quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

DILMA E O APAGÃO

QUE CARA DE PAU!

CÍNICA E MENTIROSA!

SueliGuerra

video

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

BANDEIRA DO BRASIL

Carvalho Branco

Já não me lembro de ouvir à praça,
canto de amor, versos, oração...
somente vejo que quem por ela passa,
nem ao menos sabe ser cidadão...
Por muitos anos,
nela havia um mastro,
mas nem resquícios dos velhos panos...
por tanto tempo, ele foi apenas astro
já tão sem brilho e sem valor
e da madeira, nem se sabia a cor...
Talvez fosse de ferro ou de aço...
só sei que hoje, quando por ela passo,
nem mais o vejo erguido,
embora velho e carcomido...
Da antiga Praça da Bandeira,
não mais existe na lembrança,
nem mais de seus degraus à beira,
a sombra de nossa bandeira,
a imagem fugidia
de um auriverde pano colorido,
que o soldado na guerra defendia,
com mais vigor que a própria vida...
Em mim, porém, resta-me a esperança
de que passe a tempestade
e logo chegue a bonança...
de que nos homens do governo
prevaleça a idoneidade
e que se chegue a bom termo
no que se refere à cidade...
E quando assim eu suplico,
o futuro mirífico...
e que em madeira de lei,
novo mastro na praça se instale,
em pedestal, como um rei...
enquanto o povo ali ore e fale,
numa forte exaltação
à nossa insígnia e brasão,
à nossa Bandeira Brasileira!...

Mais vale um tucano à mão...

cos de Paula/A
Risinho aqui, alfinetadinha acolá e muito jogo de cena depois, sobrou só um tucano para alçar o voo mais alto. Aécio Neves, que começou o ano arrastando caminhões de apoio às suas pretensões de candidato à Presidência da República, foi, devagarinho, colocando o nome em cima do telhado. Primeiro pressionou pelas prévias até outubro, depois aceitou postergar a data e mais tarde desistiu da consulta. Por fim, anunciou a retirada da pré-candidatura, deixando o caminho livre para Serra, hoje o mais que virtual candidato do PSDB. A pergunta que agora ecoa nas hostes tucanas é: aceitará Aécio ser vice de Serra, carregando consigo um dos mais altos índices de aprovação registrados por um governador e uma miríade de votos do segundo maior colégio eleitoral do país? Para convencer o colega de Minas Gerais a formar o que analistas consideram ser a chapa de oposição imbatível, o governador de São Paulo terá de gastar mais do que o seu latim – terá de oferecer um caminho para Aécio ganhar musculatura nacional e, assim, viabilizar-se para se candidatar finalmente à Presidência. De preferência, em 2014...

VEJA - 26/12/2009

Balançou, mas não caiu

Lula Marques/Folha Imagem

Foram três meses de denúncias sucessivas, uma mais cabeluda do que a outra, mas nada conseguiu fazer José Sarney desgrudar da cadeira. Auxiliado pela proverbial incapacidade dos políticos de enrubescer, e pelo braço amigo do PT, o presidente do Senado aferrolhou-se ao cargo a despeito dos seguintes episódios: a divulgação da existência de centenas de atos secretos no Senado; a descoberta de que esses atos incluíam a nomeação de quatro parentes seus; a revelação, feita por VEJA, de que ele mantinha uma conta secreta no exterior; a notícia de que havia recebido auxílio-moradia mesmo tendo casa em Brasília (que, aliás, não constava da sua declaração de bens); e a denúncia de que a Fundação José Sarney havia desviado dinheiro de um convênio com a Petrobras. Tamanha quantidade de descalabros teve final feliz só para os envolvidos: Sarney considerou as denúncias uma "falta de respeito" para com ele, no que foi prontamente apoiado pelo presidente Lula ("O Sarney não pode ser tratado como se fosse uma pessoa comum"). Ato contínuo, todas as denúncias foram arquivadas no Conselho de Ética do Senado e, embora parte delas esteja sendo investigada pela polícia, nenhuma até hoje deu em nada. O cacique balançou, balançou, mas não caiu.

VEJA- 26/12/2009

Mais festa do que resultado

Inaugurações pomposas escondem sob o tapete o atraso
de obras prometidas para a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016

Ronaldo Soares

Fotos Rafael Andrade/Folha Imagem; Felipe Dana/AP
Ritmo de Carnaval
Cabral e Lula no metrô de Ipanema e favela ocupada: cronograma apertado


Em sua preparação para receber jogos da Copa do Mundo de 2014 e sediar a Olimpíada de 2016, o Rio de Janeiro tem como principal desafio resolver problemas crônicos em transporte e segurança pública. Está precisamente aí a explicação para o estardalhaço que cerca qualquer anúncio e, principalmente, qualquer inauguração relacionada a essas duas rubricas. Na semana passada, o próprio presidente Lula esteve no Rio para inaugurar a mais nova estação de metrô da cidade, em Ipanema. Foi o fim de uma novela que durou vinte anos – tempo decorrido desde a abertura do primeiro canteiro de obras, durante o governo Moreira Franco (1987-1991). Agora, o que se quer saber é quando sairá do papel o metrô até a Barra da Tijuca. Prevista para ser concluída até a Olimpíada, a obra não conta sequer com recursos garantidos para começar. Dois dias depois da abertura da Estação de Ipanema, foi a vez de o governo do estado lançar mais uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), projeto de ocupação permanente em favelas onde quem mandava eram os traficantes de drogas. É mais um passo num projeto de bons resultados. No conjunto, entretanto, a cidade ainda está longe de equacionar o drama da segurança pública. Olhando-se o cronograma das intervenções necessárias para os Jogos de 2016 e, principalmente, para a Copa, o que se nota é uma lentidão preocupante. E não apenas no Rio.

Em 2009, nenhuma das doze cidades que vão sediar jogos da Copa cumpriu o que estava definido inicialmente em relação aos estádios de futebol. As licitações para construções e reformas atrasaram, e as obras, que deveriam começar até fevereiro de 2010, estão sendo reprogramadas. O Maracanã, por exemplo, que deveria ser fechado no início do primeiro semestre para reformas, só entrará em obras para valer a partir de setembro. No quesito segurança pública, a maior dificuldade é conseguir policiais em número suficiente para o principal projeto do governo no combate à violência. As UPPs consistem em expulsar os traficantes das favelas e manter a polícia em caráter permanente no local para impedir o retorno dos bandidos. Os policiais destacados para a missão são todos recém-formados – cuidado que se adotou para evitar que PMs mais antigos, e eventualmente envolvidos em corrupção, pusessem o trabalho a perder.

Criado há um ano, o projeto mudou o panorama nas cinco favelas onde foi implantado até o momento. Traficantes não circulam mais com armas, as bocas de fumo pararam de funcionar e os bailes funk, normalmente usados para aumentar a venda de drogas, foram proibidos. Na semana passada, mais uma UPP foi inaugurada e outra começou a ser implantada em quatro favelas da Zona Sul do Rio. Com elas, serão nove favelas atendidas até hoje. O problema é que, das mais de 1 000 existentes no Rio de Janeiro, quase metade está sob o domínio de bandidos – traficantes ou grupos conhecidos como milícias. O governo acertou ao adotar a estratégia de desencastelar os bandidos. A questão agora é saber se terá fôlego para continuar ampliando o projeto até 2016. O deputado Silvio Torres (PSDB-SP), autor de um projeto que estabelece normas para acompa-nhamento e fiscalização das obras da Copa e da Olimpía-da, alerta para os prazos. Diz ele: "Não sabemos quando as coisas vão realmente começar a sair do papel. Não custa lembrar que os atrasos na organização dos Jogos Pan-Americanos provocaram um festival de problemas".

VEJA - 26/12/2009

"Uma chapa formada por José Serra e Marina Silva ...



Diogo Mainardi

"Uma chapa formada por José Serra e Marina Silva embaralharia
a campanha de 2010, pegando o PT no contrapé e enterrando
de vez a desastrada candidatura de Dilma Rousseff"
Os dois juntos, na mesma chapa. Quem? José Serra e Marina Silva. Isso mesmo: José Serra, presidente, e Marina Silva, vice-presidente.

A ideia ainda é embrionária. Só é debatida no interior de um grupelho do PSDB. Mas ganhou impulso na semana passada, depois que Aécio Neves renunciou à candidatura presidencial e assoprou para a imprensa petista que rejeita terminantemente uma vaga de vice-presidente na chapa de José Serra - a chamada chapa puro-sangue. Apesar de todos os apelos do PSDB, Aécio Neves repetiu aos seus interlocutores que pretende candidatar-se ao Senado e dedicar-se integralmente à campanha para eleger seu sucessor em Minas Gerais, Antonio Anastasia.

Uma chapa presidencial formada por José Serra e Marina Silva - a chapa cabocla ou, melhor ainda, a chapa mameluca - embaralharia a campanha de 2010, pegando o PT no contrapé e enterrando de vez a desastrada candidatura de Dilma Rousseff. O plano petista de contrapor Lula a Fernando Henrique Cardoso - o único atributo que, depois de muito empenho, os marqueteiros conseguiram arrumar para Dilma Rousseff - iria para o beleléu, considerando que Marina Silva, por mais de cinco anos, também fez parte do governo Lula. E a impostura bolivariana de que o PSDB defende o interesse dos ricos e o PT defende o interesse dos pobres seria imediatamente desmascarada. Em matéria de pobreza, ninguém pode competir com Marina Silva.

José Serra e Marina Silva saíram do armário duas semanas atrás, em Copenhague, na COP15. Um elogiou o outro, um apoiou as propostas do outro. Eles conseguiram até deter o aquecimento global, congelando o Hemisfério Norte e matando de frio algumas dezenas de poloneses. José Serra já está com a campanha presidencial pronta. O que ele representa é a "continuidade sem continuísmo". Para o eleitorado, ele manterá as conquistas de Fernando Henrique Cardoso e de Lula, e ainda poderá dar um passinho adiante. Apesar de atemorizar os banqueiros, José Serra é capaz de sossegar o lulista mais conservador. Se Marina Silva concordasse em se unir a ele, sua candidatura ganharia também um aspecto mais moderno, um caráter mais inovador.

Marina Silva, por outro lado, como candidata a vice-presidente poderia dar um sentido prático à sua plataforma ambiental, coordenando essa área no futuro governo José Serra. Reinaldo Azevedo, em seu blog na Veja on-line, disse que Marina Silva, mais do que candidata a presidente, é candidata a santa. Cruzei com ela recentemente e confirmo: ela levita. Elegendo-se na chapa de José Serra, ela teria a possibilidade de, finalmente, voltar a pisar no chão.


Veja - 26/12/2009

O FILME DE LULA, O FILHO DO MAL



sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Por Ipojuca Pontes, do Site Mídia Sem Máscaras

Basta conferir: com Lula no poder o Brasil tornou-se, de forma premeditada, um dos países mais corruptos do mundo, onde a população se deixa escravizar seis meses ao ano para, entre outras mazelas, financiar o incontrolável aparelhamento da máquina pública, a bilionária propaganda enganosa, os “movimentos sociais” criminosos, as incontáveis Ongs parasitárias, o fausto palaciano, os partidos políticos de aluguel, programas sociais fraudulentos, etc., para não falar no enriquecimento súbito e milionário de amigos e familiares – tudo a funcionar com a precisão de um cronômetro suíço, como de resto recomenda a boa prática do “socialismo democrático”.

Como conseqüência desta escalada para “a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, que se esmera no cultivo da moral revolucionária, cujo objetivo é solapar os alicerces da cultura ocidental e da ética cristã (não matar, não mentir, não roubar…), a nação se agiganta num convívio de irmão siamês com o narcotráfico, o tráfico de armas, os escândalos diários e os incessantes assaltos aos cofres públicos - tudo no reboque de um judiciário politizado e de um aparato policial, salvo hiato, contaminado pela moralidade criminosa dos Donos do Poder.

Pois bem: é neste clima de diluição moral e de completa mistificação ideológica, no qual o cidadão indefeso precisa ser logrado a todo custo, que vai ser lançado em 2010, ano das eleições presidenciais, “Lula – o filho do Brasil”, o “negócio de ouro” de Barreto, uma indisfarçável peça de propaganda a serviço do culto à personalidade.

Quem dúvida?


“O cinema está no ramo da prostituição” – Ingmar Bergman
Numa noite de junho de 2005, Zé Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo petista, considerado pelo procurador-geral da República como o chefe da “Quadrilha Organizada” operante no Planalto, reuniu-se em ambiente domiciliar, no Rio de Janeiro, com representantes da “classe artística”, entre eles o lobista Luiz Carlos Barreto, o ariete-mor do cinema caboclo.

A tropa de choque do cinema, como sempre à cata de privilégios e regulamentações coercitivas, queria, com urgência, maior volume de verbas públicas para tocar a cornucópia da fortuna. O clima era de tensa expectativa. Depois da choradeira de praxe, o chefe da Casa Civil - logo depois varrido do cargo por força das denúncias do deputado Roberto Jefferson - arregaçou as mangas e encarou friamente a platéia ansiosa. Só então, dedo em riste, foi incisivo na sua convocação para fazer do cinema um ativo instrumento da propaganda oficial. Disse ele:

- “Organizem-se e cheguem a nós”.

O ex-guerrilheiro (sem guerrilha) não precisava chegar a tanto, afinal todos ali presentes não tinham outra intenção senão servir ao governo Lula, mas LC Barreto, cobra criada nos pântanos pouco ortodoxos de “O Cruzeiro” do “Dr. Assis”, captou a mensagem. E logo após o interregno de alguns filmes sem o menor apelo, “matou no peito” a produção cinematográfica que ele, rápido no gatilho, transformou num “negócio de ouro”: “Lula – o filho do Brasil”, melodrama adaptado da “biografia autorizada” de Denise Paraná (assessora política de Lula na campanha contra Collor, em 1989), publicada pela Fundação Perseu Abramo, organismo criado pelo PT para dar suporte ideológico (marxista) aos “companheiros de luta” e lavar a cabeça dos “inocentes úteis” em âmbito universitário – está implícito, também com apoio das generosas verbas públicas.

Como por milagre, aos 80 anos, o lobista Barreto tinha em mãos, para abrir os cofres bilionários da Ambev, Odebrechet, Embraer e das grandes empresas nacionais, todas dependentes da boa e má vontade de Lula, a chave-mágica da “comovente história de um menino miserável do Nordeste que chegou à presidência da República” (depois de passar, já se vê, pela escola matreira do sindicalismo vermelho).

A primeira tarefa de LC Barreto ao levantar o esquema foi anunciar o orçamento daquele que se diz ser o “mais caro filme brasileiro de todos os tempos”. Numa conta de chegar sempre elástica - sobretudo quando se trata de levar à tela a vida de presidente de um “Estado forte”, em pleno gozo das funções -, de início a produção de Barreto foi orçada em R$ 12 milhões, em seguida revista para R$ 16 milhões, e logo depois elevada para R$ 17 milhões e R$ 18 milhões – sendo muito provável que “Lula, o filho do Brasil”, quando do seu lançamento no ano eleitoral de 2010, ultrapasse a casa dos 30 milhões de reais, pois, como o lobista gosta de afirmar, é um “sujeito que pensa grande”. (De fato, com o dinheiro que já arrastou dos cofres públicos para fazer cinema, desde os tempos da Embrafilme dos militares, desconfio que o lobista, se quisesse, poderia construir não sei quantos palácios da Alvorada, embora tenha “pipocado” na hora de comprar o espólio da estatal do cinema).

Um articulista de “O Globo”, Zuenir Ventura, comunista light sempre a serviço da patotagem cinemanovista, escreveu que o melodrama de Barreto, em fase de acabamento, “mexe com a emoção e vai encharcar o cinema de lágrimas”. Sobre isto, tenho poucas dúvidas: o apelo emocional do relato de mãe e filhos menores sobrevivendo em meio à miséria, se tratado com o mínimo de talento, sempre rende um bom caldo. (Sem esquecer que o infatigável Barreto, se quiser, ainda pode avançar com apetite de hiena em cima do “tíquete cultural” recentemente anunciado pelo Minc, outra prodigalidade fiscal criada pelo governo, capaz de atrair para o seu “negócio de ouro” filas de milhões de lacrimejantes).

No entanto, devo ponderar ao leitor que, por si só, o fato de Lula ter sido retirante não explica sua ascensão política: uma coisa é o Luiz Inácio criança sacolejando num pau-de-arara ou comendo o pão que o diabo amassou como engraxate nas ruas de Santos, e outra, bem outra, é o Lula sindicalista, figura disponível enfronhada até os ossos na catequese comunista das “eclesiais de base” do Frei Betto, Casaldáliga e D. Cláudio Hummes, ou o Lula ventríloquo emprenhado pela gororoba da pseudociência dos bem-remunerados marxistas da USP - uma gente na sua totalidade fanatizada pelo materialismo dialético, todos eles egressos de movimentos comunistas derrotados durante décadas pela vontade do povo brasileiro e dos milicos.

Sim, há um aspecto fundamental neste caldo biográfico que o “negócio de ouro” de Barreto na certa não irá distinguir, isto é: que o filho de Dona Lindu, o rapazote angustiado pela fome e pela incompreensão do mundo, nada tem nada a ver com o pivete que tomou o dinheiro do patrão para fazer hora extra e depois, sem trabalhar, mandou o patrão “tomar no cu”; ou com o operário ignorante, mas maleável que, conduzido por mãos comunistas, freqüentou cursilhos (na Alemanha Oriental, entre outras plagas) especializados no fomento ao ódio de classe; nem muito menos com o companheiro escolado, feito líder sindical com o apoio maquiavélico do General Golbery (mentor do contragolpe de 1964), a encher a cara de cachaça e tomar a grana de Murilo Macedo, o ministro do Trabalho da ditadura militar.

No prefácio do livro de Denise Paraná, o uspiano “utópico” Antonio Cândido (no parecer preciso de Oswald de Andrade, um “chato-boy”), citando outro comunista, o antropólogo Oscar Lewis, tenta explicar a existência de Lula-filho-de-D. Lindu e do Lula-agente-do-PT como uma transição natural da “cultura da pobreza” para a “cultura da transformação”, cuja síntese histórica será o advento do comunismo (“a sociedade na qual a distribuição dos bens seja pelo menos tão importante quanto a sua produção”, diz ele).

Conversa mole, trololó de acadêmico (fanático) para inocular o virus revolucionário na cabeça dos trouxas! Como qualquer observador pode vir a concluir, Lula e o PT (encarado como uma “quadrilha organizada” pelo que resta da efetiva consciência nacional) são produtos diretos do arreglo histórico, ainda hoje prevalecente no Foro de São Paulo, entre os intelectuais comunistas da USP, religiosos apóstatas da Teologia da Libertação e esquerdistas radicais envolvidos com o terror rural e urbano.

(Se o leitor quer detalhes, foi justamente um desses integrantes da elite intelectual comunista, remanescente da antiga “Esquerda Democrática” (PSB), o abastado Mário Pedrosa (trotskista histórico), que, interpretando a vontade dos pares, escreveu em 1978 a negligenciada “Carta a um operário”, convocando o sindicalista do ABC a urgir forças para fundar o Partido dos Trabalhadores, necessário, segundo ele, à materialização do “socialismo democrático”. Na verdade, não poderia ser de outro modo: esfacelada nos distintos campos de batalha, inclusive no da luta armada, restava à “inteligentsia” cabocla criar um preposto convincente para chegar ao poder e socializar o País).

Bem, em parte graças à permissiva “teoria da descompressão” de Golbery, quase trinta anos são passados desde a fundação do PT, e aqui estamos todos na ante-sala (melhor seria dizer, saloon) do reino fantasiado por Marx, Lenin, Gramsci, Mao e Fidel Castro. Nele, Lula, o filho “espiritual” de Betto, Candido, Pedrosa, Buarque e Carvalho (entre outros) labora, sem medir recursos, para destruir por dentro a “democracia burguesa”.

Neste período, o filho acalentado dos quatro Cavaleiros do Apocalipse (os componentes do arreglo acima enumerados e mais o poderoso exército da mídia comprometida com o feitiço revolucionário), feito presidente, tornou-se um animal político da mais baixa categoria, capaz de tudo e mais alguma coisa no propósito de criar “um outro mundo possível”.

Basta conferir: com Lula no poder o Brasil tornou-se, de forma premeditada, um dos países mais corruptos do mundo, onde a população se deixa escravizar seis meses ao ano para, entre outras mazelas, financiar o incontrolável aparelhamento da máquina pública, a bilionária propaganda enganosa, os “movimentos sociais” criminosos, as incontáveis Ongs parasitárias, o fausto palaciano, os partidos políticos de aluguel, programas sociais fraudulentos, etc., para não falar no enriquecimento súbito e milionário de amigos e familiares – tudo a funcionar com a precisão de um cronômetro suíço, como de resto recomenda a boa prática do “socialismo democrático”.

Como conseqüência desta escalada para “a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, que se esmera no cultivo da moral revolucionária, cujo objetivo é solapar os alicerces da cultura ocidental e da ética cristã (não matar, não mentir, não roubar…), a nação se agiganta num convívio de irmão siamês com o narcotráfico, o tráfico de armas, os escândalos diários e os incessantes assaltos aos cofres públicos - tudo no reboque de um judiciário politizado e de um aparato policial, salvo hiato, contaminado pela moralidade criminosa dos Donos do Poder.

Pois bem: é neste clima de diluição moral e de completa mistificação ideológica, no qual o cidadão indefeso precisa ser logrado a todo custo, que vai ser lançado em 2010, ano das eleições presidenciais, “Lula – o filho do Brasil”, o “negócio de ouro” de Barreto, uma indisfarçável peça de propaganda a serviço do culto à personalidade.
Quem dúvida?






O melhor para o Ignorantácio



Falando francamente, às vezes gosto do Serrão às vezes não. Acho que ele desta vez está "viajando"... não concordo com nada do que ele diz e vou arquivar isto para conferir depois.Apenas acerta quanto à crise que virá, mas para nós não é novidade.

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/


Por Jorge Serrão

O chefe da Passarinha, pela parabólica, manda avisar: a partir de janeiro, é a pobre da Dilmá quem vai apanhar... Uma grande revista de circulação nacional prepara uma série de reportagens batendo pesado na presidenciável petista. Motivo: a Dilmá não é a preferida da Oligarquia Financeira Transnacional para suceder $talinácio. Os controladores globais preferem alguém mais confiável para ser o fantoche deles por aqui. A instabilidade emocional da Dilmá joga contra ela.

O candidato ideal do sistema globalitário para ocupar o papel de Lula é Fernando Henrique Cardoso. O Diálogo Interamericano e o CFR (Council on Foreign Relations) confiam nele. FHC já foi testado e aprovado pelos clubes do Poder Real Mundial. Curiosamente, o retorno dele, em 2011, ao reformado Palácio do Planalto interessa, sobretudo, ao Grande Filho do Brazil. Sim, FHC é o candidato de Lula. A Dilmá é só para inglês ver. E para iludir os petistas inocentes que caem sempre no conto da cúpula petralha.

Até um Ignorantácio da Silva sabe que FHC é alternativa mais conveniente para o esquema globalitário ou mesmo para o atual Presimente. Motivo 1: a partir de 2011, o presidente Henrique Meirelles já advertiu seu companheiro $talinácio, existe a previsão de uma crise econômica internacional que – ao contrário da marolinha de 2008 – pode prejudicar o Brasil. Nada mais perfeito para o plano de retorno de $talinácio, em 2014, do que ter um sucessor que vai arcar com o desgaste de gerenciar tal crise, enquanto a memória coletiva guarda a lembrança de “tempos bons” com Lula no poder.

Motivo 2: Lula e FHC parecem aqueles irmãos gêmeos da paródia novelesca “Vim Ver Artista” do Casseta & Planeta Urgente. Um vive sacaneando o outro, mas, no fundo, são a mesma coisa. Um com o verniz intelectual; o outro com a pintura da malandragem da grande escola da vida; Os dois, desde 1994, cumprem o roteiro imposto pelo Globalitarismo à Grande Colônia Brazil. Por fazerem o dever de casa direitinho, ambos sempre são considerados “personalidades” do mundo e agraciados com os mais vaidosos prêmios e títulos distintivos.

Motivo 3 para uma provável candidatura FHC: ele não gosta de José Serra. Problemas pessoais entre os dois sempre são mascarados pelos tucanos. E para piorar para Serra, a Oligarquia Financeira Transnacional também não confia nele. Tanto que armou com seu candidato em preparação – Aécio Neves – para que tirasse o time da sucessão antes do previsto. Assim, do mesmo jeito que a Dilmá, Serra fica exposto para tomar as pancadas previstas de janeiro para frente.

FHC versus um candidato PT-PMDB. Eis o cenário provável para 2010. Logicamente, a cenografia política sempre corre o risco de sofrer mudanças radicais. FHC prepara seu retorno cuidadosamente, mas pode desistir da briga, por algum motivo que só ele saberá. Os petistas fundamentalistas só precisam saber que a Dilmá é cabra marcada para perder. Mesmo que eventualmente ganhe a eleição.

Uma coisa é certíssima: o próximo governo – com previsões de déficit púbico fora de controle, dívida interna em elevação e crise externa no cangote – tem tudo para ser pior que o atual. Quem ganha com isto? Lula, aquele que parece um Ignorantácio, mas que, na verdade, é o único Apedeuta que só sabe de tudo que lhe interessa.

--
Cida Fraga
Ainda faltam 369 dias!
http://cantinho_dos_sonhos.zip.net/

Ministro rebelde...



Bom parece que o circo está armado. No dia 22 o "poderoso" tenta mais um golpe em cima dos proprietários no MS, mas acho que o Gilmar Mendes
não obedece!....

http://www.campogrande.news.com.br/

Lula homologa demarcação de terra indígena em Paranhos
Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009 11:25
Aline dos Santos

O presidente Lula homologou a demarcação da terra indígena Arroio-korá em Mato Grosso do Sul. Com 7 mil hectares, a área fica localizada em Paranhos, a 472 km de Campo Grande, em uma das regiões mais tensas no Estado por causa da disputa de terras entre fazendeiros e indígenas.

Mais em 25 de dezembro o Gilmar Mendes suspende... rss

STF suspende demarcação de terra indígena em Paranhos
Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009 19:39

Nadyenka Castro

O STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu nessa quinta-feira a homologação de parte de 7 mil hectares de terra indígena, em Paranhos, cidade que fica a 472 quilômetros de Campo Grande.

A decisão em caráter liminar é do ministro Gilmar Mendes. O mandado de segurança foi concedido aos proprietários da Fazenda Iporã, que corresponde a 142 hectares do total da área.

A decisão suspende parcialmente o decreto do presidente Lula, publicado na edição do último dia 22 do Diário Oficial da União e vale até a análise final do procedimento judicial.

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Cida Fraga
Ainda faltam 368 dias!
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Recomeçou o inferno no MS

http://www.campogrande.news.com.br/
Edivaldo Bitencourt

Os produtores rurais Maxionilio Machado Dias e Hayde Castelani Dias alegam que são proprietários da Fazenda Iporã, em Paranhos, a 472 quilômetros da Capital, há 85 anos. Eles conseguiram liminar no Supremo Tribunal Federal para excluir a propriedade de 184 hectares da demarcação da Aldeia Arroio-Korá, de 7.175 hectares.

A demarcação foi determinada na semana passada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e abrange 16 propriedades, segundo a Famasul (Federação de Agricultura de Mato Grosso do Sul).

A liminar excluindo a Fazenda Iporã do processo foi concedida pelo presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes. Os proprietários apresentaram documentos comprovando que são donos do imóvel desde 1924.

Ele considerou que a data é “muito anterior” ao marco fixado pelo STF no caso Raposa Serra do Sol, que reconhece como área indígena a ocupada tradicionalmente pelos índios antes de 1988.

O ministro verificou que há documento comprovando a transferência da propriedade do imóvel a particulares e ratificada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). “O periculum in mora parece evidente. O decreto homologatório foi publicado no último dia 21 de dezembro de 2009 e, a qualquer momento, poderá a União proceder ao registro no cartório imobiliário, com a conseqüente transferência definitiva de propriedade”, afirmou o presidente do STF.
Outra circunstância considerada pelo ministro Gilmar Mendes foi a notícia de que a publicação do decreto homologatório gerou a movimentação de lideranças indígenas para, nos próximos dias, perpetrarem atos de ocupação das terras demarcadas. “Esses motivos são suficientes para o acolhimento do pedido de medida liminar”, concluiu.

Dias e Hayde alegaram que utilizam a área de forma produtiva com a atividade agropastoril. Eles alegaram que a demarcação é questionada na Justiça Federal de Ponta Porã, o que não teria sido considerado pelo presidente no ato da demarcação.
Os donos da Fazenda Iporã alegam que, se existiu alguma aldeia indígena na área em que está localizada a propriedade, trata-se de aldeamento extinto porque os índios que hoje estão no local o teriam invadido em 2001 e, desde então, estão dificultando o acesso às terras.

O estudo antropológico realizado pela FUNAI seria falho, na opinião da defesa dos fazendeiros, na medida em que teria se baseado exclusivamente em entrevistas com os índios.

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Cida Fraga
Ainda faltam 368 dias!
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LEIAM E REPASSEM!!!

Prezados amigos

Recebi do meu amigo Mesquita, de Fortaleza, este email em resposta ao que enviei para ele e que tratava da bandeira do MERCOSUL.
É um ponto de vista interessante.
Abraço
Rogerio

Os passaportes da União Européia ostentam, no lugar do nome do país de origem do cidadão, a sigla "EU"(Europe Union) e em todas as repartições públicas dos países que fazem parte da EU, também é hasteada, ao lado da bandeira nacional, a bandeira da União Européia, além de, exceto, a Inglaterra, todos os países trocaram suas moedas nacionais, um dos símbolos mais característicos de uma nação, pelo euro. Nem por isso o alemão deixou de ser menos alemão nem o francês ficou menos Napeleonicamente patriota.
Acredito, compreendendo quem diverge, que a cidadania e o patriotismo independem da ostentação de símbolos. Está mais na educação civilista de cada um, e menos na simples e burocrática exibição de signos iconográficos.


José Mesquita
O blog do Mesquita está no Twitter http://twitter.com/blogmesquita




Decididamente não existe o tal poço , do qual imaginávamos que ainda faltava muito para o fundo ser alcançado.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A BANDEIRA BRASILEIRA NÃO MAIS REINARÁ SOZINHA E SOBERANA, SOBRE TODO O TERRITORIO NACIONAL! DENTRO EM BREVE, OS BRASILEIROS TAMBÉM DEVERÃO PRESTAR HOMENAGEM, CONTINÊNCIA E LEALDADE AO PAVILHÃO DO MERCOSUL!

NA CALADA DA NOITE, OS SOCIALISTAS INTERNACIONALISTAS QUE NOS GOVERNAM COM O MANSO APOIO DE UM CONGRESSO VENAL E QUE NÃO MAIS REPRESENTA OS ANSEIOS DO POVO, ACABAM DE DAR MAIS UM PASSO À FRENTE NO DESMANCHE DO ESTADO-NACIONAL BRASILEIRO.

ATRAVÉS DA LEI Nº 12.157, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009, FICA MODIFICADA A LEI Nº 5.700, DE 1 DE SETEMBRO DE 1971, QUE DISPÕE SOBRE A FORMA E A APRESENTAÇÃO DOS SÍMBOLOS NACIONAIS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
NESSA NOVA FORMA, PELO ARTIGO 13 DA LEI 5700, AGORA MODIFICADO, FICA ESTATUÍDO QUE DEVEM SER HASTEADAS, DIARIAMENTE, A BANDEIRA NACIONAL E A BANDEIRA DO MERCOSUL.

CONSIDERANDO QUE O NOVO PASSAPORTE BRASILEIRO, JÁ EM VIGOR, OSTENTA EM DESTAQUE A DESIGNAÇÃO “MERCOSUL” NO TOPO DA CAPA, ACIMA DAS ARMAS DA REPÚBLICA E DO NOME DO NOSSO PAÍS, DEPREENDE-SE QUE A NACIONALIDADE ÍMPAR E O ESTADO-NACIONAL BRASILEIROS ESTEJAM EM ACELERADO PROCESSO DE DESMANCHE, OUTORGANDO-NOS UMA NOVA QUALIFICAÇÃO COMO CIDADÃOS (EXATAMENTE COMO LHES HAVIA ADVERTIDO NO LIVRO “O PODER SECRETO!”).

SEGUEM, ABAIXO, EXCERTOS DESSES DOIS DIPLOMAS LEGAIS, PARA A PREZADA VERIFICAÇÃO DO LEITOR:



Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Mensagem de veto Altera o art. 13 da Lei no 5.700, de 1º de setembro de 1971.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o O caput do art. 13 da Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 13. Hasteia-se diariamente a Bandeira Nacional e a do Mercosul:

..........................................................................”

Art. 2o (VETADO)

Brasília, 23 de dezembro de 2009; 188º da Independência e 121º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Tarso Genro



Lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971

Dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

Disposição Preliminar

Art. 1º São Símbolos Nacionais, e inalteráveis:

I - A Bandeira Nacional;

II - O Hino Nacional.

Parágrafo único. São também Símbolos Nacionais, na forma da lei que os instituiu:

I - As Armas Nacionais;

II - O Sêlo Nacional.

X...

Art. 13. Hasteia-se diàriamente a Bandeira Nacional ( AGORA, TAMBÉM, A DO MERCOSUL. N.A.):

I - No Palácio da Presidência da República e na residência do Presidente da República;

II - Nos edifícios-sede dos Ministérios;

III - Nas Casas do Congresso Nacional;

IV - No Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores e nos Tribunais Federais de Recursos;

V - Nos edifícios-sede dos podêres executivo, legislativo e judiciário dos Estados, Territórios e Distrito Federal;

VI - Nas Prefeituras e Câmaras Municipais;

VII - Nas repartições federais, estaduais e municipais situadas na faixa de fronteira;

VIII - Nas Missões Diplomáticas, Delegações junto a Organismo Internacionais e Repartições Consulares de carreira respeitados os usos locais dos países em que tiverem sede.

IX - Nas unidades da Marinha Mercante, de acôrdo com as Leis e Regulamentos da navegação, polícia naval e praxes internacionais.

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2009/12/28 Rogerio Cunha

Tudo, menos TRABALHAR



26/12/2009 22:56
Lula reserva agenda do 2º semestre para campanha

Folha Online

Decidido a carregar Dilma Rousseff nos ombros, Lula ajusta a agenda de 2010 ao calendário da campanha eleitoral.
Concentrou as viagens internacionais do seu último ano de mandato no primeiro semestre. No segundo, percorrerá o Brasil.

Planeja participar de comícios noturnos, fora do horário do expediente. Terão primazia os Estados em que o desempenho de Dilma for pior.

No topo da lista de prioridades estão os três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas e Rio.

As viagens de campanha serão feitas no aerolula. Mas o dinheiro do querosene do avião terá de ser bancado pelo PT.

A campanha da sucessão vai às ruas em ritmo de toque-de-caixa depois das convenções partidárias, em junho.

Antes, Lula pretende fazer pelo menos sete viagens internacionais. Em janeiro, deve voar para a Suíça. Planeja participar do Fórum Economico Mundial, em Davos.

Em fevereiro, vai à Cúpula da América Latina e Caribe. Aproveita a viagem para realizar visita oficial ao México e a países da América Central.

Em março, Lula deve visitar, de uma tacada, quatro nações do Oriente Médio: Israel, Líbano, Palestina e Síria.

Em fins de abril ou início de maio, o presidente deseja retribuir a visita que o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, fez ao Brasil.

Do Irã, Lula deve esticar a viagem para a Rússia. Noutra viagem, prevista para maio, vai à cúpula Brasil-União Européia, na Espanha.

Em junho, Lula deve participar da abertura de uma exposição comercial de produtos brasileiros, na China.

No derradeiro deslocamento internacional do ano, Lula planeja dar as caras na Copa do Mundo, na África do Sul.

A Copa começa em 9 de junho e se prolongará por quatro semanas. Depois disso, viagens presidenciais só em território brasileiro.

Lula não descarta a hipótese de pedir uma licença do cargo de presidente para dedicar-se exclusivamente à campanha.

Cogita afastar-se do Planalto por até três últimos meses (julho, agosto e setembro). Anima-o a melhora no quadro de saúde do vice José Alencar.

O presidente condiciona a licença ao desempenho de Dilma nas pesquisas. Se a candidatura oficial ganhar velocidade de cruzeiro, a providência, por desnecessária, pode ser descartada.

A participação de Lula na campanha é vista como algo essencial.

Pretende-se empurrar para dentro dos palanques de Dilma a atmosfera emocional da despedida de Lula, dono de popularidade lunar.

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Cida Fraga
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domingo, 27 de dezembro de 2009

Na contramão


Em rede nacional de rádio e televisão, o presidente Lula fez um pronunciamento afirmando que o Brasil conseguiu superar a crise internacional porque tem adotado um modelo que concilia crescimento econômico sustentável com distribuição de renda.

Não é difícil decifrar o que o presidente quis dizer com tal afirmação, pois, no mesmo dia em que seu pronunciamento foi ao ar, Lula autorizou a edição de medidas provisórias elevando o salário mínimo (arredondado para cima, sob a alegação de que os saques dos trabalhadores são feitos em caixas bancários eletrônicos; se de fato isso fosse um grande transtorno, o governo teria de se preocupar é com o valor líquido do salário) e estabelecendo aumentos reais para os beneficiários do INSS tanto para 2010 como para 2011.

Entende-se, assim, por que o próprio presidente comentou que os empresários brasileiros tinham de se acostumar a pagar impostos altos. Se o modelo de crescimento sustentável com distribuição de renda se basear em um Estado provedor, de fato a carga tributária no país nunca poderá ser reduzida, o que a médio e longo prazos poderá comprometer essa trajetória imaginada pelo presidente.

Um crescimento baseado no Estado provedor, na verdade, não se sustenta. Políticas temporárias de transferência de renda são recomendadas até por correntes de pensamento ultraliberais. No entanto, os benefícios dessas políticas não se tornam permanentes sem outras que possibilitem aos cidadãos mais humildes aproveitarem oportunidades decorrentes da expansão do sistema produtivo.

O crescimento sustentável depende de ganhos de produtivida de, e estes, sim , quando apropriados pelo conjunto da sociedade, é que proporcionam o bem-estar coletivo. E não há sistema produtivo capaz de obter ganhos de produtividade repetidamente se a carga tributária não se inverte.

O modelo posto em prática no país, supostamente para distribuir renda, embute gastos correntes federais crescentes, que precisam ser bancados por impostos altos, como disse o presidente Lula. Em suma, estamos mesmo é na contram


O GLOBO - 27/12/2009

Reforma imaginária



editoriais@uol.com.br

Ações violentas do MST são tática de desespero de grupo decadente para manter vivo o mito da revolução agrária no país

QUEM SE dispuser a ouvir o líder vitalício do MST, João Pedro Stédile, cedo perceberá que ele pontifica sobre um país que só existe em seus sonhos arcaicos de revolução agrária. Hoje 81% dos brasileiros vivem em cidades, a democracia vigora há um quarto de século e o país se destaca como potência agroindustrial. O MST, contudo, almeja reverter a modernização com atos violentos e insensatos.
A decadência do movimento foi exposta com rara acuidade analítica em artigo de Zander Navarro nesta Folha. O sociólogo estuda o MST desde sua fundação, em 1984, quando ainda estava restrito à região Sul e expressava uma demanda real por terras para pequenos agricultores. É instrutivo reconstituir os passos de juízo devastador de Navarro sobre a organização.
O MST, assinala, deixou de ser um movimento social. Perdeu a espontaneidade característica e burocratizou-se, perpetuando uma liderança que se aferra ao esclerosado leninismo. Poderia ter optado por tornar-se uma poderosa central sindical do campo após a triunfante Marcha sobre Brasília de 1997, mas refugiou-se numa semiclandestinidade de resultados, em tudo dependente de fundos estatais.
Sua base social desapareceu, ou está em vias de fazê-lo. Quando muito, sobrevive em alguns bolsões de atraso, mas nada que justifique um bilionário programa nacional de reforma agrária. As nefandas "ações" do MST contam apenas com a mobilização compulsória dos próprios assentados e o apoio de guetos esquerdistas retrógrados.
Para contrabalançar a falta de legitimidade e de quadros, o grupo se esfalfa para aparentar tamanho perturbador -"o maior movimento social do planeta"- com recurso a invasões ruidosas. Não contentes em decidir arbitrariamente quem é produtivo e quem não é, atropelando aliados na burocracia agrária, líderes do MST deram para menosprezar a Justiça. Mandam invadir e depredar propriedades que, segundo seu arbítrio, ocupam terras públicas griladas.
Assim ocorreu com uma fazenda da empresa Cutrale, no interior paulista, quando os sem-terra destruíram milhares de pés de laranja. Diante da justa grita contra a barbárie, o MST responde com a cínica acusação de que se busca criminalizar a questão agrária. Ora, a ilicitude dos atos é flagrante; não fosse a tolerância política com o MST, seus líderes estariam atrás de grades.
Há, no entanto, quem considere o MST pouco radical. É o caso de Plínio de Arruda Sampaio, militante do PSOL de quem a Folha editou artigo na mesma data. A destruição de 7.000 pés de laranja da Cutrale, para ele, foi um erro: "Deviam ter destruído 70 mil (...) a fim de chamar mais a atenção para o fato de que essa fazenda ocupa ilegalmente terras públicas com a conivência do Poder Judiciário".
Tamanho desprezo pelo Estado de Direito resvala do delírio pueril para o pesadelo de reviver o passado a qualquer custo. Está na hora de o MST crescer e desaparecer.

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Cida Fraga
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CRIME E CASTIGO

Esta noticia saiu dia 28/06/09 no jornal virtual rua judaica, em Israel
Daniela Kresch - DIRETO DE TEL AVIV-ISRAEL

A semana por aqui foi marcada pela condenação à cadeia de dois ex-ministros israelenses. No mesmo dia, por coincidência, os dois receberam a punição em cortes separadas. O caso mais grave diz respeito ao ex-ministro das Finanças Avraham Hirschzon, de 68 anos, que pegou 5 anos e meio de prisão (além de uma multa de mais de US$ 100 mil) por ter roubado nada menos do que 1,8 milhões de shekalim (quase meio milhão de dólares) da Histadrut, o maior sindicado nacional.

Hirschzon, que era um dos homens de confiança do ex-primeiro-ministro Ehud Olmert, enfiou a bufunfa no bolso na época em que era presidente da Histadrut. Ele recebia envelopes com dinheiro vivo ou cheques mensalmente. Descoberto, alegou que o dinheiro era sua aposentadoria. Mas a desculpa não colou. Não havia recibos ou anotações provando a alegação. O ex-ministro acabou devolvendo todo o dinheiro, mas isso não impediu os juízes de condená-lo a prisão.

Uma das juízas escreveu, no parecer, que o veredicto é uma mensagem clara aos funcionários públicos que abusam de suas posições e passam a povo para trás. Segundo ela, o ex-ministro ficou intoxicado com o poder.

O segundo caso diz respeito ao ex-ministro do Trabalho Shlomo Benizri, de 48 anos, que pegou quatro anos de prisão por corrupção e suborno. Ele ainda vai ter que pagar US$ 60 mil de multa. Benizri, entre outras coisas, recebeu de um empresário US$ 25 mil em troca da emissão de vistos de trabalho para estrangeiros em Israel.

Os dois condenados não são jovens. Mas nem isso fez com que escapassem da cadeia. Amizades no alto escalão e conexões com empresários também não ajudaram os ex-ministros.

Se, por um lado, é triste ver duas figuras públicas caírem em desgraça, por outro é bom ver como a Justiça em Israel funciona.

Enquanto isto, por aqui, a corrupção avança porque quem rouba sabe que ficará impune.

Até quando abusarão da nossa paciência?


Pedro Paulo Rocha
Eng./MSc/Econ./Prof. aposentado

Grazie, Supremo

Mentor da confusão que quase salvou Cesare Battisti, Eros Grau
é enquadrado pelos colegas – e deve deixar o STF


Diego Escosteguy

Fotos Marcos de Paula/AE e André Dusek/AE

PENSAMENTO BARROCO
O ministro Eros Grau, que pretende deixar o Supremo no começo do ano: seu hermético voto quase livrou o terrorista


O terrorista italiano Cesare Battisti completou 55 anos na sexta-feira da semana passada numa cela da penitenciária da Papuda, em Brasília. É o terceiro aniversário que Battisti comemora na prisão. Desta vez, ele ganhou presente: uma passagem só de ida a Roma, cortesia do Supremo Tribunal Federal (STF). Battisti foge da Justiça italiana desde meados dos anos 80, quando foi condenado pelo assassinato de quatro pessoas. No ato final de um difícil e longo debate, os ministros do STF retificaram o resultado do primeiro julgamento de Battisti, proclamado há cinco semanas, no qual autorizavam a extradição do italiano, embora com a ressalva de que caberia ao presidente Lula a opção final sobre o destino do terrorista italiano. A ressalva feita pelo STF foi de rara infelicidade política, equilibrada sobre uma insustentável arquitetura jurídica.

A decisão da semana passada desenrolou o nó original. Os ministros reconduziram a questão ao seu leito jurídico natural, tirando os poderes extras concedidos ao chefe do Executivo e obrigando-o a seguir as normas do tratado de extradição assinado entre Brasil e Itália. Na prática, isso significa que Lula não tem alternativa a não ser devolver Battisti ao sistema judicial do país onde ele está condenado pelos assassinatos. O tratado prevê que a extradição de criminosos é uma obrigação mútua dos países signatários.

Não existem atenuantes. O terrorista não se encaixa em nenhuma das exceções que poderiam impedir a extradição. "O presidente não tem opção", diz um ministro. Se Lula não extraditar Battisti, não só o Brasil poderá ser denunciado pela Itália na Corte de Haia como o STF certamente enquadrará o presidente. O responsável por essa monumental barafunda é o ministro Eros Grau, cujo voto no caso, de tão hermético, não foi compreendido nem pelos colegas. Melindrado com as admoestações dos ministros, que lhe pediam clareza ao explicar suas razões, Eros Grau acabou votando com quem achava que cabia a Lula a decisão final no caso. Na semana passada, o ministro reconheceu o óbvio: não é facultado ao presidente de um país desobedecer às leis e tratados vigentes. Eros Grau, que se aposentaria em agosto de 2010, saiu de férias dizendo aos colegas que pensa em abandonar a corte já no começo do ano que vem.


Veja- 19/12/2009

Não vamos ser comandados. Aqui a lei não existe!



Os ovos da serpente já estão quase chocados! Acreditaram que seria diferente?



Cida


Índios reagem contra proibição de garimpos
DA AGÊNCIA FOLHA, NA RAPOSA/ SERRA DO SOL DA ENVIADA À RAPOSA/SERRA DO SOL


Na comunidade do Flexau, encravada no interior da terra indígena Raposa/Serra do Sol, os índios se dizem prontos para reagir violentamente caso a Polícia Federal tente cumprir a determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) de impedir o garimpo de ouro e diamante, mesmo que manual."Estamos preparados para matar ou morrer", disse o índio Neilton Barbosa, que durante a visita da reportagem mostrou as flechas que usaria no caso de a PF voltar a fazer uma operação na comunidade, como ocorreu em outubro, quando equipamentos de garimpagem foram destruídos. "Isso aqui é o que a gente usa em quem mente para os índios", disse.A frase de Barbosa remete ao suposto comportamento dos policiais durante a operação. Segundo os índios, os policiais chegaram "bonzinhos", afirmando que era apenas uma visita de rotina, e foram escondidos até a área de garimpo onde estavam as máquinas -motores e bombas usados para revolver o fundo do rio e facilitar a localização dos minerais.A retirada do ouro pelos índios ocorre há décadas. Mas ela foi explicitamente negada pelo STF em sua decisão de março.Criminalizar a atividade, dizem os moradores, é secar uma das poucas fontes de renda -eles vendem o mineral em Uiramutã, município que fica dentro da reserva."Aqui não vai mudar nada. Não vamos ser comandados. Aqui a lei não existe", afirmou Barbosa. A PF não quis comentar as declarações e afirmou que suas operações apenas cumprem ordens judiciais.O orgulho exibido contra o "invasor" na Flexau, comunidade que foi contrária à demarcação contínua, tem um viés diferente nos povoados que nunca gostaram da presença de não índios. Nelas, o policial federal é aceito por ter promovido a expulsão dos arrozeiros. Mas outros estranhos não são tão bem aceitos pelos índios, que agora se sentem mais donos da terra.Em visita anterior da Folha à reserva, em maio passado, bastava uma autorização simples da Funai (Fundação Nacional do Índio) para percorrer a região. Hoje essa autorização tem de ser dada pelo próprios indígenas, de maneira antecipada. E, mesmo assim, eles podem se recusar a falar -como aconteceu na última visita da reportagem, neste mês.Quando a Folha se aproximou da antiga fazenda Depósito, que pertenceu ao arrozeiro Paulo César Quartiero, para falar com os que se apossaram do que restou da propriedade, sua presença foi submetida a uma espécie de "assembleia" de cerca de 20 índios. De forma unânime, eles decidiram que não dariam entrevistas.


(JCM E MB)

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Proibido estacionar

Empresa de amigo do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares ganha contrato milionário sem licitação
Gustavo Ribeiro
Fotos Cristiano Mariz
Para acabar com os problemas de estacionamento em Goiânia, a prefeitura do município tirou da gaveta um projeto que parece bom demais para ser verdade. A ideia é instalar 20 000 parquímetros na cidade sem desembolsar um único tostão e, melhor, ficar com parte dos recursos arrecadados. A empresa encarregada de fazer o serviço foi a Enatech/GDT, que, criada três meses antes da assinatura do contrato, não precisou enfrentar os processos convencionais de licitação. Ela foi convidada a executar o trabalho de instalação, operação e manutenção dos aparelhos e receberá até 112 milhões de reais. É muito? É um terço da arrecadação prevista nos próximos cinco anos. Nesse ponto, o que parecia bom demais para ser verdade chamou a atenção das autoridades. O belo, estranho e lucrativo negócio dos parquímetros de Goiânia tem ainda outro componente meio, digamos, fora da curva da normalidade. Quem está por trás da transação é Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT e um dos principais personagens do escândalo do mensalão.
O projeto dos parquímetros estava guardado na gaveta da administração municipal do PT desde 2004. Para apoiar o atual governo, do peemedebista Iris Rezende, os petistas reivindicaram cargos, entre os quais os da Agência Municipal de Transportes. No órgão, materializou-se a ideia - e alguém lembrou que a empresa Enatech, por coincidência, já tinha o projeto prontinho na gaveta. Para driblar a lei das licitações, a prefeitura fez um contrato com a Câmara de Diretores Lojistas (CDL), uma entidade privada, que, por sua vez, subcontratou a Enatech. O dono da empresa, Jaime Ferreira de Oliveira, é companheiro de longa data de Delúbio Soares. Garante Jaime: "O Delúbio é um grande amigo, mas nada tem a ver com esse negócio, que é totalmente normal". O Ministério Público de Goiás não pensa assim. "São escandalosas as evidências de irregularidades nesse contrato", diz a promotora Villis Marra, que vai ingressar com ação civil pública por improbidade administrativa contra o prefeito Iris Rezende, o presidente da estatal de trânsito, o petista Miguel Tiago, e o presidente da CDL, Melchior Abreu Filho. "Esse negócio só aconteceu por causa da força política do Delúbio", acusou da tribuna o vereador Santana Gomes, do PMDB. O ex-tesoureiro petista não quis comentar o assunto.
Celso Junior/AE



AMIGOS, AMIGOS...


A influência de Delúbio Soares (de chapéu) teria dado ao empresário Jaime de Oliveira um contrato de até 112 milhões de reaisAMIGOS, AMIGOS...A influência de Delúbio Soares (de chapéu) teria dado ao empresário Jaime de Oliveira um contrato de até 112 milhões de reais



Veja - 19/12/2009

Lula repete Dilma e alerta para risco de estagnação se governo perder eleição



24/12/2009 - 07h25

Sem citar nome dos potenciais candidatos à Presidência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alertou ontem, de forma velada, para o risco de estagnação de conquistas sociais caso a oposição vença as eleições do ano que vem.

O presidente disse que não se sabe o que acontecerá no Brasil, em referência a uma eventual vitória da oposição.

Ao discursar para moradores de rua e catadores de lixo, Lula recomendou pressa, por exemplo, no levantamento de prédios públicos que possam ser destinados aos sem-teto.

"A gente tem que se dedicar, porque não sabemos o que pode acontecer no país", disse.
Numa despedida, Lula acenou com a promessa de abrir os cofres --com a ampliação até do Programa Minha casa, Minha vida --em 2010.

"Vocês têm que aproveitar esse momento, que falta um ano. Por favor, não tenham medo do peso da caneta. Vamos fazer um levantamento, um pente fino das nossas necessidades, para colocar no papel, para ver se a gente, em um espaço mais curto possível, pode atender", disse Lula.

"É preciso que tudo aquilo que a gente não conseguiu fazer a gente deixasse preparado ou para começar já no ano que vem, ou para ser aprovado no PAC que vai ser feito, de 2011 a 2015", insistiu.

Também sem mencionar o nome de Dilma Rousseff, Lula apontou a ministra da Casa Civil, pré-candidata do PT, como promessa de continuidade. Segundo ele, se eleita, Dilma estará ao seu lado, em 2010, fazendo novas promessas ao movimento.

"Quando eu vier aqui, em dezembro do ano que vem, já tem outra pessoa eleita, já sou rei posto [morto], e rei posto [morto] não pode mais fazer promessa. Ou faço agora, que posso cumprir, ou não dá para fazer depois. De qualquer forma, se for quem penso que vai ser, podemos trazer junto aqui, para fazer promessas", disse Lula.

E em seguida, ressalvou: "Mas vocês já estão tão organizados que quem entrar aí vai ter que respeitar".

Na véspera, Dilma afirmou que sua derrota representaria um retrocesso para o país.

Ao determinar rapidez para elaboração de lista de prédios, Lula receitou 15 dias de férias para a secretária Nacional de Patrimônio da União, Alexandra Reschke. "Porque o ano que vem será pauleira".

Após o evento, em que anunciou a compra de 25 imóveis do INSS para atendimento de população de baixa renda, Lula se reuniu com o ministro Guido Mantega e o empresário Abílio Diniz (Grupo Pão de Açúcar).

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2009/12/24/lula-repete-dilma-e-alerta-para-risco-de-estagnacao-se-governo-perder-eleicao.jhtm



Enviado por Diogo CW

PRA REFLETIR NO PRÓXIMO FERIADO



De um jornalista aqui do Mato:
Amplavisão 599


OMISSÃO Se os capazes e bem intencionados desviam da política, acaba sobrando espaço e oportunidades para aqueles espertos e nem sempre de boa idoneidade. Isso ocorre no Brasil inteiro e não há sinais de mudança.

NO SAGUÃO da AL. freqüentemente pintam nomes desta ou daquela cidade com pretensões eleitorais em 2010. Mas na apuração dos perfis há mais preocupação do que entusiasmo. Raríssimo os casos positivos.

PENSO: O pretendente, além de base eleitoral, há que ter um currículo realmente convincente, diferenciado, que consiga motivar a opinião pública. A mídia, que cria falsos ídolos, sempre é a primeira a desnudá-los.

COLLOR é um exemplo em nível nacional, mas não pode ser ignorado nos patamares inferiores da política. Notícias encomendadas e matérias pagas nem sempre funcionam. O eleitor é mais esperto do que se pensa.

PERGUNTO: Apenas vaidade ou conscientização de sacrifício até em busca do bem estar da sua comunidade? Essa é a questão que deve ser posta na análise dos nomes que sonham principalmente com uma cadeira na AL.

CÂMARA. Londres tem opinião genial sobre o assunto. Lembra: para ser um bom deputado em Brasília, há que ser especialista em alguma área específica. Sem essa condição, você vira um anônimo, “João Ninguém”.

QUANTOS deputados daqui marcaram presença efetivamente na Câmara? Quantos deles são lembrados até hoje? Aliás, a própria insignificância do Estado acaba jogando seus representantes no chamado baixo clero.

“O SOMBRA” No livro “Honoráveis Bandidos” há referência ao irmão de Dante de Oliveira. Ele se deu bem como sócio (de gente do Sarney) de empresa que construía linhões da Eletronorte. Dante não sabia disso?

A IMPRENSA tem que divulgar sim fatos como esse, mostrando como é usado a influência do poder neste país. É legal? Bem...até pode ser nos discutíveis conceitos que vigoram por aí. Mas moralmente é um desastre.

CANSO mas não desisto de insistir no assunto: como é que um governador, deputado, prefeito e senador, apesar das atribuições do cargo, consegue achar tempo para outras atividades que “justifiquem” aumento patrimonial?

OS EXEMPLOS estão aí na nossa barba. Gente que praticamente não tinha nada, entrou na política e se ajeitou financeiramente. Quem é honesto sabe: construir hoje um patrimônio de forma lícita não é fácil. Ou é?

LEIS SAFADAS Como pode um cidadão ter várias aposentadorias obesas? As leis de encomenda permitem essas manobras amorais. Na outra ponta, milhares de cidadãos que ralaram a vida inteira, vivendo de salário mínimo.

O ASSUNTO fazia parte do falso discurso petista quando Lula era só sindicalista. No poder, ele jamais tocou na questão, Diga-se de passagem, ele e seus companheiros são também beneficiários desta esperteza.

“ACORDOU?” Eis que o nobre deputado petista Biscaia chegou a inédita conclusão que a corrupção contaminou o PT. Pô! Até sorveteiro de rua sabe das maracutaias da “cumpanheirada”. Menos...Biscaia...menos, please!

EX-DEPUTADO Figueiró concordando com o teor da nossa última coluna sobre a sucessão estadual. Experiente, ele ironizou dizendo que “André só perderá para ele mesmo, caso continue dando tiro no próprio pé”.

CARLOS CHAGAS: “Rebelem-se contra o preconceito dos que pretendem resumir a vida a um sistema. Insurjam-se diante das doutrinas, ideologias ou modelos que se apregoam dispor de resposta para todas as perguntas....

EMPURREM para o fundo da estante livros que se imaginam repositórios de toda a verdade e conhecimento. Sacudam a poeira da intolerância dos que apresentam o ser humano como simples conjunto químico dotado de inteligência...

MAS RELEGUEM ao lixo da história a concepção oposta, de que precisamos nos conformar com a injustiça, a fome, a miséria, o sofrimento nesta vida, para recebermos a compensação numa incerta vida futura...

LEVANTEM-SE contra a teoria das ditaduras, tanto quando contra a ditadura das teorias. Cultivem o senso grave da ordem e o anseio irresistível da liberdade.” (Trecho do discurso de formatura de jornalistas da UFB)

CARONA NATALINA” A mídia sem razão para reclamar dos generosidade dos políticos. As mensagens recheadas de “canduras” estão aí, nas rádios, jornais, revistas e outdoors. Todos candidatos a beatificação. De leve...

SEGUNDO o Ibope, Bernal é o radialista mais ouvido da capital. Como seu programa é transmitido via satélite para outras cidades, presume-se que sua votação para a AL possa superar a marca dos 30 mil votos. Anote aí!

PONTO FINAL: “Se você quiser um ano de prosperidade, cultive grãos. Se você quiser dez anos de prosperidade, cultive arvores. Se você quiser cem anos de prosperidade, cultive pessoas. FELIZ NATAL, BOM 2010!

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Cida Fraga

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UÉ, SE VIREM!



A cada ação corresponde uma reação de igual intensidade e em sentido contrário. Esta Lei funciona de verdade e os índios latifundiários agora estão vendo que a terra não basta. Alegar que 20 ou 30 "não índios" estão causando toda a encrenca é acreditar que o "homem branco" é imbecil e vai acreditar. Se virem agora. Procurem as milhares de ONGs que lhes deram a idéia e se elas não bastarem corram atrás do Principe da Inglaterra. O índio é preguiçoso, alcoolatra e joga as suas culpas nas costas dos outros. Nós brasileiros não temos mais nada a ver com isto.
Decretem a sua independência e parem de nos torrar a paciência. Quem procura o que não perdeu encontra o que não precisa. BEM FEITO!

JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DA AGÊNCIA FOLHA, NA RAPOSA/SERRA DO SOL (RR)

MARLENE BERGAMO
ENVIADA ESPECIAL À RAPOSA/SERRA DO SOL (RR)
Nove meses depois do que parecia o fim da polêmica na reserva indígena Raposa/Serra do Sol, em Roraima, a permanência de 20 a 30 não índios na área, mesmo depois da retirada das 50 famílias de agricultores e do desmonte das fazendas, é motivo de tensão na região de 1,7 milhão de hectares.
Após violentos protestos, a demarcação contínua da reserva foi confirmada em março deste ano pelo Supremo Tribunal Federal. A operação de expulsão dos agricultores e arrozeiros foi finalizada em junho. Mas a retirada deles não acalmou os ânimos, como a Folha atestou em visita à reserva.
Parte dos cerca de 18 mil a 20 mil índios que a habitam reclama agora da presença de 20 a 30 não índios que, por serem casados com índias, ganharam do Judiciário um "visto" para permanecer dentro da Raposa.
Para membros do CIR (Conselho Indígena de Roraima), entidade que defendeu a expulsão do "homem branco", essas pessoas resistem a um modo de vida coletivo e levam bebida alcoólica para dentro da reserva, além de facilitarem o furto de gado por pessoas de fora.
A homologação da Raposa/ Serra do Sol foi uma das mais problemáticas da história recente. Desde a demarcação, em 1998, a disputa pela terra motivou sequestros de agentes da PF, incêndio de pontes e atentados contra índios. Hoje, os atritos mais ásperos ocorrem na Vila Surumu, onde estavam concentradas as fazendas dos arrozeiros.
Por trás do aparente marasmo da vila, as diferenças ainda incomodam os moradores. "É uma cicatriz que ficou", disse o líder indígena Cristóvão Galvão Barbosa, do CIR. "Eles [não índios] trabalhavam com os arrozeiros, não aceitam o trabalho comunitário. Estão acostumados com o dinheiro", disse. O "trabalho comunitário" foi estabelecido pelo CIR e se traduz em lavouras e rebanhos que são cuidados por todos e na preponderância do direito coletivo em relação ao direito individual sobre a terra.
Na Surumu, por exemplo, há um não índio casado com uma indígena que, segundo o CIR, colocou seu rebanho em uma área que havia sido delimitada como de toda a comunidade.
Um caso grave ocorre na comunidade Nova Esperança, onde um homem apelidado Paraná -que só passou a viver na reserva junto com sua mulher índia após a decisão do STF- se apossou de um sítio no qual há a maior nascente de água da região. Para demarcar a posse, passou uma cerca em volta da área, onde cria gado, conforme a Folha viu numa visita à área.
O furto de animais preocupa os índios, já que a criação dos 20 mil bois e vacas é seu principal meio de sobrevivência. Os não índios também são acusados de levar a cachaça, proibida nas comunidades controladas pelo CIR. Na Surumu, as bebidas alcoólicas sumiram do pequeno comércio, mas basta falar com o vendedor para conseguir comprá-las.
Os homens casados com indígenas, todos ex-funcionários dos arrozeiros e ligados à Sodiur (Sociedade em Defesa dos Índios Unidos do Norte de Roraima), que reúne os índios a favor da presença do "branco", defendem-se dizendo que são alvo de discriminação diária.
"Eles é que tentam implicar com a gente", disse o agricultor Francisco, que não quis dar seu sobrenome. Vindo do Tocantins, mora há dez anos na Surumu, onde trabalhava numa fazenda de arroz. Agora está desempregado. "Se fosse pela minha mulher [índia], a gente tinha ido embora. A tendência é só miséria daqui para a frente."

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Cida Fraga

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Vergonha jornalística



Domingo, Dezembro 27, 2009
Estadão em campanha.
Ontem, foi a Sucursal do Rio de Janeiro a encarregada de fazer campanha política declarada para Dilma Rousseff, no Estadão. Hoje é Vera Rosa, da Sucursal de Brasília, que emplaca a manchete de capa para inflar a candidata oficial. A matéria é vergonhosa sob ponto-de-vista jornalístico, um imenso press release. O editor-chefe deve estar de férias ou o jornal lulou de vez. Não faz o mínimo sentido, na mesma edição, publicar um editorial denominado " Ausência de Estado", onde mostra o quanto o governo Lula não levou o estado para onde era necessário e, ao mesmo tempo, publicar uma matéria chapa-branca intitulada " Novo desenvolvimentismo de Dilma prega estado forte". Por hoje, pode chamar o jornalão de Estadinho
Enviado por Gracias

Um país de analfabetos

O Brasil é um fiasco em termos de educação superior. Há anos não consegue ultrapassar os 12% de jovens na universidade, contra 40% da Argentina e Chile e mais de 80% dos Estados Unidos. Pudera, um brasileiro que nasce hoje, com a dívida pública que Lula colocou em R$ 2 trilhões, começa a vida com um débito de R$ 10.321,00. Para pagar este débito, este novo cidadão será extorquido ao longo da vida pagando juros escorchantes, pagará a carga tributária mais elevada do mundo e verá o dinheiro dos impostos ir quase todo para pagar os Três Poderes. Grandes universidades estão oferecendo um curso de Administração a distância, em 4 anos, por R$ 199 mensais, o que totaliza R$ 9.552 ao final de 48 meses. Pode não ser lá grande coisa, mas vem com material didático, excelentes professores via internet e outras facilidades. Administrando tão mal os recursos públicos, continuaremos com esta incrível exclusão sócio-educacional por décadas, condenando os nossos jovens a trabalhar em telemarketing e shopping center. E os vagabundos ainda falam em PROUNI.

ALGUÉM ME DÁ ESTAS RESPOSTAS?



- POR QUE OS QUE AGORA PEDEM O IMPEACHMENT DE ARRUDA NÃO PEDIRAM O IMPEACHMENT DE LULA EM 2005?

- O DEM fez pressão, e Arruda já não é mais membro do partido, nem irá concorrer às próximas eleições. E JOSÉ DIRCEU, GENOÍNO, DELÚBIO SOARES, PALOCCI, SÍLVIO PEREIRA E OUTROS MENSALEIROS E ALOPRADOS, QUANDO SERÃO EXPULSOS DO PT?

Alguém aí pode me dar uma resposta?

Também já fiz essa pergunta. Porque a presidência da OAB do DF não tomou essa mesma atitude ante os escândalos desse desgoverno que já passam de 100?
SuedliGuerra

A verdade que incomoda a canalha COMUNISTA



De dezoito estatutos e documentos escritos por organizações de luta armada nos anos 1960 e 1970, catorze descrevem o objetivo de criar um sistema de partido único e erguer uma ditadura similar aos regimes comunistas que existiam na China e em Cuba. A Ação Popular, por exemplo, defendia com todas as letras "substituir a ditadura da burguesia pela ditadura do proletariado".

ISTO SÓ REFORÇA A IDÉIA QUE AS FORÇAS ARMADAS FIZERAM SEU DEVER CONSTITUCIONAL COM O REGIME MILITAR EVITANDO UM MAU MAIOR.
Enviado por André Bereta

LEIAM E COMEMOREM



Programa de "Direitos Humanos" de Lula traz aborto e "casamento" gay às vésperas do Natal

Enquanto a população e o Congresso Nacional estão ocupados e distraídos com a estação do Natal e reuniões de família, governo Lula dá um presente para o Brasil.

Em 21 de dezembro de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, um documento de 121 páginas que faz as seguintes recomendações:

* Criação de mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos - como o crucifixo ou a Bíblia - em estabelecimentos públicos.

* Inclusão no currículo escolar do ensino da "diversidade religiosa", com destaque especial para as religiões afro-brasileiras como o candomblé.

* Criação de uma comissão para investigar os "crimes" cometidos durante a ditadura militar, transformando comunistas armados e mortos em "heróis" e transformando os militares em "criminosos".

* Modificação do Código Penal para garantir a "descriminalização do aborto".

* Defesa de projeto de lei que regulariza o "casamento" de casais homossexuais.

Grupos homossexuais, abortistas, comunistas e religiosos afro-brasileiros estão comemorando o lançamento do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos.

Com o aborto e o "casamento" homossexual sendo tratados oficialmente como "direitos humanos", a população tem o que para comemorar?

Numa sociedade ideal, a defesa da vida dos bebês em gestação seria considerada fundamental. A proteção ao casamento natural contra ameaças à sua existência seria igualmente vista como vital.

Contudo, um governo pervertido insiste em inverter tudo.

Enviado por Gracias

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Por Arlindo Montenegro

Os brasileiros recebem na cara as porradas noticiosas sobre corrupção e impunidade. Os envolvidos são políticos e empresários. Através de jornais impressos, radio, televisão, blogs, chegam notícias do Brasil inteiro, situando o País entre os mais corruptos do planeta. Êpa! O País?

É assim que todos levamos a fama dos crimes continuados, de responsabilidade dos profissionais da política, dos poderosos do primeiro escalão e seus financiadores de campanhas: bancos, empreiteiras de obras e outros governantes estrangeiros tão ou mais corruptos e ditatoriais.

Esculhambada a cultura, a ética foi para o lixo, as instituições ficaram desacreditadas e a nação perdeu o rumo. Por insistência dos que ainda acreditam em princípios e valores éticos, espirituais, diferente dos que veneram o deus dinheiro sobre todas as coisas, ainda podemos exercitar um pouco de liberdade de opinião.

Em Brasília, centro do poder e da corrupção, realiza-se uma Conferência de Comunicação, onde os radicais da ideologia marxista, babando que nem cachorro louco, defendem teses fascistas de “controle social da mídia”. Querem fazer como em Cuba, como na Venezuela, como na Argentina, todos proibidos de criticar os governantes e seus asseclas que seguem as diretrizes do Foro de São Paulo.

Corruptos e corruptores competem com o crime organizado no país inteiro. Em decorrência da corrupção falta saneamento, falta merenda escolar, falta transporte digno, faltam estradas transitáveis, falta água, os apagões causam perdas, as enchentes levam dezenas de milhares ao desespero e desamparo, a miséria no norte e nordeste persiste à falta de investimentos, balas perdidas, acidentes de trânsito e homicídios enlutam famílias, as drogas engrossam fileiras de conformistas desmiolados e nos deparamos com notícias que citam:

“O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação da ex-prefeita Marta Suplicy (PT) por improbidade administrativa (...) em obra orçada em R$ 34,9 milhões, superfaturada, (...) autorizou "pagamentos indevidos" à OAS...”

“...ação civil pública de improbidade administrativa contra cinco funcionários da Infraero... construtoras OAS, Camargo Corrêa e Galvão, e pela Planorcon... por sobre-preço e faturamento de 145 milhões de Reais...”

“...ação civil pública por improbidade administrativa contra a Fundação José Sarney...”

“Agência Nacional de Vigilância Sanitária demora, em média, dez meses para expedir uma licença... as empresas brasileiras ficm em situação desfavorável em relação aos concorrentes estrangeiros.”

“Omenir da Cruz Cortopassi morreu em 9 de abril de 2007. Mesmo assim, o petista morto votou 2 vezes na eleição do Diretório Estadual do Rio em 2009.”

“Deputado João Magalhães (PMDB-MG) apontado como o principal operador de um esquema fraudulento que desvio R$ 700 milhões de verbas do PAC... e tem que explicar para onde foi a verba (de 300 mil Reais) “destinada a eventos patrocinados nem sequer foram de fato realizados.”

“Brasil perdoa US$ 315 milhões da dívida de Moçambique.”

“Brasil perdoa US$ 83,1 milhões de dívida da Nigéria.”

“Brasil perdoa dívida de US$ 52 milhões da dívida da Bolívia.”

“Brasil perdoa US$ 141 milhões da dívida da Nicarágua.”

“Brasil perdoa 150 milhões de dólares da dívida de Cuba e Lula empresta 450 milhões de dólares para o ditador Fidel Castro construir obras portuárias, usina de álcool combustível e um hotel...”

“OAB critica perdão de Lula à dívida de US$ 36 milhões, do Gabão.”

“Lula libera milhões de dólares para a construção do metrô de Caracas, na Venezuela.”

“Através do BNDES, Lula emprestou milhões de dólares a BOLÍVIA para a construção de uma estrada.”

“O governo gasta, anualmente, mais de 10 milhões de reais com cartões de créditos corporativos distribuídos aos ministros”

“...acordos entre a construtora Camargo Corrêa e outras empresas para fraudar licitações e superfaturar contratos de 14 obras no país...na calha do rio Tietê, na Refinaria do Vale do Paraíba, na Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba e na Usina Termoelétrica da Petrobras, em Cubatão.nos metrôs de Brasília, Rio, Salvador e Fortaleza; duas refinarias no Paraná e uma em Pernambuco; o aeroporto de Vitória, o atracadouro de Alcântara (MA) e a BR-101...”

Tudo isto aí acima é pago com o trabalho, com os impostos, com o sangue e suor dos brasileiros, atônitos diante de tanto cinismo e palavrão, tanta mentira e roubalheira. Uma vez confiamos. Agora sabemos que eles não merecem nosso respeito nem a nossa confiança.

Arlindo Montenegro é Apicultor

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Cida Fraga

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GUARDEM PRA LER NO DOMINGO

Não estrague o seu dia de Natal. mas preste atenção e vamos tentar reagir. Grifei a parte relativa à Previdência - aquela que deveria pagar os aposentados e está sendo roubada descaradamente!
Cida

Paulo A Gazzana/Jornal do Comércio

Em 2008 o RS recolheu R$ 22 bi em Impostos Federais. Menos de 50% retornaram ao estado. O esforço dos deputados é elogiável, mas deveriam criar mecanismos para que o retorno fosse maior. Estados do Norte/Nodeste chegam a receber do governo federal sete vezes mais recursos do que os tributos federais que pagam. Ainda não vi os números finais do orçamento aprovado, mas a versão original previa a renúncia de R$ 19 bi em contribuições previdenciárias. Nada contra incentivos fiscais, mas renúncia de receitas previdenciárias e equilíbrio financeiro e atuarial do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) não tem nada em comum. Essa renúncia de R$ 19 bi será mais um buraco nas contas do RGPS, que não serão cobertas pelo Tesouro Nacional. De 1998 até 2008, foram feitas renúncias previdenciárias de R$ 125 bi. Os senhores deputados, ou aprovam sem ler ou não tem a mínima idéia do "esqueleto" de dinossauro que estão criando para a Previdência.

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Cida Fraga
Ainda faltam 373 dias!
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O presidente Lula e os vasos comunicantes




Carlos Chagas

Tendo cursado o Primário e, depois, uma Escola Técnica, o presidente Lula não recebeu aulas de Física. Não é culpa dele, assim, ignorar o elementar princípio dos vasos comunicantes, aquela brincadeirinha que fazia os alunos torcerem para ver que tubo de ensaio encheria primeiro de água, alimentado pelo principal. No fim, era sempre a mesma coisa: os vasos interligados terminavam com o conteúdo nivelado em poucos segundos. Por ignorar essa lição planetária, o presidente da República vem sistematicamente incorrendo em erro fundamental, todas as vezes em que se refere à Previdência Social e às pretensões dos aposentados com vencimentos acima do salário mínimo. Inconformados com reajustes sempre inferiores aos do menor salário nacional, esses vasos trincados vão sendo nivelados por baixo. Quem se aposentou com quatro salários mínimos, em poucos anos estará recebendo dois, com o risco de, em breve, vê-los transformados em um. Encontram-se os aposentados garfados em seu poder aquisitivo, mesmo tendo trabalhado e descontado por quarenta anos na base dos quatro salários mínimos. Mas tem mais, em termos de vasos comunicantes.

Mesmo admitindo-se que a Previdência Social dê prejuízo, coisa de que muitos ex-ministros discordam, nada mais natural do que outras fontes de receita do estado venham contribuir para nivelar as despesas. O Imposto de Renda, por exemplo, dá um lucro dos diabos. Os demais impostos, taxas e contribuições, também. Nada mais natural, em se tratando de um país uno e indivisível, do que a existência de um caixa único. Cai o presidente Lula na conversa malandra das elites financeiras e de seus representantes na equipe econômica. O chefe do governo sacrifica os aposentados em nome do que seria um sacrilégio em Física, a negação do princípio dos vasos comunicantes. Ainda agora o governo anuncia um reajuste de quase 9% para os aposentados de salário mínimo, e de pouco mais de 6% para os que se aposentaram com valores superiores. Importa repetir, em pouco tempo o Brasil inteiro que parou de trabalhar estará recebendo apenas o salário mínimo. A malandragem? Ora, para evitar esse empobrecimento inevitável, o cidadão que passe a investir na previdência privada, aquela que faz a alegria dos bancos e das financeiras.

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Cida Fraga

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