quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Intentona Comunista



Hoje, 27 de abril de 2014, passados exatos 79 anos, reverenciamos a memória dos primeiros brasileiros que tombaram na luta contra a implantação de um regime comunista no Brasil.
Os levantes ocorreram em Natal, Recife e no então Distrito Federal, hoje Rio de Janeiro.
O movimento sedicioso,  conhecido como “Intentona Comunista” esteve sob a liderança de Luiz Carlos Prestes, presidente de honra da Aliança Nacional Libertadora (ANL), criada em março de 1935 e seguia as ordens emanadas de Moscou, do Partido Comunista da União Soviética.
Os primeiros levantes irromperam  em Natal, no dia 23 de novembro, no interior do  21º Batalhão de Caçadores. Ao alvorecer do dia seguinte, no Recife, amotinados insurgiram-se contra os comandos do 29º Batalhão de Caçadores e do Quartel-General da 7ª Região Militar.
Em Natal, após a reação imediata do governo federal empregando tropas do 20º Batalhão de Caçadores (20ºBC), de Alagoas e da Polícia Militar da Paraíba, os rebeldes abandonaram a capital potiguar sendo  capturados no interior, com um saldo de vinte mortos.
Na capital pernambucana, os amotinados subjugaram o 29º BC e ocuparam o Largo da Paz, o Bairro da Torre e as cidades de Muribeca e Jaboatão. Na segunda-feira, dia 26 de novembro, ao saberem que o 20ºBC, de Alagoas , o 22º Batalhão de Caçadores (22º BC), da Paraíba e a Bateria Independente de Dorso  seriam empregados, alguns rebeldes fugiram para o interior e foram aprisionados. Dos três levantes, o de Pernambuco foi o mais sangrento, com 720 mortos em Recife e Olinda.


Na madrugada de 27 de novembro, no então Distrito Federal, sublevaram-se a Escola de Aviação, no Campo dos Afonsos e o 3º Regimento de Infantaria (3º RI), na Praia Vermelha. Neste, a resistência foi realizada pelas Companhias de Metralhadoras  dos 1º e 2º Batalhões do 3º RI. Neste enfrentamento, foi morto o Major Misael de Mendonça (oficial mais antigo morto em combate), no pátio do Regimento e o quartel do 3º RI, bombardeado (foto abaixo). O ataque ao quartel do Regimento foi realizado pelo Batalhão de Guardas, 2º Regimento de Infantaria, pelas guarnições do Forte do Vigia, da Fortaleza de São João e do 1º Grupo de Obuses 155 mm.



 Após a rendição dos revoltosos, foram contabilizados 19 mortos e 167 feridos, entre os 1 700 sublevados, no então Distrito Federal.
Na Escola de Aviação do Campo dos Afonsos, diversos militares foram assassinados a sangue frio, na madrugada do dia 27 de novembro, sendo que o tenente Danilo Paladini foi morto enquanto dormia.
O povo brasileiro de índole pacífica viu, pela primeira vez, a verdadeira face do comunismo liberticida e materialista.

(Texto baseado na palestra do Cel Eduardo Henrique de Souza Martins Alves, realizada na ECEME, em 2014)

A covarde e comprometida oposição



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho
Quem tem medo de Luiz Inácio Lula da Silva? Quem tem medo de Gilberto Carvalho? Quem tem medo de dona Dilma? Quem tem medo do Partido dos Trabalhadores? Onde está esse bando de ratos e covardes, com raras exceções, que se diz oposição? Estariam montados e usando os 51 milhões de votos para melhor negociarem nos podres porões do Congresso Nacional  os seus interesses juntos aos do Executivo?
Onde está a imprensa brasileira que nada vê da podridão reinante e publica só o que interessa a esse governo corrupto? Tem medo de perder o patrocínio superfaturado do governo, pago com meus impostos? Tem medo de perder as concessões? Onde fica a dignidade de tantos jornalistas que se omitem, deixando de exercer sua verdadeira função: a de informar?
Onde estão as FFAA que deixam que essa megaquadrilha pise na nossa constituição e tente de todas as maneiras destruir o país? Onde estão nossas FFAA que permitiram que apagassem nossa fronteiras Norte, (Raposa Serra do Sol) e ainda se deixam comandar por um nanico físico e moral que após desmoralizar e destruir o nosso respeitado internacionalmente, Itamaraty, ainda tornou-se Ministro da Defesa? 

A sociedade brasileira precisa ver o que está acontecendo à nossa volta. Uma Venezuela despedaçada, uma Argentina caindo aos pedaços, além de um um chiqueiro chamado Cuba, comandada há 50 anos por uma múmia que tornou-se o gurú desses imbecis que nos governam. Que essas ditaduras nos sirvam de exemplo.
Está na hora, antes que seja tarde, de uma atitude de coragem por parte dos patriotas. Não daqueles patriotas de estádios de futebol, não daqueles que enxugam o suor do focinho com a bandeira nacional, e sim dos verdadeiro patriotas, dos filhos e netos de pracinhas da FEB, onde me incluo. Daqueles que trabalham e pagam seus impostos. 
Acompanho política, mas nunca vi, nem poderia imaginar que um dia veria, um semi analfabeto, um mau caráter, um desqualificado, um mentiroso e covarde, um indivíduo sem o menor escrúpulo, que nunca assume nada do que faz, governando o meu país por oito anos e com poder de agregar e comandar tanta gente podre ao seu redor, além de formar verdadeiras quadrilhas para substituí-lo e dar sequência a essa roubalheira generalizada e incontestável que hoje presenciamos.
Em uma país sério esse crápula iria apodrecer na cadeia. O Brasil merecia coisa melhor.

DR. ANTONIO SOTIRIS GARYFALOS - especialista em Sistema Previdenciário.

Este é um assunto de interesse dos aposentados do INSS deste grupo, mas tbm de todos os trabalhadores brasileiros que contribuem para a Previdência Social, por favor não se omitam em dar a sua opinião. 
abraços,

Aderval Pires 
Rio de Janeiro
 
O INSS vem desde 2003 sofrendo várias transformações e ano após ano, o governo liderado pelo Partido dos Trabalhadores, PT, tem anunciado um déficit cumulativo que hoje chega a ordem de R$ 61,5 bilhões, motivo principal pelo qual o Fator Previdenciário, criado a época de Fernando Henrique Cardoso, persiste na política previdenciária do país.

Em entrevista o bacharel em direito e historiador, Antônio Sotiris Garyfalos, especialista em sistema previdenciário, fala sobre o real déficit da previdência brasileira.

Como se encontra a situação do INSS atualmente no país?

A situação do INSS dentro do Brasil é caótica em termos de estrutura e infraestrutura das agências, porque a demanda é muito alta para os poucos funcionários concursados e os terceirizados atenderem. Existem agências como a do Ari Pitombo, por exemplo, quem tem em média 20 a 30 funcionários para atender uma demanda de quase 500 atendimentos por dia. Isso sem falar da perícia médica que está reduzida a 05 peritos na parte da manhã e 05 a tarde, o que dificulta a agilidade processual administrativa impossibilitando ao usuário resolver o seu problema no menor tempo e maior eficiência.

Essa parece ser uma situação recorrente em várias agências do INSS, que outros prejuízos essa situação provoca?

Com esse problema o governo federal deixa de arrecadar um pouco mais do que arrecada, porque existem as contribuições individuais feitas diretamente no pagamento bancário, diferente das empresas, que são emissões de GEFIP daqueles segurados obrigatórios. Por isso deveria sim a previdência ter bons olhos para as agências no país, pois do jeito que está o colapso no atendimento está bem perto.

Sobre esse colapso o déficit no INSS, anunciado pelo governo, é também uma realidade que torna ainda mais complicado o futuro dos assegurados?

Nesse atual governo não existe déficit. O déficit que o próprio cria o faz para camuflar a corrupção que existe dentro da instituição. A previdência no Brasil, em arrecadação, só perde para a Petrobras.

Quando Getúlio Vargas instituiu a previdência nós tínhamos quase 500 funcionários ativos para cada 01 inativo. Quando Juscelino assumiu o poder 10 anos depois, a proporção era de 200 ativos para 01 inativo.

No governo Collor houve a equiparação do salário do aposentado rural, que recebia metade e até menos da metade do salário mínimo, igualando ao salário mínimo urbano através das leis de custeio e arrecadação 8.212 e 8.213, que versam sobre os direitos e garantias dos segurados. Essas leis garantiam a aposentadoria da mulher com 20 anos e do homem com 25 anos de contribuição.

Já no governo de Fernando Henrique ele instituiu a meu ver de uma forma errada, o decreto 3.048/99 criando o Fator Previdenciário acreditando que iria reduzir as custas previdenciárias, mas não, não modificou nada, então ele juntamente com a bancada do PT a época aumentou o tempo para aposentadoria 30 anos a mulher e 35 anos o homem, aumentando a arrecadação.

Como o teto da previdência não passa de R$ 4.392,24 sendo o piso o salário mínimo, posso afirmar que não existem déficit da previdência social. O déficit de R$ 61 bilhões anunciado pelo governo do PT (30 de janeiro de 2014) é uma mentira. No ano de 2013 a previdência social teve seu lucro líquido arrecadado em aproximadamente R$ 160 bilhões e esse dado está disponível no site dos procuradores federais autárquicose a previsão de 2014 é fechar entre 180 a 200 bilhões.

Por que então esse discurso do governo de que há o déficit no INSS?


Esse é um discurso só do PT. São falácias do PT, que comandando o Ministério da Previdência tem cometido vários desastres a exemplo do Jaques Wagner mandando os velhinhos ficar nas filas para o recadastramento.

O déficit que eles dizem que existe são as corrupções, que o governo do PT instalou dentro da previdência estendida a todos os órgãos federais, seus ministérios e suas autarquias, no primeiro, segundo e terceiro escalões. Não estou afirmando que o Ministro da previdência, o senador Garibaldi Alves, seja um irresponsável, pelo contrário ele é um bom gestor, porém a última palavra nunca é dele, quem manda na previdência social é o seu Gabas (Carlos Eduardo Gabas), o presidente do INSS, pessoa direta do Lula e da Dilma, é ele quem diz o que pode ou não pode na previdência social do país.

Que tipo de política o presidente do INSS vem implementando na previdência social do Brasil?

Desde 2003, quando o presidente Lula assumiu o comando do país, a política é orientar todos os funcionários da previdência social, inclusive os peritos a negar o acesso aos benefícios dificultado ao máximo todo o direito garantido aos segurados pela constituição. Esse é o jeito de o PT se beneficiar do dinheiro que não pertence a ele. O maior déficit da previdência social é o déficit da vergonha da administração do PT.


Enviado por Odoaldo Passos

Os culpados e as certezas



  Por João Cesar de Melo
 
Como um delinquente bêbado, pouco mais da metade da população decidiu continuar acelerando inconsequentemente na mesma curva que seus vizinhos capotaram. Capotará também, porém, levando consigo a outra metade da população que o acompanha sentada à sua direita, no banco do carona. Devemos ter pena dessa outra metade? Devemos vê-la como inocente? Não. Apesar de sua lucidez e honestidade, ela sempre foi passiva, tanto, que virou cúmplice de sua própria tragédia. Foi covarde. Teve medo de impor limites àqueles que pediram e depois assumiram o volante.
Os culpados pela reeleição de Dilma:
Fernando Henrique Cardoso por sua tolerância com as sabotagens, ofensas e calúnias que sofreu durante seu governo, o que soou aos ouvidos do PT como uma permissão para continuar com aquela estratégia de se chegar ao poder. Qual foi sua atitude diante dos falsos dossiês sobre sua vida? Nenhuma. Qual foi sua atitude com aqueles que invadiram, depredaram e saquearam (com apoio de Lula) a fazenda de sua família? Nenhuma. Fernando Henrique Cardoso não foi homem nem para defender sua esposa (quem dedicou sua vida a projetos sociais) das calúnias que sofreu.
Nas três eleições seguintes, José Serra e Geraldo Alckmin concorreram à presidência sem bater no PT afundado em casos de corrupção e permitindo que Lula e Dilma pejorassem as privatizações de FHC. Nesses 12 anos de governo petista, o PSDB não apenas fez uma oposição frouxa, mas assistiu passivo o PT promovendo uma massiva campanha de desconstrução do governo de Fernando Henrique Cardoso.
Enquanto os tucanos tentavam conquistar votos exibindo a beleza de suas penas, a imprensa e a Justiça também se continham diante dos desvios e afrontas da esquerda liderada pelo PT. Temendo serem vistos como a continuidade da postura antidemocrática do regime militar, a maior parte dos jornalistas, dos meios de comunicação, dos promotores e dos juízes deram espaço e liberdade para o movimento socialista divulgar suas ideias, por mais absurdas que fossem Lula construiu carreira pregando a espoliação do capital e da propriedade privada. Viram, passivos, o PT sendo preenchido por aqueles que defendiam o alinhamento do Brasil com todos os líderes da extrema esquerda latino-americana. Ignoraram o Foro de São Paulo. Assistiram o PT acolhendo e projetando politicamente ex-guerrilheiros e comunistas declarados. Livraram muitas e muitas vezes o PT e sua militância do peso da lei para evitar serem taxados de repressores.
Obviamente, artistas e intelectuais também passaram a endossar todas as ações de Lula e do PT por vê-los como um poema revolucionário que levaria progresso ao país.
Sustentando esta tolerância irresponsável estavam pequenos empresários, profissionais autônomos e assalariados comuns que tentavam construir suas vidas por si mesmos, por meio de seus esforços e talentos. Mesmo sentindo a faca estatal lhe cutucando o pescoço com cada vez mais força por meio de impostos e burocracias, mantiveram-se indiferentes aos absurdos do governo por... não gostar de se manifestar sobre essas coisas de política; covardia que permitiu aos cretinos e canalhas ditarem o caminho que o Brasil seguiria. Aqui estamos, assistindo uma ex-guerrilheira comunista sendo reeleita Presidente da República, ovacionada por uma militância que prefere ostentar bandeiras do PT em vez de bandeiras do Brasil.
Aécio Neves e seus eleitores foram bravos, porém, tardios. Levantaram-se apenas quando o PT já estava com a maior parte da máquina estatal trabalhando para si. Depois de tantos anos sendo complacentes com as boas intenções e com os métodos petistas, agora sentem o amarguíssimo gosto de se verem condenados a serem meros financiadores de um projeto ideológico. Gabeira, Gullar e outros intelectuais demoraram demais para se posicionar contra os absurdos do PT.
Como símbolo da covardia da metade não corrompida do Brasil, aponto Joaquim Barbosa. Mesmo sendo reconhecido pela população como um herói por seu posicionamento no processo do Mensalão, retirou-se covardemente de cena logo quando a sociedade mais precisava dele. Foi ameaçado e caluniado de todas as maneiras pelo PT, mesmo assim se manteve distante do processo eleitoral. Teriam bastado duas ou três manifestações públicas dele em apoio ao candidato do PSDB para Dilma perder muitos votos. Mas não... Joaquim Barbosa não quis se meter na política. Prezou sua imagem. Foi covarde.
Infelizmente, foram em vão os esforços e a coragem das poucas pessoas que nestes anos todos denunciaram os absurdos do PT.
A certeza que tenho é que a metade não corrompida da sociedade voltará à sua covarde e histórica reclusão enquanto o PT acelerará a concretização de seu projeto de poder; e ninguém poderá acusá-lo de ter nos enganado. Todos os seus objetivos sempre foram muito claros.
Suas ações, seus pronunciamentos, suas alianças... Nada foi escondido. Dilma Rousseff deixou bem claro que não mudará a condução da economia, que não enxugará a máquina pública, que não tirará nenhum companheiro das estatais, que não deixará de financiar projetos em Cuba e na Venezuela. O Brasil vai quebrar, pois o PT precisa que quebre.
Quanto pior for a situação do país, Dilma terá mais justificativas para intervir na economia, na justiça, na imprensa e na liberdade das pessoas. O PT quer tirar o poder político e econômico da classe média para torná-la dependente do Estado. Os ricos que não forem embora se aliarão ao partido.
Anotem:
1 Dilma forçará sua reforma política para transferir poder do Legislativo para o Executivo e para os movimentos sociais ligados ao PT;
2 Perseguirá, sem pudor, toda a Justiça e imprensa não alinhadas ao PT, anulando os processos que estão em curso, blindando Lula de toda e qualquer acusação;
3 Remodelará a constituição de modo que preserve o PT no poder;
4 Colocará sua militância na rua para intimidar qualquer manifestação da sociedade independente;
5 Efetivará as diretrizes do Foro de São Paulo, institucionalizando um bloco socialista de ajuda mútua entre Cuba, Venezuela, Bolívia e Argentina.
Adorarei reconhecer, daqui uns anos, que minhas projeções estão erradas mas, hoje, não me é possível enxergar como processos distintos o que acontece aqui e o que aconteceu na Venezuela, aonde a maior parte das pessoas que agora vão às ruas protestar contra o governo foram às ruas apoiá-lo anos atrás. Arrependeram-se tarde demais. Arrependeram-se não como um delinquente depois da capotagem. Arrependeram-se como um carona que permitiu ser conduzido por um bêbado irresponsável. Agora, lá estão os venezuelanos, presos a uma maca e sobrevivendo de soro.
Logo, o Brasil será um país de arrependidos."
Sobre o autor: João Cesar De Melo - Arquiteto, artista plástico e escritor. Escreveu o livro Natureza Capital.

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