sábado, 27 de setembro de 2014

José Nêumanne: Lula se recusa, há sete meses, a colaborar com a Polícia Federal que investiga denúncias feitas em depoimento de Marcos Valério

 25/09/2014
 
Em sua coluna Direto ao Assunto, veiculada pela Rádio Jovem Pan, o jornalista José Nêumanne Pinto comenta o “finjo que não é comigo” do ex-presidente Lula, que prefere não colaborar com a delegada da Polícia Federal, responsável por investigar as denúncias feitas em depoimento do operador do mensalão à Procuradoria Geral da República.

“Papel de centroavante não é o de fazer gols”, de Fernando Gabeira

 27/09/2014
 
Publicado no Estadão desta sexta-feira
Dilma Rousseff não para de nos surpreender. Agora disse que o papel da imprensa não é o de investigar, mas, sim, divulgar as informações que produzem os órgãos do governo. Minha surpresa é maior ainda. Dilma apresentou a Lei de Acesso à Informação, depois de longo trabalho da Associação Brasileira do Jornalismo Investigativo.
A lei foi impulsionada pelo trabalho do jornalista Fernando Rodrigues, que sugeriu a criação de uma frente parlamentar, monitorou todas as reuniões da comissão da Câmara que analisou o projeto, organizou seminários e trouxe gente de vários países para falar sobre o tema. Por que tanto empenho dos repórteres na aprovação de uma lei de acesso? O próprio nome de sua entidade é uma pista que Dilma não poderia desprezar: jornalismo investigativo.

: VAIS DE MARINA ??????

  

Marina: Para fingir que não é política, a Protetora das Saúvas persegue o poder com a fantasia de retirante de butique

Escrito por Reynaldo Rocha 

 27 Agosto 2014

Marina escolheu o PSB por falta absoluta de opção. Continua apoiando petistas do Acre e do Rio de Janeiro.
Continua sem saber que economia é ciência e não slogan de sonháticos e pesadeláticos.

Um dia o prefeito da maior capital do país se definiu como alguém que não era de centro, nem de direita e nem de esquerda. Entendi que ele era de baixo.
Agora temos uma política profissional – sempre viveu disso – repetindo o discurso de Collor: cuidado com os políticos (os outros). O perigo maior é ela própria.
Messiânica, com ar de retirante de butique, seringueira de Brasília e acusadora de todos os que ousam discordar do que diz, Marina Silva faz lembrar o que de pior temos nestas terras tupiniquins: o antigo PT, dono de ética e das verdades. Deu no que sabemos. Difícil escolher entre o descaramento explícito e a desfaçatez silenciosa.
Uma escolha entre Dilma e Marina não é sequer um plebiscito. É uma roleta russa. Envolta em panos (caros) e echarpes (mais ainda), Marina se porta frente aos marineiros como guru a ser idolatrado. Concorda com tudo e não assume nada. Diz platitudes que, se não têm consistência, ao menos entendemos.
Entendemos?
Como uma madre Teresa do Acre, cultiva a figura que tenta ser uma Quixote de saias. Mesmo sendo um Sancho Pança famélico.
Não é contra nada. Mas sempre longe de ser a favor de algo, pois para ser a favor é preciso ter ideias.
Dizer-se sucessora de dois ex-presidentes é o cúmulo da prepotência. Quer ser a continuidade e oposição ao mesmo tempo. Quer ser herdeira sem ter sido aliada de um deles. Pelo outro foi usada e usou a imagem de pobres e nordestinos. Uma falta de vergonha e compostura que envergonha qualquer povo da floresta, da cidade ou do butequim.
Quem em sã consciência é contra a luz elétrica? Ter como programa o apoio à luz elétrica é tão assustador quanto pretender ser presidente e contar com quadros (que a Rede de Embalar Idiotas não tem) de outros partidos. Um ministério com Aloysio Nunes e José Dirceu? Com Álvaro Dias e Ideli? Todos irmanados em mantras matinais quando a salvadora e casta presidente adentrar qualquer ambiente?
Marina Silva é um engodo. A Rede sabe disso. Eduardo Campos também sabia. O que ela tem de valioso são os votos de quem, sem entender o que diz, prefere uma frase com pé e sem cabeça a frases sem uma coisa nem outra, como as despejadas por Dilma. É pouco. Muito pouco.
Tancredo morreu e herdamos Sarney. Eduardo deixou essa coisa amorfa e arrogante que se julga a nova dona do Brasil
Triste destino nos tem dado a Velha Senhora. Joga com a vida e morte escolhendo o absurdo para além da morte em si.
Marina escolheu o PSB por falta absoluta de opção. Continua apoiando petistas do Acre e do Rio de Janeiro. Continua sem saber que economia é ciência e não slogan de sonháticos e pesadeláticos.
Continua a criar uma seita, que neste início é ainda mais sectária que o PT.
Acha que em se plantando tudo dá, mesmo que seja no quintal das casas dos protegidos pela falta de estrutura. Não enxerga o agronegócio. Assim como o idiotizado Suplicy (isso explica a amizade que os une) é monotemática. Alguém se lembra de UMA ÚNICA palavra de Marina sobre a saúde e os médicos cubanos? Ou a agressão a Yoani Sanches? Política fiscal? Inflação? Política de desenvolvimento da indústria? Agências reguladoras? Sobre os 39 ministérios e Ali Lula Babá? Sobre a amante Rosemary? Sabe-se o que ela pensa sobre política externa? Infraestrutura? Exportações? Política de emprego e renda?
São detalhes para os marineiros. Na visão tacanha desse grupo, que lembra antigos bandos de hippies em Arembepe, mais importantes são os povos da floresta, a plantação de mandioca e a sustentabilidade que NUNCA foi explicada com clareza.
Marina é insustentável. Insuportável. Despreparada. Fruto de um destino cruel com Eduardo Campos. Dona da verdade. Aproveitadora de partidos e lutas que não são dela.
Marina é – esta sim – um Collor repaginado.
O Caçador de Marajás saiu do Planalto a pontapés do Planalto (aliás, onde estava Marina naquela época?). Quem está tentando entrar é a Protetora das Saúvas, uma praga que agora age em rede.

Publicado na coluna de Augusto Nunes.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

OS POSTES

Maria Lucia Victor Barbosa
 25/09/2014
No meu primeiro livro, O Voto da Pobreza e a Pobreza do VotoA Ética da Malandragem, editado por Jorge Zahar, escrevi:
“É necessário que o candidato em seus discursos aborde problemas cotidianos e use uma retórica exaltada, eivada de ideologia cabocla de justiça social, pois é necessário ressaltar a diferença entre ricos e pobres e clamar por vingança contra os que no momento ou no passado não conseguiram satisfazer as aspirações populares”.
Focando na figura de Lula da Silva compreende-se que foi graças a tais artimanhas que ele, na quarta tentativa, chegou lá. De um lado agradou a maioria composta pela pobreza. De outro, convenceu aos que depois chamou de “zelite”, que não ia mexer no mercado ou desagradar banqueiros, empreiteiros, grandes empresários. Aquela linguagem revolucionária de esquerda era só de brincadeirinha.
No poder Lula deu migalhas aos pobres e agiu como “coronel”, daqueles do “voto de cabresto”. Aos ricos proporcionou lucros inimagináveis e eles, agradecidos, sustentaram suas campanhas e a de seus companheiros. A classe média, onde entre outras categorias se inserem artistas, intelectuais, universitários, profissionais liberais que costumam ostentar ser de esquerda, Lula provocou aquele embasbacar pueril que faz a alegria dos demagogos.
Lula fez da presidência da República seu palanque de politicagem no qual achincalhou a língua pátria e se deliciou ao utilizar pesada retórica onde não faltaram palavrões, impropriedades e estultices. Louvado pela obra de ficção descrita pelo marketing como o Brasil transformado em paraíso reinou absoluto sem nenhuma oposição, quer partidária, quer institucional.
O saldo do seu longo período é a herança maldita que se sente no caos econômico, na corrupção presente em escândalos que permearam seus oito anos de governo, mais os quase quatro de Rousseff em que ele foi o presidente de fato.
O último e mais estrepitoso escândalo está sendo escancarado pelo detento, Paulo Roberto da Costa, ex-diretor da Petrobrás, o companheiro Paulinho. Na tentativa de diminuir sua pena, Paulo Roberto está mostrando que se roubou não em milhões, mas em bilhões e dá nome aos poderosos que se locupletaram, sobretudo, aos companheiros do PT e aos amigões do PMDB e do PP. Lula e Rousseff durante anos não viram nada, não souberam de nada e se alguma coisa houve a culpa foi dos Estados Unidos, de Fernando Henrique e da crise internacional.
Mantém ainda Lula o mesmo poder? Seu primeiro poste, a criatura Rousseff, é um retumbante fracasso e tem conduzido o Brasil à bancarrota. Seu segundo poste, Fernando Haddad, eleito por Lula prefeito de São Paulo, tem uma das piores avaliações entre os prefeitos de todo o país. O terceiro poste, o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, amarga o último lugar na campanha ao governo de São Paulo.
  O teste das urnas, que inclui outros candidatos do PT Brasil afora mostrará se Lula continua poderoso ou não. Para alegria dos petistas pesquisas do momento estão dando esperança ao PT, que estava sentindo medo. O chamado escândalo do pretrolão que fez empalidecer o mensalão não sensibilizou o povo. Inflação acelerada junto com inadimplência, indústria afundando, piora no emprego, o Brasil entrando em recessão, nada disto é notado pelos eleitores que continuam otimistas.
Se os brasileiros não ligam mais para seu bolso, que como dizem é a parte mais sensível do corpo, seria difícil imaginar a maioria assistindo ou entendendo a recente entrevista concedida por Rousseff ao Bom Dia Brasil. Naquela ocasião a governanta esbanjou prepotência, cinismo e total ignorância de dados do seu próprio governo e do panorama internacional.
A última da governanta se deu na ONU, dia 23, antes de seu discurso de autoelogio feito na abertura do evento. Não se sabe se por inspiração de Lula da Silva, que sempre defendeu a pior escória mundial ou se por instrução do chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, Rousseff se posicionou contra os Estados Unidos e aliados, e a favor do Estado Islâmico. Uma aberração diplomática capaz de matar de vergonha os brasileiros que têm informações e senso das medidas.
De fato, com bem disse uma autoridade israelense, somos um anão diplomático. Afinal, apoiamos terroristas fanáticos cujas ações contra os que consideram infiéis são a degola, a crucificação, o enforcamento, o estrupo, a flagelação e o apedrejamento de mulheres. A governanta certamente ignora que pelas leis do IE é uma infiel e, que por isso, merece perder literalmente a cabeça ou no mínimo ser obrigada a usar burca.
Diante de tantos descalabros e ao ver o poste Rousseff subindo nas pesquisas, a pergunta a se fazer não é mais que país é esse, mas que povo é esse, que não se envergonha da incompetência e da corrupção internas e da repulsiva política externa. A resposta estará contida no teste de poder de Lula quando as urnas mostrarem os resultados.
Maria Lucia é socióloga.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

"É preciso restabelecer a decência no Brasil", diz FHC




Por Reinaldo Azevedo
Por Luís Lima, na VEJA.com
Em almoço com empresários promovido pelo Grupo Lide nesta segunda-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) cobrou responsabilidade do governo federal em relação aos escândalos de corrupção na Petrobras. O ex-presidente manifestou indignação com as denúncias envolvendo diretores e partidos políticos — e a indiferença do governo federal em relação ao material revelado pela imprensa. “Ou (o governo) é conivente ou é incompetente”, disse o ex-presidente. “(O governo) Tem de ser cobrado, pela razão de que é preciso restabelecer a decência do Brasil. Acredito na decência da presidente Dilma Rousseff, mas isso não a exime de sua responsabilidade”, disse.

Questionado sobre possível apoio do PSDB a Marina no segundo turno, caso o tucano Aécio Neves não avance na disputa, FHC desconversou: “Uma coisa aprendi na política. Cada passo na sua hora. E o passo agora é Aécio”, afirmou. Depois de recuar ao longo do mês de agosto, o candidato tucano vem recuperando pontos nas pesquisas de intenção de voto. No últimolevantamento do Datafolha, Aécio tinha 17% das intenções, diminuindo a distância em relação á segunda colocada, Marina Silva, que se manteve com 30 pontos.

FHC também aproveitou a oportunidade para alfinetar Dilma Rousseff. Ele lembrou as críticas que a candidata à reeleição fez de que o governo FHC quebrou duas vezes por causa de ter pedido empréstimos ao Fundo Monetário Internacional (FMI). “Dilma não sabe economia, por isso que não foi doutora pela Unicamp”, disparou.

O ex-presidente voltou a criticar o conhecimento de Dilma na área econômica. Questionado sobre a fala da presidente de que o Brasil não cresce tanto por conta do cenário de desaceleração da atividade econômica dos Estados Unidos, dada em entrevista à TV Globo na manhã desta segunda, ele afirmou: “Os EUA já estão se recuperando. Há cinco anos os EUA vão para frente e o Brasil vai para trás. Não sei como Dilma é economista”, rebatou.

Segundo FHC, o Brasil está, aos poucos “perdendo o rumo”, ou seja sua “visão estratégica”, e que o país já não sabe mais onde está. “No âmbito da política externa, perdemos a noção de que pertencemos a um lado, do Ocidente. Hoje, o país não sabe onde está”, afirmou. “Escolhemos o ‘sul’, mas não tem razão para escolher ficar de um lado só. Esquecemos o Ocidente e fomos nos isolando”, afirmou, exemplificando sua fala com a falta de acordos comerciais do Brasil. Ainda de acordo com FHC, hoje há um “mal marketing” por parte do governo, que pinta um cenário perfeito”O governo cria uma ilusão de que está tudo maravilhoso”, concluiu.

Para tentar recuperar espaço na corrida, o PSDB tem lançado mão do discurso de indignação, sobretudo em relação aos acontecimentos envolvendo a Petrobras e outros escândalos de corrupção no governo. Sobre isso, o ex-presidente disse que é preciso dramatizar alguns fatos para que a população entenda o que está acontecendo no âmbito do poder. “O que acontece na Petrobras é passível de dramatização. Ela exemplifica o que acontece em muitos outros lugares (da política). A gente, que está informado da vida pública, sabe disso. Então é preciso mais indignação”, disse.

Para o ex-presidente, ou o Brasil passa a limpo casos como o da estatal, ou os mesmos erros se repetirão no futuro. “Pessoalmente não gosto de atacar ‘A’, ‘B’ ou ‘C’, mas é o Brasil que está em jogo. Houve um assalto aos cofres públicos”, disse. Segundo ele, os recursos desviados da estatal estão sendo usados, no mínimo, para fins político-partidários, e, na pior das hipóteses para fins pessoais. Ele lembra que Dilma foi presidente do conselho da Petrobras e ministra de Minas e Energia e disse que ela também deve se mostrar indignada com o caso. “Tem que apurar, se não passa para história uma dúvida”, finalizou.

Em coletiva após o evento, FHC foi questionado sobre a importância da “dramatização” no discurso, como forma de captar a atenção do eleitor. “Não sou marqueteiro, eu não sei. A dramatização é um modo de comunicação, que é importante”, afirmou, usando como exemplo a resposta de Marina ao PT sobre um possível fim do Bolsa Família. Em propaganda veiculada desde a semana passada na TV, a candidata falou sobre ter passado fome quando criança. “Por que o Aécio não pode também? Pode!”, disse.
22/09/2014

NÃO UMA, MAS QUARENTA RAZÕES PARA NÃO VOTAR EM MARINA SILVA




1-É e sempre foi socialista

2-Foi criada no PT

3-Antes de se filiar ao PT Marina era integrante do PRC (Partido Revolucionário Comunista), uma organização política clandestina, de orientação marxista, mais extremista do que o PT

4-Foi fundadora da CUT no Acre

5-Foi ministra de Lula e conivente com diversos desmandos do PT

6-Marina fala muito sobre ética, mas estava no PT durante o Mensalão (2005 e 2006) e permaneceu no PT mesmo após o estouro do escândalo na mídia.

7-Só saiu do PT em 2009, por interesses próprios, i.e., para concorrer à presidência pelo PV em 2010

8-Seu partido, o PSB, cuja sigla significa Partido Socialista Brasileiro, é de extrema esquerda

9-O PSB é membro ativo do FORO DE SÃO PAULO, a maior desgraça presente na América Latina, depois do regime cubano, e que deseja transformar essa América num “paraíso” socialista.

10-O PSB historicamente foi aliado do PT, desde a década de 1980 e só “deixou” a base aliada do governo Dilma em setembro de 2013. Dando indícios de “estratégia das tesouras” com o PT para tentar diminuir os votos do PSDB

11-O PSB também tem condenados no Mensalão. O Deputado Romeu Queiroz(PSB – MG) é um exemplo disso.

12-Se diz cristã, mas quer convocar um plebiscito para discutir o ABORTO

13-Se diz cristã, mas quer convocar um plebiscito para discutir a legalização da maconha

14-Marina posa de ecologista, mas não passa de uma ECOTERRORISTA, um dos habitats naturais das viúvas do Comunismo Clássico falido, que não passa de ideologia marxista travestida de “Defesa do Meio Ambiente”

15-Marina apoia ONGs ecoterroristas como o Greenpeace que incute pânico nos leigos, com profecias catastróficas, apenas para forçar mais concentração de poder e recursos nas mãos do Estado e destruir o estilo de vida vigente, ou seja, o sistema capitalista

16-Seu marido, Fábio Vaz de Lima, continuou como secretário da SEDENS do Acre (Estado há 16 anos nas mãos do PT) mesmo após o início da campanha eleitoral e ele só pediu exoneração do cargo em 19/08/2014

17-Não conseguiu gente suficiente para criar o “seu” partido e agora quer administrar o Brasil?

18-Se diz defensora dos mais pobres, mas sua campanha é coordenada por uma das herdeiras do Banco Itaú, maior banco privado do país, e com uma dívida em impostos federais da ordem de 18 BILHÕES DE REAIS

19-O eleitores típicos de Marina Silva são, em sua maioria, o jovens idealistasou o membros da elite que flerta com a esquerda “festiva” também conhecidacomo esquerda “caviar

20-Marina Silva é a personificação da esquerda “caviar”. Prega vida simples e sustentável aos outros, mas costuma voar em luxuosos (e poluentesjatinhos de milhões de dólares.

21-Enquanto ministra de Lula atravancou o desenvolvimento do agronegócio

22-Seu marido está envolvido no caso Usimar, que envolve 40 pessoas em suposto desvio de R$ 44,2 milhões da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia para a construção, em São Luís, no Maranhão, de uma fábrica de autopeças que nunca saiu do papel.

23-Marina posa de super ambientalista, mas seu marido (de novo!) está sendo investigado sobre envolvimento em um desvio milionário de madeira clandestina

24-Se diz cristã evangélica, mas é adepta da Teologia da Libertação, que de Evangelho não tem nada. Não passa de um sincretismo tosco entre bíblia e marxismo

25-É pupila de Leonardo Boff, um dos expoentes da Teologia da Libertação, que dentre tantos disparates (além de tentar conciliar Cristianismo e Marxismo, acusa Israel de usar “métodosnazistas contra os palestinos”)

26-O vice de Marina, Beto Albuquerque (PSB), que também se diz cristão é a favor do casamento gay.

27-Marina se diz ambientalista, mas seu vice, Beto Albuquerque, teve as duas últimas campanhas financiadas por dois gigantes do agronegócio (Celulose Rio-grandense e a Klabin). No Congresso, ele defendeu leis que atendiam a interesses do segmento, a que Marina e outros ambientalistas tanto criticam

28-Marina se diz a favor do desarmamento, mas seu vice, Beto Albuquerque, teve campanha financiada pela Taurus (uma das maiores fabricantes de armas do Brasil)

29-Marina Silva defendeu o MARCO CIVIL DA INTERNET, que trouxe a censura à rede

30-Marina Silva é a favor do Decreto 8.243, o decreto bolivariano que Dilma e o PT querem fazer vigorar a todo custo e aparelhar ainda mais o Estado com pelegos do MST, MTST, CUT, Movimento Passe Livre e afins

31-Marina Silva apoia os bandidos do MST, que na base da violência tem como único objetivo abolir a propriedade privada rural, chamando isso de “reforma agrária”

32-O MST apoia a campanha de Marina Silva

33-Marina Silva é amada pelos ecobobos globalistas, que pregam que a “Velha Ordem Mundial” de soberania das nações é um modelo ultrapassado que deve ser substituído por um governo global, acima das nações

34-O “desenvolvimento sustentável” que Marina defende se trata, grosso modo, de aplicar leis supranacionais cujo conteúdo é ditado por aquilo que a ONU pensa ser melhor para o mundo. O que não passa na realidade de afrontas à soberania nacional

35-Marina Silva, sempre apoiou o governo de Tião Viana (PT – Acre), o mesmo envolvido em inúmeros escândalos e, mais recentemente, na “desova” em São Paulo dos refugiados haitianos que estavam no Acre

36-Coordenador do programa de governo de Marina e do PSB, Mauricio Rands, era parte da base aliada durante o escândalo do Mensalão. Aliás, ele foi testemunha de José Dirceu no processo do Mensalão

37-Marina Silva vende uma imagem de “novidade”, de “uma novo forma de fazer política” mas seu histórico mostra o oposto. Diante de todos os escândalos do PT, com os quais ela foi no mínimo conivente, Marina representa a mais lastimável e velha política brasileira

38-Marina Silva defende o PT contra toda e qualquer acusação de ligação com asFARC, mesmo diante da confirmação de Raúl Reyes (um dos líderes das Farc) que tinha ligações com Lula

39-O avião que transportava Eduardo Campos no fatídico acidente, no qual Marina viajou diversas vezes em campanha, até agora “não tem dono”

40-Na criação de seu partido REDE SUSTENTABILIDADE, Marina falou muito sobre ética e combate à corrupção, como o PT de antigamente, mas tem entre seus membros políticos envolvidos no escândalo do bicheiro Carlos Cachoeira. Dois exemplos disso são Elias Vaz de Andrade e Martiniano Pereira Gonçalves Neto, ambos de Goiás.

19 de setembro de 2014
in blog do navarro

NOTA: As razões para não votar em Dilma são tantas e tão conhecidas que dispensa enumerá-las...

Vou citar apenas uma: Os brasileiros não reconhecem Cuba como modelo a ser seguido!

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