar o poder pelo comunismo de sempre, agora travestido de bolivarianismo, uma mutação estranha à índole e aos costumes do povo brasileiro.
A maquinação das vulnerabilidades eleitorais democráticas não é suficiente para ocultar a intenção maquiavélica de aqui implantar um modelo massificante, que destrói a liberdade e a autonomia do indivíduo, transformando nações inteiras em prisões coletivas, como a que flagela o povo cubano e que se ensaia na Venezuela.
A dissensão ora propagada é fruto da inconformidade dos que sucumbiram em 1964, tendo adotado o terrorismo e a violência contra a sociedade, para chantagear o governo. A História mostrou que essas insanidades foram perpetradas para transformar o Brasil em uma “ditadura do proletariado”. Essa constatação é acessível na literatura e até mesmo na historiografia da esquerda honesta, e na internet, para a pesquisa dos que se interessam por ela.
A isenção da imprensa e a liberdade de expressão são requisitos essenciais à liberdade. A difusão de meias verdades, financiada com dinheiro público, e o constrangimento a que são submetidas as opiniões que contraditam a propaganda oficial, são artifícios fascistas de uma cultura autoritária que explora a mídia.
Desta forma, os intolerantes buscam impor uma hegemonia facciosa a todo o povo, mascarando seus pontos de vista em conceitos “politicamente corretos”. Esquecem, imprudentemente, da força moral dos brasileiros que se contrapuseram a esse jugo de escravidão no passado recente, e que perseveram, atentos, nas trincheiras da Democracia.
Por conhecer a angústia do Soldado Brasileiro, em particular dos Comandantes nos mais altos escalões, últimos depositários dos sentimentos de seus subordinados, é que este grupo de civis e militares patriotas vem a público para manifestar sua solidariedade às Forças Armadas e denunciar a abominável campanha destrutiva com que os derrotados de ontem as têm tratado, apesar de saberem que delas dependem e que, se hoje estão no poder, o devem ao compromisso histórico dos militares para com a democracia.
Nenhuma ditadura serve para o Brasil!

Se é de seu desejo ser signatário da presente carta e ter seu nome aposto ao final da mesma, por favor, envie as seguintes informações: a expressão de tratamento (Dr, Prof, Cel Inf) e seu nome completo pelo e-mail:dircom@ternuma.com.br 

O discurso sem lugar de Graça Foster. É impossível defender ao mesmo tempo a compra da refinaria de Pasadena e a explicação de Dilma



Por Reinaldo Azevedo

Pois é, pois é… A presidente da Petrobras, Graça Foster, tentou explicar no Senado a compra da refinaria de Pasadena. A tarefa, acreditem, poderia ter sido mais fácil se ela estivesse obrigada a dizer “ou bola ou bule”, ou uma coisa ou outra. Ocorre que o raciocínio aparentemente quântico, e incompreensível, que ela tentou desenvolver não deriva do excesso de sabedoria, mas do excesso de confusão. Graça pretende que seus interlocutores entendam que a compra fazia e não fazia sentido a um só tempo; que era e que não era justificável; que houve e que não houve comportamento heterodoxo nessa história toda.

Vamos ver. Numa das linhas de argumentação, a presidente da Petrobras tentou fazer com que os senadores entendessem que a compra de Pasadena — que se revelou, depois, segundo ela própria, um mau negócio — fazia sentido naquela hora. Afinal, disse, o Brasil ainda não havia chegado ao pré-sal (embora, convenham, não tenha sido uma surpresa, algo em que se tropece, né?); havia a escolha de comprar refinarias no exterior; as circunstâncias do mercado justificavam etc. Muito bem! Pode-se concordar ou não com os argumentos, mas é uma linha de defesa.

Ocorre que, ao mesmo tempo, Graça estava lá para sustentar a versão da presidente Dilma: o Conselho desconhecia as duas cláusulas consideradas polêmicas: a Put Option (que obrigava à compra da outra metade em caso de desentendimento entre os sócios) e a “Marlim”, que garantia à Astra Oil uma rentabilidade de 6,9% ao ano independentemente das condições de mercado. Pois é… Digamos que a primeira ainda possa ser corriqueira em negócios dessa natureza — afinal, o preço das coisas, não importa o quê, passa por uma avaliação abalizada do mercado. A segunda, tudo indica, não se vê todo dia por aí. Sim, já está evidenciado que Dilma e os demais conselheiros, com efeito, desconheciam essas duas cláusulas, seja uma delas comum ou não; seja a outra exótica ou não.

Ainda nesse ponto, atenção!: Dilma poderia não ter levado a bomba para explodir dentro do Palácio do Planalto. Poderia ter dito algo assim: “Olhem, eu não conhecia, ninguém conhecia, mas andei pesquisando e, mesmo com elas, o negócio fazia sentido!”. E segurasse o rojão, ora essa! Quando se é governo, perdoem-me o clichê, há o bônus, mas também há ônus. Mas quê!

Dilma foi a primeira a assumir a posição da ludibriada; Dilma foi a primeira a assumir o lugar da traída; Dilma foi a primeira a exercer o discurso da enganada; Dilma foi a primeira autoridade de peso a sustentar que a Petrobras havia sido, em suma, vítima de uma trapaça, de um memorial executivo omisso, que forneceu ao conselho informações apenas parciais. Ora, ela queria o quê? Que as oposições e, na verdade, milhões de brasileiros dissessem: “Pô, coitada da presidente! Foi enganada por aqueles caras da Petrobras!”. Como se fosse pouco, a presidente demitiu Nestor Cerveró, o então diretor da Área Internacional que cuidou da operação. Nunca se viu antes uma demissão retroativa como essa, com oito anos de atraso!

Em 2007, a ainda conselheira da Petrobras e ministra-chefe da Casa Civil, além de sedizente especialista em setor energético, já sabia de tudo, já tinha ciência do que, sugeriu mais tarde, era consequência de um engodo. E fez o quê? Nada! Ou, numa relação puramente vetorial, fez menos do que nada — e, pois, piorou o que era ruim: permitiu que Cerveró assumisse o cobiçado cargo de diretor financeiro da bilionária BR Distribuidora. E foi desse cargo que ela o demitiu, punindo-o por um ato praticado oito anos antes, do qual ela tem ciência há mais de sete. Aí não dá!

A presidente da Petrobras, Graça Foster, cobra demais de seus interlocutores; pede que condescendam com uma linha de argumentação e também com o seu contrário.

Honra ofendida

Graça reagiu com ar e inflexão meio ofendidos quando senadores sugeriam que a Petrobras virou, assim, uma espécie de casa da mãe joana — se não exatamente na sua gestão, na de José Sérgio Gabrielli. Sobrou sempre a sugestão de que se estava ofendendo a empresa. Aí, não, doutora! Que o loteamento político de cargos fez com que a empresa se transformasse no palco de uma engrenagem corrupta, isso é dado por uma pletora de fatos. “Ação isolada?” Segundo a própria Dilma, não! Se um diretor está na cadeia em razão das lambanças que praticou, outro, diz a ex-presidente do conselho, a enganava. De resto, Pasadena não é a única suspeita de ilícito na empresa, não é mesmo?

Não existe lugar para o discurso de Graça Foster.
15/04/2014

Fonte: Resistência Democrática

A SAUDE OCULAR EM RISCO NO BRASIL

OFTALMOLOGISTA PARAENSE, DR. AGOSTINHO DE ALMEIDA MOREIRA. 
A SAÚDE OCULAR EM RISCO NO BRASIL

O Programa Domingo Espetacular da TV Record, que foi ao ar na noite de ontem, dia 13/4, apresentou a reportagem "Uso de lentes clandestinas prejudica a visão e pode levar à cegueira”, mostrando os malefícios, verdadeiros crimes contra a saúde ocular da população, decorrentes da venda de óculos piratas, assim como exames de refração não realizados por médicos oftalmologistas.
A Sociedade Brasileira de Oftalmologia tem reiteradamente alertado para esses problemas, que afetam 90 milhões de brasileiros. "Oftalmologia com Foco no Paciente” é o tema do nosso próximo XVIII Congresso Internacional e na reportagem da TV Record mais uma vez podemos constatar que o paciente brasileiro, independente de sua classe social, ainda não está suficientemente conscientizado da importância do exame oftalmológico, realizado por médico oftalmologistas.
As tentativas de ocupar nossa função de únicos profissionais habilitados por lei para realizar o exame de refração ocular no Brasil continuam. 
Frequentemente tomamos conhecimento de situações irregulares, nas quais o exame é realizado por pessoas não médicas, em um claro enfrentamento da lei. 
Alguns aspectos podem explicar o crescimento desses fatos. 
A incapacidade do poder público de suspender esses atendimentos e processar os responsáveis de acordo com as leis vigentes esbarra no fato de que as equipes de vigilância sanitaria são insuficientes para fazer frente a todas as demandas delas exigidas. 
O governo federal por sua vez mostrou, com a decisão de vetar o artigo que classificava a prescrição de lentes oftálmicas como ato médico em agosto passado, que admite que ele seja realizado por não médicos.
A estratégia é simples. 
Uma vez que não consegue disponibilizar para a população um atendimento eficaz em oftalmologia, resultado da falta de investimentos em saúde pública, o governo faz "vista grossa” para o atendimento irregular o que , na opinião governamental, alivia as pressões pelo grande número de exames oftalmológicos em espera, conforme o SISREG. Sem nenhuma preocupação com o exame precário que é realizado nessas situações e com as consequências que podem advir. 
O prejuízo é da população brasileira, que não recebe um serviço correto e fica no risco de ter doenças que poderiam ter sido diagnosticadas precocemente pelo exame oftalmológico completo, tais como glaucoma, diabetes, hipertensão arterial, doenças inflamatorias , para citar apenas algumas. Todas com grande potencial de cegueira. 
A solução, todos sabemos, inclusive o governo, passa pela contratação de médicos e outros profissionais de saúde, a abertura de novos postos de atendimento pelo país, pela contratação de serviços privados para atender o SUS, além de melhorias nas condições de trabalho das instalações atuais. Mas essa não é a prioridade do governo. 
De nossa parte, temos que continuar a realizar o bom trabalho que a oftalmologia brasileria realiza. Somos quantitativamente suficientes para atender à população. Podemos melhorar nossa distribuição geográfica , mas isso só virá com o desnvolvimento global das áreas hoje carentes de atendimento médico. O programa Mais Médicos , um paliativo com fins eleitorais, como todos sabemos, serve mais ao governo que à população. Se toda a verba utilizada para o programa fosse investida no programa Saúde da Familia, talvez os resultados fossem melhores. E haveria condições também para pagar profissionais brasileiros. 
É importante que cada um de nós, aproximadamente 17 mil medicos oftalmologistas, seja um mensageiro dessa realidade. É importante que a população seja informada dos benefícios, para ela, de um exame oftalmológico completo realizado pelo médico oftalmologista. 
Dessa maneira, poderíamos pensar em um Brasil onde a saúde ocular da população estará garantida. 

Marcus Vinicius Abbud Safady 
Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia
www.sboportal.org.br
Fale com a SBO - (21) 3235-9220 | Rua São Salvador 107, Laranjeiras - Rio de Janeiro - RJ - Brasil

Leônidas Loureiro
Saúde & Paz
(91) 99856043/96418072

Símbolo caído.

FABIO FIGUEIREDO:

( Parabens. Excelente artigo !!!!!)
 
“Pra escola de samba : Petrobras”. “Pro time dos cegos : Petrobras”. “ Pro baile das debutantes :Petrobras”.
Todos os políticos da situação usam suas conexões com a Petrobrás para financiar de tudo, desde a festinha da paróquia até o festival gay. Inimagináveis milhões são gastos nisso que é interesse de políticos e debitado na conta de propaganda da empresa.
Além disso, diretores e funcionários com boa indicação política conseguem cargos na Petrobrás onde vários irão roubar, superfaturar, receber comissões de fornecedores e outros desvios.
Assim, encontramos hoje a empresa quase quebrada, sem recursos para investimentos e até manutenção, o que representou um importante recuo na produção, obrigando o país a importar mais óleo.
Enquanto isso, todos os projetos da empresa atrasam. Pior ainda é que a empresa e vários funcionários e diretores passaram a frequentar diariamente as colunas policiais dos jornais.
Alguns beneficiários de vantagens na empresa são intocáveis, como o marido da Presidente, segundo a imprensa.
Quando inventaram a frase que não foi pronunciada por De Gaule ... “o Brasil não é um país sério”..., acharam que foi uma ofensa à nação e não, reconhecidamente uma verdade. Até quando o Brasil será de propriedade dos espertos e sem caráter em vez dos honestos e trabalhadores?

 

Carnaval na ALEMANHA

Só no BRASIL que as PESSOAS não ENXERGAM...(Carnaval na ALEMANHA)
Carro ALEGÓRICO no CARNAVAL na ALEMANHA mostra DILMA ROUSSEFFJOSEPH BLATTER (Presidente da FIFA) PASSANDO com um ROLO COMPRESSOR (massacrando) sobre os POBRES em nome da Copa do Mundo de Futebol.
Os ALEMÃES protestam contra o governo PTralha, só os BRASILEIROS
IMBECIS e IDIOTAS é que APLAUDEM e APOIAM.

--
Carlos Alberto Ahlfeldt
OAB/PR:12865
calfebr@gmail.com
(41) 3077-3401 (TEL/FAX)
(41) 9973-7194

A infiltração vermelha na Petrobras


Empresa continua aparelhada politicamente, usada por petistas como propriedade particular

Rodrigo Constantino
O Globo

‘A Petrobras, a maior empresa industrial do país, a que detém a maior soma de recursos, a que deveria dispor dos melhores técnicos, encontra-se hoje numa situação lastimável, reduzida à função de órgão atuante na comunização do Brasil.

Seus índices técnicos e financeiros são, atualmente, dos mais baixos, e os escândalos se sucedem, sem que o governo se anime a dizer um ‘Basta!’ a esse estado de coisas.

“O único diretor não comunista, [...] foi demitido por pressão dos sindicatos controlados pelos vermelhos. Era o único técnico na diretoria, seus serviços sempre foram considerados valiosíssimos, mas excomungado pelas forças da subversão, que com ele não contam, teve de dar lugar a outro, julgado mais dócil e cooperativo.

“A diretoria não se reúne, os processos se acumulam, nada se resolve. Ou melhor, só se resolve aquilo que tem sentido político. Paga-se, por exemplo, rapidamente a divulgação de manifestos do CGT, alugam-se veículos para transportar figurantes em comícios políticos, custeia-se com o dinheiro do povo, a campanha de agitação e subversão.

“Até quando persistirá tal panorama?


Quando será a Nação satisfeita pela verificação de que o governo resolveu tomar uma atitude, expulsando da Petrobras aqueles que a transformaram num instrumento de sovietização do país e entregando a companhia a uma direção de técnicos apolíticos, que possam fazê-la progredir?”

Quem escreveu isso? Seria Jair Bolsonaro acusando o PT de utilizar a Petrobras como instrumento bolivariano? Seria Olavo de Carvalho com alguma “teoria conspiratória” sobre a infiltração comunista na maior empresa do país?

Nada disso. Trata-se do editorial do GLOBO, publicado em 7 de setembro de 1963, data adequada por representar o Dia da Pátria (espero que o jornal não se arrependa desse editorial também). Era um grito patriótico contra a infiltração comunista na estatal, sob a conivência do presidente João Goulart.

Reparem como o Brasil parece andar em círculos. Hoje, a Petrobras continua financiando uma “campanha de agitação e subversão”, ao bancar os invasores do MST, por exemplo. Continua aparelhada politicamente, usada por petistas como propriedade particular. Petrodólares usados para disseminar o marxismo, enquanto o endividamento da empresa se avoluma por incompetência ou corrupção.

Alguns gostam de repetir, com ar de superioridade, que a Guerra Fria acabou, tentando, com isso, pintar anticomunistas como seres ultrapassados, gente parada no tempo. Há só um detalhe: tem que avisar aos próprios comunistas que a Guerra Fria não só acabou, como foi com a derrota dos comunistas!

Tem uma turma que ainda não sabe disso.

E pior: essa turma está no poder!

Basta ver a própria Venezuela, mergulhada em uma tragédia justamente porque insistiu no modelo socialista fracassado. Mas não é só lá. Aqui tem um pessoal bolivariano doido para transformar o Brasil em uma nova Cuba, o sonho (pesadelo) perdido na década de 1960. Se a PDVSA foi útil ao projeto de Chávez, a Petrobras é útil aos planos de perpetuação do PT no poder.

Como evidência de que os comunistas, infelizmente, ainda não desapareceram da cena política nacional, a deputada Luciana Santos, do PCdoB, encaminhou ao Congresso projeto de lei que cria o Fundo de Desenvolvimento da Mídia Independente. Só mesmo um comunista poderia falar em “mídia independente” criando uma total dependência dos recursos estatais!

Talvez esteja ficando escancarado demais financiar indiretamente a imprensa chapa-branca com recursos das estatais, e os vermelhos, ligados ao governo do PT, pretendam oficializar logo a criação de seu exército de “jornalistas” sustentados por nossos impostos. Essa coisa de imprensa independente é muito chata, fica expondo os infindáveis escândalos da Petrobras...

Para concluir, o editorial de 1963 diz: “Deveria o presidente João Goulart iniciar pela Petrobras a purificação de seu governo. Afaste, imediatamente, os diretores comunistas, faça voltar os técnicos, ponha a empresa à margem da política, e a decepção que ele vem causando ao povo brasileiro se transformará em novas esperanças. Ao mesmo tempo dará Sua Excelência à Nação — se assim proceder — uma cabal demonstração de seus propósitos, provando que deseja governar afastado dos extremos, cujo facciosismo tantos males vem causando ao Brasil.”

O presidente não deu ouvidos. Sabemos como tudo acabou, e não foi nada bom. Resta torcer para que dessa vez seja diferente, pois, como dizia o próprio Marx, a história se repete primeiro como tragédia, e depois como farsa.
16.04.2014
Fonte: Resistência Democrática

Dilma pode perder apartamento e casa para pagar prejuízos da compra de Pasadena aos cofres públicos.

Blog do Coronel
A mansão da Dilma em Porto Alegre, no valor de R$ 5 milhões, segundo a imprensa , assim como...


... o apartamento que ela possui na capital gaúcha podem ser tomados pelo Estado para cobrir prejuízos da compra de Pasadena.

O relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), baseado nas leis das sociedades anônimas e nos regulamentos internos, que vazou para deputados da oposição, orienta o Ministério Público Federal a executar os membros do Conselho de Administração da Petrobras, presidido por Dilma Rousseff, a pagar com os próprios bens os enormes prejuízos causados ao país, de mais de U$ 1 bilhão, na compra da Refinaria de Pasadena, Texas, Estados Unidos.

16 de abril de 2014
Fonte:Resistência Democrática

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Lula e a presidente

Merval Pereira, O Globo

TEM QUE TER UM OTÁRIO PRO TRABALHO SUJO EM 2015..
Acredito que o ex-presidente Lula esteja falando a verdade quando garante que não pretende se candidatar novamente à Presidência da República. O que não quer dizer que não venha a sê-lo. Nada mais verdadeiro, embora trivial, do que a comparação da política com uma nuvem que vai mudando de forma à medida que passa, feita pelo ex-governador mineiro Magalhães Pinto, muito em voga nos últimos dias devido ao seu papel no golpe militar de 1964.
Em política, o fato novo é capaz de provocar reações para que não se torne fato consumado. São tão grandes os interesses petistas, alguns até mesmo inconfessáveis, que, se a presidente Dilma continuar a cair nas pesquisas eleitorais, as pressões podem se tornar insuportáveis para que Lula entre em campo novamente para salvar o time.
Não foi assim que o ministro Gilberto Carvalho, o mais lulista dos lulistas no Palácio do Planalto, classificou Lula, o reserva de luxo que está no banco pronto para entrar em caso de necessidade? Mas será possível um jogador ganhar sozinho um jogo perdido, a poucos minutos de seu final, mesmo que seja considerado o Pelé da política?
O próprio Pelé sabiamente se recusou a esse papel quando, no governo Geisel, foi instado por assessores palacianos a voltar à seleção brasileira para jogar a Copa de 1974. Preferiu se preservar para manter a memória dos dias de glória.
Sim, porque, se Lula for escalado, é porque o jogo já está dado por perdido. O fogo amigo vem de vários lados. Uns já falam em uma chapa que teria Lula na cabeça e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos como vice.
Outros dizem que a própria Dilma aceitaria de bom agrado não sair para a reeleição, caso Lula queira disputar, sob o argumento de que esse rodízio já estava previsto no acordo que a lançou candidata. Realmente, seria preciso que Dilma concordasse em abrir mão de sua candidatura para que a transição fosse feita de forma pacífica, sem crise política, que enterraria até mesmo a candidatura de Lula.
Mas como explicar para o eleitorado a súbita mudança de posição? Ter um acordo desse tipo sem anunciar à população na ocasião mesma em que Dilma foi lançada presidente não será sentido por muitos como uma traição, um jogo político que aparta o eleitor das decisões?
Qual será o comportamento da presidente Dilma, ainda no Palácio do Planalto, com a caneta na mão, mas sem prestígio político, obrigada a abrir mão de seu direito à reeleição, mesmo para perder?
Há quem acredite que o ex-presidente Lula está agindo na vida real como o vice-presidente Frank Underwood no seriado “House of Cards”: oficialmente, elogia e defende o presidente Garrett Walker, para nos bastidores minar suas forças políticas e tomar o seu lugar. Não creio que seja assim.
Lula está na melhor situação que poderia ter. Não tem os problemas de um presidente, mas todas as suas regalias. Manda e desmanda, nomeia e demite quem quiser, é recebido no mundo todo com honras de chefe de Estado. Além do mais, essa condição, reconhecida por todos, coloca a responsabilidade do governo Dilma em suas mãos.
Difícil não atribuir a Lula grande parte do desarranjo por que passa o governo, no mínimo por ter sido o responsável por Dilma estar onde está. Mesmo que a presidente Dilma não faça tudo que Lula sugere, as constantes reuniões de aconselhamento que dá à presidente o fazem coautor de seus atos, mesmos os que critica.

Lula vai querer arriscar seu prestígio em uma eleição difícil ou, pior ainda, um governo difícil, que terá que apertar o cinto logo no início para não ser levado de cambulhada por uma crise econômica anunciada? Melhor tentar salvar Dilma e, caso seja impossível, preservar-se para poder voltar em 2018, se for o caso, depois que o trabalho sujo tiver sido feito pelo candidato eleito este ano.

CÓDIGO DE HONRA QUATRO ESTRELAS


1- O dilema entre a lealdade e a disciplina não tem razão de ser quando silêncio e omissão contribuírem para causar um dano insuportável à nação e à Instituição, estas sim, e nesta ordem, credoras de sua lealdade. Aos superiores o militar deve, sim, obediência, cooperação, respeito e franqueza, que sintetizam, cada um por si, diversos atributos importantes. (R Paiva) 
2- Franqueza e coragem moral caminham juntas. A responsabilidade dos oficiais generais, de último posto, na formação do processo político envolve uma franqueza absoluta. Uma vez que uma decisão política final seja tomada, ele tem a obrigação de apoiar essa decisão como se ela fosse sua, com uma grande exceção: questões que envolvam os profundos princípios como - dever, honra e pátria - não podem se submeter a outros compromissos. (Adaptação do autor para o código-Tenente David A. Adams, Marinha dos EUA/CMG da Reserva Geraldo Luiz Miranda de Barros, da Marinha do Brasil- fonte R Paiva) 
3- São fundamentais aos chefes militares mais graduados os atributos de franqueza e coragem moral e o dever de não silenciar, mesmo arriscando o futuro na carreira, diante da má administração de situações extremas com potencial para gerar severas consequências, cujos danos superem os admissíveis em outras situações ainda que não rotineiras. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
4- O dilema entre disciplina e lealdade é apenas aparente, pois a lealdade à Nação é manifestação de disciplina em seu grau mais elevado, considerando a missão constitucional das FA e o juramento do militar à Bandeira Nacional”. [R Paiva) 
5- No confronto da disciplina com a lealdade esta última constitui forma ainda mais elevada e rigorosa de disciplina, pois está direcionada à razão de ser da instituição militar – definida no marco legal – e ao compromisso do soldado, que no Brasil é: “dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja honra, integridade e instituições defenderei com o sacrifício da própria vida”. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
6- Oficiais- generais no último posto, com larga experiência e conhecimento profissional de nível estratégico não podem fazer vista grossa, uma vez dispondo de informações confiáveis, diante de políticas capazes de causar danos insuportáveis à nação e à instituição. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
7- Chefes militares que galgam o mais alto nível hierárquico, e não os chefes de escalões subordinados, têm tal responsabilidade, pois constituem a interface das instituições militares com o estado e a nação. Uma omissão continuada por parte destas chefias, fatalmente, vai levar à manifestação de oficiais-generais inativos e, até mesmo, de coronéis na reserva, hoje franqueados pela Constituição para se manifestarem, com o consequente descrédito e perda de liderança por quem, por direito e dever, precisa mantê-los. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
8- Oficiais generais, no último posto, se não conseguem reverter o rumo dos acontecimentos, agindo com franqueza e discretamente dentro da cadeia de comando, devem manifestar-se de público, passando antes à reserva ou mantendo-se na ativa, conforme a consciência de cada um indicar ser necessário para preservar a hierarquia e a disciplina. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
9- Diante de situações extremas no âmbito interno da Instituição: questionar ordens que firam princípios legais, morais ou éticos: defender os subordinados de injustiças e opinar com franqueza no sentido de convencer autoridades superiores a não tomarem decisões que possam trazer consequências significativamente danosas ao Exército, constitui decisão de caráter moral e apanágio de liderança que não podem ser desprezados. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
10- Oficiais-generais no último posto devem se policiar, pelo bem da disciplina, em nome dos respeito a “velhos soldados” e em prol da manutenção da união e coesão da Força Terrestre, para não fazerem críticas deletérias do tipo _” Ao passar à reserva o militar “fica inteligente e valente”_, por três motivos: primeiro, porque é legal a sua livre manifestação sobre assuntos de interesse geral, inclusive os militares; segundo, caso a política, segundo o seu parecer cuidadosamente ponderado, envolva uma questão de extrema importância e ameace gerar consideráveis custos de longo prazo para as Forças Armadas, para o interesse nacional e para a saúde do Estado, seria parte da sua permanente obrigação como militar (que não deixou de ser) e da sua responsabilidade para com amigos e soldados que estão na Ativa, buscar retirá-los dessa situação; e, terceiro, porque antes de generalizar a crítica, convém lembrar que muitos passaram à reserva exatamente por terem primado sempre pela franqueza e coragem moral. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
11- A conduta dos altos chefes militares deve ter como norte o compromisso com a nação e a Instituição, com os princípios e valores mais significativos das instituições castrenses, sintetizados em patriotismo, lealdade, honra, integridade, dever e coragem, que sempre devem preceder as benesses dos cargos e funções. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
12- A omissão na tomada de posições firmes em situações extremas e a tentativa de justificar a falta de franqueza e de coragem moral, distorcendo o significado de disciplina e lealdade, como se elas fossem devidas primeiramente a superiores hierárquicos e não à Nação e à Instituição, são incompatíveis com os princípios mais comezinhos de chefia e liderança. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
13- A liderança que se omite no cumprimento de seus deveres para com a Nação ou a Instituição perde a confiança dos escalões subordinados, fragiliza sua autoridade, enfraquece a Força Armada, prejudica a união, a coesão e, exatamente por tudo isso, abala, ela mesma, os alicerces da disciplina e da hierarquia. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
14- Altos chefes militares se arriscam e perder o sentido da sua profissão e de suas obrigações quando, relegando seus atributos de caráter, se transformam em meros burocratas subservientes. (Adaptação do autor para o código- Martin L. Cook -Ph. D, professor de Filosofia e Subchefe de Departamento na Academia da Força Aérea dos EUA- fonte R Paiva) 
15- Quando o processo de supervisão de assuntos militares pelo Congresso não funcionar, por omissão dos parlamentares, ou quando o legislativo tiver desenvolvido um excessivo senso de compromisso para com o Poder Executivo, negligenciando, assim, a igual obrigação (se não maior) de apresentar pareceres diretos e francos no plenário, os integrantes dos alto comando das FFAA não podem se furtar à obrigação de apresentar seu parecer franco aos membros do Congresso, em suas audiências. (Adaptação do autor para o código- Martin L. Cook -Ph. D, professor de Filosofia e Subchefe de Departamento na Academia da Força Aérea dos EUA- fonte R Paiva)). 
16- Oficiais-generais, no último posto, não podem se furtar, em situações mais extremas nas quais a segurança do País e de seus processos constitucionais esteja em jogo, segundo a avaliação criteriosa daqueles chefes [que fazem a crítica), mesmo para a futura credibilidade das forças militares e da sua liderança, a mostrar opiniões profissionais independentes em uma situação periclitante, correndo o risco de depois os historiadores registrarem que os líderes militares mais uma vez foram coniventes em relação às realidades enfrentadas! . (Adaptação do autor para o código- Martin L. Cook -Ph. D, professor de Filosofia e Subchefe de Departamento na Academia da Força Aérea dos EUA- fonte R Paiva). 
17- Altos chefes militares quando acreditam, que uma política com a qual eles discordem frontalmente, resultará em um mal muito grande têm a obrigação de envidar todos os esforços para serem ouvidos. Evidentemente, um oficial deve lealdade aos superiores civis, mas também há outras lealdades concomitantes em jogo: aos subordinados militares, à “saúde” das próprias Forças Armadas e à adequada manutenção, no longo prazo, da percepção dos outros cidadãos sobre a integridade moral delas. (Adaptação do autor para o código- Capelão George M. Clifford III, CMG, Reserva da marinha /USA - fonte R Paiva) 
18- É desperdício não conhecer o pensamento pessoal de profissionais da reserva em quem a Nação investiu mais de trinta anos em preparação contínua. Projetos de defesa nacional, por sua relevância, não devem ficar subordinados a interpretações retrógradas do que sejam hierarquia e disciplina intelectual, sendo por demais importante se valer da experiência e da cultura profissional de antigos e reconhecidos instrutores das escolas militares de formação, aperfeiçoamento e comando e estado-maior. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
19- “Ninguém Fica P´ra Trás!” Reza assim a tradição militar! [Início de Transcrição]:” Chefes militares cultuam hierarquia, disciplina e justiça. São francos com os superiores e cumprem, respeitando a lei e sem alarde, a obrigação moral e funcional de assumir riscos pessoais para defender os subordinados de injustiças. (Adaptação do autor para o código- fonte R Paiva) 
Paulo Ricardo da Rocha Paiva 
Coronel de infantaria e Estado-Maior 
Extrato adaptado de matérias compiladas nas seguintes fontes: 
_Artigo “Uma Decisão de Caráter Moral”, pulicado no “Alerta Total” em abril de 2013, General-de-Brigada R/1 Luiz Eduardo Rocha Paiva 
_Artigo “Lealdade e Disciplina”, publicado no “Estadão” em maio de 2008, General-de- Brigada 
R/1 Luiz Eduardo Rocha Paiva 
_Artigo “A Segunda Chance”, do Tenente David A. Adams da Marinha dos EUA. 
_ “Um ensaio sobre liderança”, com tradução e adaptação do Capitão de Mar-e-Guerra da Reserva Geraldo Luiz Miranda de Barros, da Marinha do Brasil. 
_Artigo da Military Review – Edição Brasileira de Jan-Fev de 2011 (Pag.46). “A Revolta dos Generais: Um Estudo de Caso sobre a Ética Profissional”, de Martin L. Cook (Ph. D, professor de Filosofia e Subchefe de Departamento na Academia da Força Aérea dos EUA). 
_ Artigo “A Viúva do Che”, publicado no “Averdadesufocada” em julho de 2009, General-de- Brigada R/1 Luiz Eduardo Rocha Paiva 
_Artigo “Ninguém Fica Pra Trás”, publicado no” Alerta Total” em novembro de 2011, General-de- Brigada R/1 Luiz Eduardo Rocha Paiva 

Enviado por Paulo Ricardo Rocha Paiva