quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

BRASIL, PAÍS MAL GOVERNADO



Não se justifica essa Comissão da Verdade preocupada com o desaparecimento de pouco mais de 100 pessoas em fatos ocorridos há mais de 40 anos em uma situação política conturbada, com enfrentamento dos militares em ações de combate contra elementos subversivos clandestinos e terroristas, com os pseudos acusados hoje,  a metade já morreu e a outra metade anda em cadeira de rodas, quando, na realidade, morrem todos os anos mais de 400.000 brasileiros vítimas da violência e não existe nenhuma Comissão para apurar e corrigir essa desgraça. À noite ninguém pode mais sair às ruas nem dirigir nas estradas mal sinalizadas e esburacadas sob pena de perder a vida. Brasil, país mal governado.
José Batista Pinheiro – Cel Ref EB


AS FORÇAS ARMADAS E O POVO

O povo brasileiro não deve temer. As Forças Armadas continuam tranquilas, armadas, adestradas e prontas para cumprir a sua importante destinação constitucional. Todavia, esse mesmo povo escorraçou os governos militares exigindo as "Diretas Já". Esse mesmo povo assistiu o presidente Sarney elevar a inflação ao nível de 80% ao mês. Esse mesmo povo votou no irresponsável Collor de Melo. Esse mesmo povo votou no analfabeto Lula e assistiu de camarote a patifaria do "mensalão". Esse mesmo povo descaradamente votou na presidenta  indicada pelo mesmo Lula. Esse mesmo povo perdeu a grande oportunidade de mandar os petralhas para o inferno nas últimas eleições. Esse mesmo povo vai ter que aturar mais quatro anos da ditadura Dilma. Esse mesmo povo não sabe o que quer.
Os militares não podem derrubar um governo legalmente eleito por esse mesmo povo, muito embora  as atuais eleições sempre exalem um mau cheiro de fraude. Quem quiser pode ler o artigo 142 da Constituição Brasileira que vai encontrar detalhadamente a honrosa missão das Forças Armadas. Se houver um motivo altamente relevante para os militares intervirem no Poder, esse mesmo povo vai dizer que os militares brasileiros são golpistas.
Portanto, meu povo, as urnas estão de braços abertos esperando a sua manifestação de cidadania. Deixem os militares em paz. Eles estão alerta.
 José Batista Pinheiro – Cel Rfm EB

COMISSÃO DA VERDADE, A ARAPUCA.

Comissão da Verdade termina com pedido de julgamento de militares e fim da PM

Do UOL, em Brasília

Relatório da Comissão da Verdade mostra centros de tortura e relatos de vítimas45 fotos

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Planta da Casa da Morte desenhada pela presa Inês Etienne Romeu em 18 de setembro de 1971.O tenente-coronel Paulo Malhães, à época capitão de cavalaria lotado no CIE, era um dos coordenadores da Casa da Morte Leia mais Reprodução/CNV
 

Após mais de dois anos de funcionamento, a Comissão da Verdade chega ao fim nesta quarta-feira (10) tendo detectado "graves violações aos direitos humanos" cometidas de 1946 a 1988. Para evitar a repetição de tais atos, "assegurar sua não repetição e promover o aprofundamento do Estado democrático de direito", o documento final da comissão encaminha 29 propostas que devem ser adotadas pelo governo e por órgãos públicos.
A principal recomendação é que as Forças Armadas assumam responsabilidade, inclusive juridicamente, pelos atos cometidos durante os regimes militares. A comissão também quer o fim das polícias militares, a proibição de atos que comemorem o golpe de 64 e a revogação da Lei de Segurança Nacional. A revisão da Lei da Anistia, que chegou a ser cogitada pelos integrantes do grupo, não foi incluída no relatório.
A reportagem do UOL entrou em contato com o Ministério da Defesa, que responde pelas Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), mas o órgão federal informou que não se pronunciaria sobre o conteúdo do relatório. Por meio de sua assessoria de comunicação, a pasta informou ainda ter colaborado com os trabalhos da comissão desde a sua criação. Já os representantes do Clube Militar não foram localizados.
A lei de 2011 que criou a comissão já estipulava que seus integrantes deveriam encerrar os trabalhos com propostas e "recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliaçãoo nacional".
Das quase 30 recomendações, 17 são medidas institucionais, oito são iniciativas de mudanças de leis ou da Constituição e quatro são medidas para dar seguimento às ações da CNV. Segundo o grupo, foram recebidas 399 recomendações pelo site da CNV, e algumas delas foram incluídas no relatório. Há ainda recomendações específicas no volume 2 do relatório, onde existem capítulos temáticos sobre assuntos como perseguição a religiosos e a indígenas.

Medidas institucionais

Acesse o link abaixo e leia na íntegra.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/12/10/comissao-da-verdade-termina-pedindo-julgamento-de-militares-e-fim-da-pm.htm

IMPUNIDADE!

(Para a CNV e a ‘senhora’ que confessa se orgulhar do passado)
Aileda de Mattos Oliveira (9 dezembro de 2014)
26 de junho de 1968. Há quarenta e seis anos e seis meses, um atentado consumado por ativistas da VPR destroçou o corpo de um jovem e, psicologicamente, a sua família. Parceiros do COLINA, onde se acoitava e atuava na luta armada contra o Brasil a, hoje, presidente Dilma, eram todos apátridas, ateus, entreguistas.
Indigente intelectual e moral, servil a ordens externas, esses três aspectos já embargariam o seu acesso à dirigente da Nação, caso o Brasil tivesse instituições sadias e cônscias, e povo instruído e participante.
Alma sinistra, nunca se sensibilizou com a dor que atingiu pais e irmãos do jovem vitimado pela ideologia macabra, sua religião. Explica-se, assim, a sua afinidade com terroristas que defendeu num irresponsável discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU.
O atentado ceifou a vida do soldado do Exército que cumpria sua missão de sentinela no QG do II Exército. Foi, na certa, contabilizado como mais um alvo atingido na trajetória de destruição do País, em que esta criatura se iniciou há mais de quatro décadas.
Niilista, aprimorou-se nas prioridades que a sua desvairada ambição pelo poder, objetiva. Visa, agora, à estratégia de terra arrasada, pela eliminação dos patrimónios jurídico e geopolítico da nação: a Constituição e a Soberania Nacional.
Lutava e luta pela implantação do miserável comunismo no Brasil, e ir pelos ares um jovem e transformá-lo em irreconhecíveis despojos, não passa, na sua visão conturbada, de mero acidente de percurso.
Incapaz, dissimula os fracassos de seu governo, como “vítima de torturas na ditadura militar”. Faz crer uma posição de destaque que nunca teve no seu grupo armado. Por isso, a parte da sociedade que lhe apontou o caminho da rua deseja que mostre, já, as sequelas, as tais “marcas heroicas conquistadas na luta pela democracia”.
Há uma diferença, gélida criatura, as marcas deixadas pelo fanatismo dos seus irmãos em credo ficaram expostas no chão, restos do soldado e cidadão Kozel, fotografadas, divulgadas, enquanto as suas permanecem ocultas pela mentira do fato.
À ‘Comissão da Fraude Comunista’ não interessa este nem outros casos fartamente divulgados nos jornais da época e, hoje, pelos meios virtuais. Mas o povo brasileiro, da parcela pagadora, começa a indagar como os seus parceiros foram sempre as únicas vítimas? Estranha que numa guerra só houvesse mortes do lado acusador, o mesmo que mantém omissos os meios de informação.
Mário Kozel Filho estava no lugar certo, cumprindo o seu dever de recruta. Terroristas tentaram invadir o QG com truculência. O muro foi a barreira; a fuga dos celerados não foi notada. O solidário soldado manteve a norma dos militares em situações similares: socorrer os feridos na camioneta, que logo explodiu. Recebeu em recompensa ao gesto humanitário a própria destruição.
Incompreensível é o Destino. Zomba das pessoas de bem. No poder, os criminosos de ontem. Indenizações, nos bolsos dos responsáveis pela morte horrível do militar. Mas, o Destino ignora detalhes.
Se houver alguém capaz de governar com DECÊNCIA este País, o nome de ‘Soldado Mário Kozel Filho’ terá que encimar o portal de uma escola pública de Ensino Fundamental, e os seus alunos serem ensinados que os comunistas agradecem com morte violenta a quem lhes estende a mão
 
Fontes: “A verdade sufocada”; “Orvil”.
(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)

Ai tem...


Interessante, esses imigrantes haitianos não trouxeram as famílias, não dá para desconfiar?

Não se vê nenhum raquítico, pelo contrário, todos com portes de soldados bem treinados.

Sei não hein!

Ai tem...

Será que eles não fazem parte do exército da UNASUL?

 Patriota (JBGuerra)
 
Foto de Rogério Pletz.


O choro da "presidenta" dói mais do que no coração da mãe do Tenente Alberto Mendes Junior?



Prezados
Será que o choro da "presidenta" dói mais do que no coração
da família e da mãe do Tenente Alberto Mendes Junior
que teve o crânio esfacelado pelo bando do Lamarca
no DIA DAS MÃES em 10 de maio de 1970.

 e lá encontrarão fotos, vídeos não só dos assassinados,
mas, dos feridos, sequestrados e torturados
pelos terroristas do mesmo bando
da Dilma Roussef.
Compartilhem no FACE.
Saudações
Ernesto Caruso 

Comento:
E Mario Kosel, outro assassinato cruel cometido pelos terroristas que hoje estão no poder, quanto pagaram a sua família de indenização e quanto estão recebendo de pensão? Temos ainda vivo Orlando Lovechio. Será que repararam o crime cometido contra ele, que inocentemente se encontrava no lugar errado na hora do atentado terrorista? Quanto será que ele recebeu de indenização e está recebendo de pensão pelos danos físicos causados por esses terroristas?

 
Mario Kosel Filho
 Orlando Lovechio