quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Não fique feliz!


Amigos - falta pouco. Apenas 3 dias mais. Ficou contente? Não devia. Ele sai e deixa o Avatar!
Ou como se diz nas Minas Gerais: O Diabo vai e deixa o secretário. Eu vou logo de "carioquês": Sobe Exu e desce a Pomba Gira....
--
Cida Fraga
Reajuste de 61,8% no salário dos parlamentares! Não quis anular seu voto? BEM FEITO!
http://maria.fraga.zip.net/
http://cantinho_dos_sonhos.zip.net/

SOME EXU! VAI PARA A ENCRUZILHADA!

Nas próximas 48 horas vou tentar botar pra fora o que está me envenenando. Já que a peste vai sair e levar um tempo até o avatar dele perceber a nossa existência que tal a gente soltar os cachorros? Estou soltando no Twitter o grito que está preso na garganta:
VAI LULA! SOME! DESAPARECE! VAI PARA AS ENCRUZILHADAS PROCURAR A CACHAÇA DOS DESPACHOS QUE ESTAMOS PONDO PARA QUE VOCÊ DESAPAREÇA DAS NOSSAS VISTAS. NOS DÊ O BENEFÍCIO DA SUA AUSÊNCIA. Uma sugestão? VÁ FAZER UMA VISITA AO MARIDO DA CRISTINA K. ELE ESTÁ "MORTO" DE SAUDADES DE VOCÊ! SOME EXU INFELIZ!
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Cida Fraga
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Memorial Lula 2014

Entre as bobagens que Lula disse hoje, em café com os jornalistas chapa branca que cobrem o Planalto, é que pretende trabalhar na construção de um "memorial" que permita a todas as pessoas fazerem uma análise própria do que representaram seus oito anos de governo. "Eu pretendo fazer isso devagar. Nada apressado".
Este imbecil é de uma pobreza de espírito sem precedentes. Primeiro, registra em cartório uma enorme quantidade de informações falsas sobre o seu governo. Agora informa que vai continuar trabalhando para alimentar o próprio mito. Lula não desiste de querer reescrever a história, naquela ânsia de tentar provar, por exemplo, que o mensalão não existiu, que a dívida pública não explodiu, que a média de investimentos do seu período foi tão pequena quanto a de FHC, entre tantas outros fatos.


O que Lula entende por "memorial" é material para a campanha eleitoral de 2014, por mais que ele diga que a sua candidata será Dilma, a não ser caso "ela não querer ser". Como se o criador não fosse cobrar a fatura da criatura. No "memorial" do Lula, o olhar é para o futuro e não para o passado. Como ele mesmo disse: "eu pretendo fazer isso devagar. Nada apressado." Começou a fazer no dia em que escolheu a mamulenga como sucessora.


ESTE SEM CARACTER DEVERIA FAZER UM MEMORIAL PARA OS "40 DO MENSALÃO".
Enviado por Paulo Sergio

O silêncio da cachorrada

AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU AU 

 O PT FEZ ESCOLA...EU VENHO DIZENDO QUE TODOS SÃO LADRÕES...MAS, VOCES DEFENDEM TANTO ESTA RAÇA DE LADRÕES...PAGUEM A CONTA AGORA...

Enviado por Varlei Disiuta

Filhos de Lula são sócios em 2 holdings

Coitado do pobre operário e de sua humilde família.

São Paulo, terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Folha de São Paulo - Poder
Descrição: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/images/brabar.gif

Lulinha e Luís Cláudio têm participações em seis empresas, nas áreas de esporte, entretenimento e tecnologia


Único negócio com sede própria e funcionários é a Gamecorp; outros 5 não funcionam nos endereços informados


JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE BRASÍLIA


ANDREZA MATAIS
EM SÃO PAULO


Dois dos filhos do presidente Lula, Fábio Luís e Luís Cláudio, abriram em 16 de agosto deste ano duas holdings -sociedades criadas para administrar grupos de empresas-, a LLCS Participações e a LLF Participações.
Ao final de oito anos de mandato do pai, Lulinha e Luís Cláudio figuram como sócios em seis empresas.
A Folha constatou, porém, que apenas uma delas, a Gamecorp, tem sede própria e corpo de funcionários.
Seu faturamento em 2009 foi de R$ 11,8 milhões, e seu capital registrado é de R$ 5,2 milhões. Ela tem como sócia a empresa de telefonia Oi, que controla 35%.
As demais cinco empresas não funcionam nos endereços informados pelos filhos de Lula à Junta Comercial de São Paulo. São, por assim dizer, empreendimentos que ainda não saíram do papel.
As seis empresas dos filhos de Lula atuam ou se preparam para atuar nos ramos de entretenimento, tecnologia da informação e promoção de eventos esportivos.
São segmentos em alta na economia, que ganharam impulso do governo federal -Lula, por exemplo, foi padrinho das candidaturas vitoriosas do Brasil para organizar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.


SÓCIOS
Na maioria desses negócios, Lulinha e Luís Cláudio têm como sócios pessoas próximas de Lula.
Um dos mais novos empreendimentos da dupla, a holding LLCS, por exemplo, foi registrada no endereço da empresa Bilmaker 600, na qual os dois não têm participação societária.
A Bilmaker tem como controlador o engenheiro Glaucos da Costamarques, 70, que é primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do presidente Lula.
Os outros sócios da Bilmaker, Otavio Ramos e Fabio Tsukamoto, são sócios de Luís Cláudio, filho do presidente, na ZLT 500, empresa de produção e promoção de eventos esportivos.
Assim como a holding, a ZLT também só existe no papel. Está registrada num endereço no Morumbi onde há só uma casa abandonada.
Criada em julho, a ZLT tem ainda como sócio José Antonio Fragoas Zuffo, empresário da região do ABC.
Sócio na Bilmaker e na ZLT, Otávio Ramos disse à Folha que não sabia que os filhos de Lula haviam registrado uma empresa na sede da Bilmaker.
"Isso me preocupa. Vou ligar para eles. Não sabia nem da existência dessa holding. Não sei nem do que se trata nem quero saber", disse.
Ramos afirmou que a empresa não faz negócios com o governo para não gerar especulações. "Somos amigos deles e já iriam ver maldade." A Bilmaker, disse, é uma empresa de exportação e importação de "qualquer coisa".
A outra holding criada pelos filhos de Lula neste ano, a LLF, foi registrada no prédio da PlayTV, emissora de jogos on-line.
Os programas da PlayTV só são veiculados na Sky, que distribui o canal como cortesia, e pela OiTV. A PlayTV é controlada pela Gamecorp, o maior dos empreendimentos de Lulinha.
A Folha acompanhou um dia de programação e não viu anúncios publicitários.
Inaugurada em dezembro de 2004, a Gamecorp recebeu injeção de R$ 5 milhões da telefônica Telemar (hoje Oi), num negócio investigado pela Polícia Federal há três anos -sem resultados.
Quando se soube em 2006 que a Oi, então Telemar, havia se associado à Gamecorp, o presidente Lula disse à Folha que seu filho era o "Ronaldinho" dos negócios.
"Eles fizeram um negócio que deu certo. Deu tão certo que até muita gente ficou com inveja", afirmou. No final de 2009, a empresa tinha capital negativo.


G4
Meses antes de a Gamecorp ser constituída, Fábio Luís se tornou sócio da G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, tendo como parceiros filhos de um velho amigo de Lula, Jacó Bittar, fundador do PT e ex-prefeito de Campinas, hoje no PSB.
Foi por meio da G4 que Lulinha virou sócio de outra empresa, a BR4 Participações, criada em 2004, e que, três anos depois, ganhou como sócio Jonas Leite Filho, sobrinho do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB).
Jonas Leite é conhecido pelo projeto que criou a versão da Bíblia lida pelo apresentador Cid Moreira, da TV Globo, um sucesso de vendas. A BR4 é, por sua vez, acionista da Gamecorp.

Oi eleva repasse a empresa deficitária de filho de Lula

Gamecorp acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões


Beneficiada por decisão do governo, tele é maior cliente da empresa de Lulinha, que produz conteúdo para televisão

ANDREZA MATAIS
EM SÃO PAULO
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA


Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões.
Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.
Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%.
O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa.
A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.
Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas.
Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.
Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia.
Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.
O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços.
O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.
Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom.
Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor.
A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.


PARCERIA
Em 2007, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu multar a Oi porque a empresa não apresentou voluntariamente notificação sobre a injeção de recursos na Gamecorp.
A parceria Oi-Gamecorp começou em 2005, quando a operadora aumentou o capital da empresa em R$ 2,7 milhões e pagou R$ 2,5 milhões pela exclusividade dos serviços. Em 2006, injetou outros R$ 5 milhões.
A Oi acompanha de perto os negócios da Gamecorp. Em 2007, nomeou o executivo Marco Schroeder como conselheiro da empresa.
Em 2008, Lulinha esteve com sócios na sede da Portugal Telecom para falar sobre a entrada dos estrangeiros na Oi. A comitiva estava com o conselheiro da Anatel José Zunga Alves de Lima, que é amigo de Lula.


NOVOS SÓCIOS
Mesmo com dívidas e compromissos que superam o valor dos créditos e bens, a Gamecorp também atraiu como sócio Jonas Suassuna, dono do Gol Grupo, conglomerado que atua em diversos segmentos e vende livros didáticos a governos.
Parente do ex-senador Ney Suassuna, Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Em 2007, investiu R$ 1,35 milhão na Gamecorp.
Sobre ter investido num negócio deficitário, disse que é um "mercado que tem dinâmica de maturação lenta, gerando resultados financeiros de médio e longo prazos".
Lulinha assumiu a presidência da empresa, no lugar de José Roberto De Raphael, casado com Adriana Diniz, filha de Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar.
Oi eleva repasse a empresa deficitária de filho de Lula

Gamecorp acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões


Beneficiada por decisão do governo, tele é maior cliente da empresa de Lulinha, que produz conteúdo para televisão

ANDREZA MATAIS
EM SÃO PAULO
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA

Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões.
Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.
Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%.
O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa.
A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.
Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas.
Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.
Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia.
Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.
O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços.
O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.
Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom.
Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor.
A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.

PARCERIA
Em 2007, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu multar a Oi porque a empresa não apresentou voluntariamente notificação sobre a injeção de recursos na Gamecorp.
A parceria Oi-Gamecorp começou em 2005, quando a operadora aumentou o capital da empresa em R$ 2,7 milhões e pagou R$ 2,5 milhões pela exclusividade dos serviços. Em 2006, injetou outros R$ 5 milhões.
A Oi acompanha de perto os negócios da Gamecorp. Em 2007, nomeou o executivo Marco Schroeder como conselheiro da empresa.
Em 2008, Lulinha esteve com sócios na sede da Portugal Telecom para falar sobre a entrada dos estrangeiros na Oi. A comitiva estava com o conselheiro da Anatel José Zunga Alves de Lima, que é amigo de Lula.

NOVOS SÓCIOS
Mesmo com dívidas e compromissos que superam o valor dos créditos e bens, a Gamecorp também atraiu como sócio Jonas Suassuna, dono do Gol Grupo, conglomerado que atua em diversos segmentos e vende livros didáticos a governos.
Parente do ex-senador Ney Suassuna, Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Em 2007, investiu R$ 1,35 milhão na Gamecorp.
Sobre ter investido num negócio deficitário, disse que é um "mercado que tem dinâmica de maturação lenta, gerando resultados financeiros de médio e longo prazos".
Lulinha assumiu a presidência da empresa, no lugar de José Roberto De Raphael, casado com Adriana Diniz, filha de Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar.
 

Oi eleva repasse a empresa deficitária de filho de Lula

Gamecorp acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões


Beneficiada por decisão do governo, tele é maior cliente da empresa de Lulinha, que produz conteúdo para televisão

ANDREZA MATAIS
EM SÃO PAULO
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA

Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões.
Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.
Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%.
O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa.
A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.
Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas.
Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.
Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia.
Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.
O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços.
O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.
Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom.
Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor.
A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.

PARCERIA
Em 2007, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu multar a Oi porque a empresa não apresentou voluntariamente notificação sobre a injeção de recursos na Gamecorp.
A parceria Oi-Gamecorp começou em 2005, quando a operadora aumentou o capital da empresa em R$ 2,7 milhões e pagou R$ 2,5 milhões pela exclusividade dos serviços. Em 2006, injetou outros R$ 5 milhões.
A Oi acompanha de perto os negócios da Gamecorp. Em 2007, nomeou o executivo Marco Schroeder como conselheiro da empresa.
Em 2008, Lulinha esteve com sócios na sede da Portugal Telecom para falar sobre a entrada dos estrangeiros na Oi. A comitiva estava com o conselheiro da Anatel José Zunga Alves de Lima, que é amigo de Lula.

NOVOS SÓCIOS
Mesmo com dívidas e compromissos que superam o valor dos créditos e bens, a Gamecorp também atraiu como sócio Jonas Suassuna, dono do Gol Grupo, conglomerado que atua em diversos segmentos e vende livros didáticos a governos.
Parente do ex-senador Ney Suassuna, Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Em 2007, investiu R$ 1,35 milhão na Gamecorp.
Sobre ter investido num negócio deficitário, disse que é um "mercado que tem dinâmica de maturação lenta, gerando resultados financeiros de médio e longo prazos".
Lulinha assumiu a presidência da empresa, no lugar de José Roberto De Raphael, casado com Adriana Diniz, filha de Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar.
 

São Paulo, quarta-feira, 29 de dezembro de 2010  FOLHA DE SÃO PAULO Poder 
Oi eleva repasse a empresa deficitária de filho de Lula

Gamecorp acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões


Beneficiada por decisão do governo, tele é maior cliente da empresa de Lulinha, que produz conteúdo para televisão

ANDREZA MATAIS
EM SÃO PAULO
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA

Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões.
Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.
Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%.
O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa.
A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.
Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas.
Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.
Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia.
Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.
O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços.
O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.
Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom.
Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor.
A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.

PARCERIA
Em 2007, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu multar a Oi porque a empresa não apresentou voluntariamente notificação sobre a injeção de recursos na Gamecorp.
A parceria Oi-Gamecorp começou em 2005, quando a operadora aumentou o capital da empresa em R$ 2,7 milhões e pagou R$ 2,5 milhões pela exclusividade dos serviços. Em 2006, injetou outros R$ 5 milhões.
A Oi acompanha de perto os negócios da Gamecorp. Em 2007, nomeou o executivo Marco Schroeder como conselheiro da empresa.
Em 2008, Lulinha esteve com sócios na sede da Portugal Telecom para falar sobre a entrada dos estrangeiros na Oi. A comitiva estava com o conselheiro da Anatel José Zunga Alves de Lima, que é amigo de Lula.

NOVOS SÓCIOS
Mesmo com dívidas e compromissos que superam o valor dos créditos e bens, a Gamecorp também atraiu como sócio Jonas Suassuna, dono do Gol Grupo, conglomerado que atua em diversos segmentos e vende livros didáticos a governos.
Parente do ex-senador Ney Suassuna, Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Em 2007, investiu R$ 1,35 milhão na Gamecorp.
Sobre ter investido num negócio deficitário, disse que é um "mercado que tem dinâmica de maturação lenta, gerando resultados financeiros de médio e longo prazos".
Lulinha assumiu a presidência da empresa, no lugar de José Roberto De Raphael, casado com Adriana Diniz, filha de Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar.
 

Oi eleva repasse a empresa deficitária de filho de Lula

Gamecorp acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões


Beneficiada por decisão do governo, tele é maior cliente da empresa de Lulinha, que produz conteúdo para televisão

ANDREZA MATAIS
EM SÃO PAULO
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA

Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões.
Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.
Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%.
O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa.
A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.
Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas.
Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.
Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia.
Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.
O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços.
O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.
Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom.
Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor.
A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.

PARCERIA
Em 2007, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu multar a Oi porque a empresa não apresentou voluntariamente notificação sobre a injeção de recursos na Gamecorp.
A parceria Oi-Gamecorp começou em 2005, quando a operadora aumentou o capital da empresa em R$ 2,7 milhões e pagou R$ 2,5 milhões pela exclusividade dos serviços. Em 2006, injetou outros R$ 5 milhões.
A Oi acompanha de perto os negócios da Gamecorp. Em 2007, nomeou o executivo Marco Schroeder como conselheiro da empresa.
Em 2008, Lulinha esteve com sócios na sede da Portugal Telecom para falar sobre a entrada dos estrangeiros na Oi. A comitiva estava com o conselheiro da Anatel José Zunga Alves de Lima, que é amigo de Lula.

NOVOS SÓCIOS
Mesmo com dívidas e compromissos que superam o valor dos créditos e bens, a Gamecorp também atraiu como sócio Jonas Suassuna, dono do Gol Grupo, conglomerado que atua em diversos segmentos e vende livros didáticos a governos.
Parente do ex-senador Ney Suassuna, Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Em 2007, investiu R$ 1,35 milhão na Gamecorp.
Sobre ter investido num negócio deficitário, disse que é um "mercado que tem dinâmica de maturação lenta, gerando resultados financeiros de médio e longo prazos".
Lulinha assumiu a presidência da empresa, no lugar de José Roberto De Raphael, casado com Adriana Diniz, filha de Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar.
 
Oi eleva repasse a empresa deficitária de filho de Lula

Gamecorp acumula prejuízo de R$ 8,7 milhões e dívidas de mais de R$ 5 milhões


Beneficiada por decisão do governo, tele é maior cliente da empresa de Lulinha, que produz conteúdo para televisão

ANDREZA MATAIS
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JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA

Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões.
Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.
Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%.
O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa.
A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.
Como a Folha revelou ontem, Lulinha e outro filho do presidente Lula, Luís Cláudio, criaram duas holdings neste ano. Os dois são sócios em seis empresas.
Quando o pai subiu a rampa do Planalto, em 2002, eles eram estagiários.
Com BNDES e fundos de pensão como principais acionistas, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que faz conteúdo para TV veiculado pela OiTV e pela Sky -que não tem a tele como sócia.
Segundo o balanço de 2009, a Oi pagou à Gamecorp R$ 3,6 milhões por "comercialização de serviço". Dois anos antes, o valor destinado para a mesma rubrica tinha sido de R$ 2,8 milhões.
O balanço da Gamecorp registrou lucro de R$ 646 mil em 2009, mas, apesar disso, a dívida não foi abatida. Ao contrário, subiu, tendência que se mantém desde os primeiros balanços.
O aumento no aporte da Oi ocorreu durante o polêmico negócio que transformou a operadora na maior empresa do setor de telecomunicações do país graças à ajuda do governo e sob suporte de empréstimos no BNDES.
Sob o argumento de criar uma "supertele nacional", o governo Lula alterou as regras do setor para viabilizar a fusão com a Brasil Telecom.
Em 2010, o governo já tomou ao menos três decisões que beneficiam a telefônica. Entre elas, a de adiar para maio de 2011 o novo plano de metas para as operadoras -que, mantido o prazo original, forçaria a Oi, endividada, a fazer investimentos.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) liberou o mercado de TV a cabo para as teles. A Oi foi a única beneficiada, por ter capital majoritariamente nacional, precondição para a atuação nesse setor.
A agência decidiu também incluir mais um dígito nos celulares em São Paulo para aumentar os números disponíveis para venda, o que ampliou a possibilidade de entrada da Oi nesse mercado.

PARCERIA
Em 2007, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu multar a Oi porque a empresa não apresentou voluntariamente notificação sobre a injeção de recursos na Gamecorp.
A parceria Oi-Gamecorp começou em 2005, quando a operadora aumentou o capital da empresa em R$ 2,7 milhões e pagou R$ 2,5 milhões pela exclusividade dos serviços. Em 2006, injetou outros R$ 5 milhões.
A Oi acompanha de perto os negócios da Gamecorp. Em 2007, nomeou o executivo Marco Schroeder como conselheiro da empresa.
Em 2008, Lulinha esteve com sócios na sede da Portugal Telecom para falar sobre a entrada dos estrangeiros na Oi. A comitiva estava com o conselheiro da Anatel José Zunga Alves de Lima, que é amigo de Lula.

NOVOS SÓCIOS
Mesmo com dívidas e compromissos que superam o valor dos créditos e bens, a Gamecorp também atraiu como sócio Jonas Suassuna, dono do Gol Grupo, conglomerado que atua em diversos segmentos e vende livros didáticos a governos.
Parente do ex-senador Ney Suassuna, Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Em 2007, investiu R$ 1,35 milhão na Gamecorp.
Sobre ter investido num negócio deficitário, disse que é um "mercado que tem dinâmica de maturação lenta, gerando resultados financeiros de médio e longo prazos".
Lulinha assumiu a presidência da empresa, no lugar de José Roberto De Raphael, casado com Adriana Diniz, filha de Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar.
 

LULINHA

Lulinha: Meu aluguel, minhas amizades...

Um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís, mora desde 2007 em apartamento alugado por R$ 12 mil nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Quem paga a conta é uma empresa com contratos com vários governos, entre eles o federal.

Lulinha, como Fábio Luís é conhecido, não é sócio da empresa que paga o aluguel. O Grupo Gol, que alugou o apartamento, é do empresário de mídia e mercado editorial Jonas Suassuna, sócio de Lulinha em um outro negócio, a empresa de conteúdo eletrônico Gamecorp.
Primo do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB), Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Procurado pela Folha, Jonas disse que não vai mais pagar o aluguel para o filho do presidente.
O Jornal Folha de São Paulo apurou que até hoje é Suassuna quem paga o aluguel, e o dono do imóvel não havia sido contatado até a semana passada para discutir mudança no contrato, informa reportagem de José Ernesto Credendio e Andreza Matais, publicada nesta quinta-feira.

COMO DEMONSTRAÇÃO DE BOA VONTADE, RESOLVI COLABORAR COM O GOVERNO DILMA

Para os brasileiros idiotizados pela propaganda lullopetista, e não são poucos, pois chegam a ultrapassar o índice de 80%, que vivem tecendo loas para as tais obras do PAC (Pão, Água e Circo), embora, na prática, o Brasil continue no mesmo "bagaço" de sempre, com a saúde, educação, transporte e segurança em petição de miséria, a presidenta Dilma, seguindo a linha de enrolar os trouxas tão em voga no Governo Lulla, já está preparando para, tão logo tome posse nessa "joça", o implemento uma série de outros mentirosos "programas desenvolvimentistas". A guisa de colaboração, aproveito para sugerir algumas novas arapucas destinadas a continuar "enrolando" os incautos eleitores desse Brasilzinho Tiririca: 1) Base de Operações Legislativas Avançadas - BOLA; 2) Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto - PIADA; 3) Programa de Revisão Orientado para o Próprio Interesse nas Nomeações em Autarquias - PROPINA; 4) Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas - MERDA; 5) Serviço de Apoio aos Companheiros que Atuam Nacionalmente, Aliciando Governadores, Empresários e Magistrados - SACANAGEM6) Fundo para Operações Destinadas aos Apadrinhados e Servidores - FODASE. As sugestões estão postas! Depois não venham dizer que eu não tentei colaborar com Dilminha...

Júlio Ferreira
Recife - PE

FALASTRÃO

A meta do presidente Lula de garantir a todos os alunos da rede pública um computador no valor de 100 dólares não foi cumprida e acabou sendo terceirizada aos governos estaduais e prefeituras por um valor superior ao previsto. Nesta segunda-feira, o governo anunciou a criação de uma linha de crédito concedida pelo BNDES com limite de compra correspondente a 25% do total de alunos da rede pública. Em 2006, Lula assumiu o compromisso mas, dois anos depois, desistiu do projeto de comprar um computador para cada aluno da rede pública porque ficou caro demais instalar laboratórios de informática nas 55 mil escolas públicas do País. Para as regiões Centro-Oeste, Norte e Sudeste, cada computador custará R$ 344,18. Para o Sul e Nordeste custará R$ 376,94. Segundo as especificações do Ministério da Educação, o equipamento tem 4 gigabytes de armazenamento, 512 megabytes de memória, tela de cristal líquido de sete polegadas e bateria com autonomia mínima de três horas
PARA ESCOLAS BRASILEIRAS...É MUITO CARO...TALVEZ SE FOSSE PARA ESCOLAS CUBANAS, "BOLÍVARES", VENEZUELANAS...TERIA SIDO UM EXCELENTE INVESTIMENTO ..... HO HO HO HO ..JÁ DIZIA O PAPAI NOEL.
Enviado por Varlei Disiuta

Link Vídeo Electoral Fraud Eletronic Machine Brazil

VIDEO É UM DOS MAIS VISTOS NOS EUA E EUROPA, DENUNCIANDO A FALSA DEMOCRACIA BRASILEIRA, E A TRAMPA DAS URNAS ELETRONICAS

... segue o vídeo!http://www.youtube.com/watch?v=nWCR33GW2GM





Um empresário de Guarulhos, SP, produziu quilos de provas de que houve fraude em diversas urnas eletrônicas daquela cidade. Provas com dados do próprio TRE  - veja em





- e nunca deu em nada; neste país a verdade está escancarada na cara de todos mas não se impõe.
VIANNA


LULA FINALMENTE CONFESSA: QUER MESMO CENSURAR A IMPRENSA



28/12/2010
 às 5:31

Então fica combinado: Lula não pára de falar bobagem, e eu não paro de escrever que ele fala bobagem. Ele não desiste, eu também não. Nesta segunda, em dois momentos, o Babalorixá de Banânia, já nos estertores da apoteose mental, resolveu atacar a imprensa, evidenciando, pela enésima vez, que ainda não entendeu direito o que é essa tal democracia — ou, o mais provável, já entendeu, mas não gosta.


Em café da manhã com jornalistas, voltou a defender o controle da “mídia”, negando, como sempre, que pretenda censurar a imprensa. Leia esta sua fala, publicada na Folha Online:

“Temos que fazer um debate que todos participem e aprovar uma lei que seja o caminho do meio, nem o que quer a extrema direita nem o que quer a extrema esquerda. Tem que ter bom senso”.

Como as palavras fazem sentido, o que temos acima é uma confissão: Lula pretende mesmo censurar a imprensa; esta que existe não lhe serve. Por que afirmo isso? O Apedeuta defende uma lei que seja o “caminho do meio”. O meio de qual polarização? Segundo ele, entre a “extrema direita” e a extrema esquerda”.
A extrema esquerda, no que diz respeito à comunicação, é formada por aquele bando de desocupados, financiados pelo governo ou por ONGs, que participaram da Confecom (Conferência de Comunicação) e aprovaram o “controle social da mídia”. Ela seria uma das pontas dessa luta.  E a extrema direita? Onde estaria?

Seria a imprensa que está aí, entenderam? Ao classificá-la de extremista, Lula pode reivindicar para si o “centro”. A lógica se impõe: se, para o barbudo, a “mídia” é hoje de extrema direita, é evidente, então, que ele está defendendo uma lei — OBSERVEM QUE ELE FALA EM “LEI” — que a force a caminhar para a esquerda. E como isso se faria sem policiamento de conteúdo? Não se faria! A proposta será inescapavelmente autoritária. Nos limites da Constituição e das leis democráticas, o único juiz aceitável do que a imprensa pública ou deixa de publicar é o indivíduo.
Trata-se de uma mentira grosseira a ilação de que a imprensa brasileira é de “extrema direita”. A verdade é bem outra, como sabem os leitores. Os valores dominantes hoje nas redações do país são majoritariamente de esquerda. Basta escolher o tema e fazer o teste. Mais ainda: a grande popularidade de Lula se deve à generosíssima cobertura que lhe dispensa a imprensa que ele quer controlar. Por que essa obsessão?

Ele tentou se explicar:
“Não defendo o controle da mídia, mas responsabilidade. [a mídia] Precisa parar de achar que não pode ser criticada, porque, toda a vez que é criticada, diz que é censura. Quando faz a matéria, diz que é liberdade de imprensa; quando recebe a crítica, diz que é censura”.

Nunca é tarde para Lula aprender alguma coisa, e eu ensino, embora, ex-professor, eu saiba reconhecer um esforço inútil. O problema não está na crítica que Lula e os petistas fazem à imprensa, mas na mobilização do aparato de estado contra a liberdade de expressão. O Apedeuta estabelece uma equivalência entre o Planalto e o jornalismo que é absolutamente falsa! Afinal, nós não podemos pressionar os poderosos com leis de sotaque discricionário, mas eles podem tentar nos intimidar. Mais: a sociedade tem a obrigação de vigiar o governo, mas um governo não pode tentar vigiar a sociedade além dos limites estabelecidos pela Constituição.
Quando a imprensa critica um governante — e é claro que a crítica pode ser injusta —, é razoável supor que estamos num regime democrático. Quando um governante critica a imprensa — sem apontar seus supostos erros —, estamos diante, quando menos, de uma tentação autoritária.

Não, Lula! Não passará!
Quem está passando é Lula.
Faltam apenas três dias.

PS: Era visível o ar compungido de Lula, triste mesmo, de quem está prestes a ser retirado do parquinho porque expirou o prazo do bilhete.
Por Reinaldo Azevedo

Perguntinha de algibeira

Ainda que mal pergunte, e perguntar não ofende, alguém poderia esclarecer a este esbulhado contribuinte,  nascido na primeira metade do século passado, o seguinte:
Todos os presentes, quinquilharias de todo o tipo recebido pelo Presidente da Républica, ao longo do seu mandato, não pertence à instituição Presidência da República?
O saque que o apedeuta nove dedos, lingua plesa e filho bastardo do regime militar, parido e ungido que foi pelo Gal Golbery,  está realizando nos palácios não é um crime?
Um agente público pode receber agrados desse tipo? 
Enviado por Pacaas 

CADÊ A TAL REFINARIA DE SUAPE? PORQUE NINGUÉM VÊ UMA FOTO DA "DITA CUJA"?

Volta e meia a imprensa pernambucana estampa em suas manchetes de primeira página fotos relativas aos empreendimentos que estariam sendo implantados no Porto de Suape, porém até agora, sabe-se lá por quais motivos, ainda não consegui ver uma foto panorâmica mostrando a situação em que se encontram as obras da tal Refinaria General Abreu e Lima, cuja pedra fundamental foi espalhafatosamente lançada em 2005, e que até hoje, cinco anos depois, ainda estaria na fase de terraplanagem (vai acabar no "Guinness Book", como a terraplanagem mais demorada da história). Na verdade, a foto não é mostrada, pelo simples motivo de que nossa imprensa, refém dos Governos Federal, Estadual e Municipal, por conta da dependência financeira das fortunas gastas por nossos governantes em propaganda, preferem ficar "na moita", apelando para a auto censura, como forma de não perder a "boquinha" das verbas publicitárias. O desafio fica aqui! Quero ver se algum jornalista terá a coragem de, confrontando seus patrões, "encarar essa parada". Triste país, esse Brasil Tiririca, no qual a imprensa, depois de resistir até mesmo aos censores da ditadura militar, deixaram-se "montar" pelos censores modernos, que ao contrário dos "gorilas" dos anos de chumbo, que recorriam para a violência pura e simples, apelam agora para o "jeitinho", fazendo vergonhosas barganhas, ao ofertar "montanhas" de verbas publicitárias, em troca do imoral silêncio quanto as mazelas cometidas e/ou elogios superlativos para feitos absolutamente corriqueiros. É assim que a coisa funciona! Alguém tem dúvida?
Júlio Ferreira
Recife - PE

LULA: VIGARISTA, CANALLHA,LADRÃO,CORRUPTO...FALTAM ADJETIVOS

Leiam os 4 comentários abaixo e repassem.o brasil precisa saber.

DOMINGO, 26 DE DEZEMBRO DE 2010 - por Políbio Braga

Artigo - Os (falsos) anos de Lula

Neste artigo de Flávio Tavares, a história do Mensalão e o ar aparvalhado de Lula, apanhado como o verdadeiro chefe da quadrilha, além de outras histórias lulo-petistas, povoam a análise dos oito anos deste governo que chega ao final envolto em muito séria mistificação, toda ela sustentada em cima de retórica falsa e R$ 10 bilhões invetidos em propagandaq, algo como 20 vezes mais do que Yeda investiu durante seus quatro anos de mandato. Flávio Tavares recolhe o depoimento insuspeito do suspeito Frei Betto, para desmascarar Lula e seu governo: "Com Lula, os mais pobres mereceram recursos anuais e R# 30 bilhões, os mais ricos, através do mercado financeiro, foram agraciados com R# 300 bilhões. O País continua sem reformas agrária, política e tfibutária. Emj qualidade de educação, o Brasil se comapra ao Zimbvábue, pelos índices da ONU".

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo que Tavares publicou em Zero Hora deste domingo.
26 de dezembro de 2010
  
  Enquanto isso no Brasil, nossas autoridades...
22/12/2010
DA ANSA
A Câmara dos Deputados do Chile aprovou nesta quarta-feira por 39 votos a favor e dois contra um projeto de lei que declara as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como uma "organização terrorista".
O Parlamento expressou seu repúdio às relações que o grupo possa ter com partidos ou grupos sociais chilenos de qualquer natureza
Texto completo

Deputados do Chile declaram Farc como 'organização terrorista'

A Câmara dos Deputados do Chile aprovou nesta quarta-feira - por 39 votos a favor e dois contra - um projeto de lei que declara as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como uma "organização terrorista".
O Parlamento expressou seu repúdio às relações que o grupo possa ter com partidos ou grupos sociais chilenos de qualquer natureza.
A iniciativa foi apresentada pela bancada do governo, que afirma que "as Farc semearam o terror na Colômbia durante décadas, assassinando, sequestrando e violentando pessoas e comunidades inteiras".
Os deputados proponentes destacaram que 33 Estados já declararam a guerrilha "como uma organização terrorista", e argumentaram que o "Chile não pode ficar à margem desta grave situação que transpõe fronteiras e atenta contra a dignidade e a segurança da América Latina, como comunidade regional".
Os parlamentares de oposição ao governo de Sebastián Piñera decidiram não participar da votação.
Porém, dois deputados do Partido Comunista do Chile (PCChile), Guillermo Teillier e Lautaro Carmona, não foram informados da determinação e deram quorum para aprovar a iniciativa, sem perceberem que o projeto de lei tinha sido colocado em votação.
VÍNCULO
O documento aprovado também manifesta "repúdio" às supostas ligações entre as Farc e organizações sociais ou partidos políticos chilenos, o que foi classificado por Teillier como uma "aberração" e um "julgamento político" para menosprezar a força da guerrilha.
O deputado do Partido Socialista (PS) Marcelo Díaz, que também votou contra a lei, disse que não tem "um julgamento positivo das Farc, mas o projeto tem uma lógica inaceitável, que é fazer sinônimo de terrorismo as Farc ou estabelecer uma verdade oficial de que existe um vínculo com organizações mapuches [povo indígena do centro-sul do Chile]."
"Caso se queira dizer isto, que se faça uma denúncia nos tribunais e não um projeto na Câmara dos Deputados", acrescentou Díaz.
Os mapuches são acusados de manterem ligações com a guerrilha colombiana. Algumas comunidades indígenas são apontadas como responsáveis por incêndios contra construções agrícolas como forma de reivindicação de suas terras ancestrais.
Em outubro, o militante do PC chileno Manuel Olate foi preso por supostamente ser o "elo" entre as Farc e a Coordenadoria de Comunidades Mapuche em Conflito Arauco-Malleco, um dos principais grupos mapuches denunciados pelos incêndios.
PROPOSTA
O projeto de lei foi proposto pelos deputados José Manuel Edwards, da legenda Renovação Nacional (RN), e Mónica Zalaquett, da União Democrática Independente (UDI), ambos da base do governo.
Ambos assinalaram que os tratados internacionais ratificados pelo Chile e por organizações de direitos humanos, citando a Human Right Watch e a Anistia Internacional (AI), apontam que o grupo ilegal colombiano "se fundamentam na violação dos direitos humanos e na violência contra civis".

SEGUNDA-FEIRA, DEZEMBRO 27, 2010   - BLOG COTURNO NOTURNO


Memorial Lula 2014.

Entre as bobagens que Lula disse hoje, em café com os jornalistas chapa branca que cobrem o Planalto, é que pretende trabalhar na construção de um "memorial" que permita a todas as pessoas fazerem uma análise própria do que representaram seus oito anos de governo. "Eu pretendo fazer isso devagar. Nada apressado".Este imbecil é de uma pobreza de espírito sem precedentes. Primeiro, registra em cartório um monte de informações falsas sobre o seu governo. Agora informa que vai continuar trabalhando para alimentar o próprio mito. Lula não desiste de querer reescrever a história, naquela ânsia de tentar provar, por exemplo, que o mensalão não existiu, que a dívida pública não explodiu, que a média de investimentos do seu período foi tão pequena quanto a de FHC, entre tantas outros fatos. O que Lula entende por "memorial" é material para a campanha eleitoral de 2014, por mais que ele diga que a sua candidata será Dilma, a  não ser caso "ela não querer ser". Como se o criador não fosse cobrar a fatura da criatura. No "memorial"do Lula, o olhar é para o futuro e não para o passado. Como ele mesmo disse: " eu pretendo fazer isso devagar. Nada apressado." Começou a fazer no dia em que escolheu a mamulenga como sucessora.

SEGUNDA-FEIRA, 27 DE DEZEMBRO DE 2010 - polibio braga


Artigo - Nunca, antes, um governo deixou um rastro de corrupção tão maldito

O governo do PT que se esvai sob foguetório dentro de apenas 5 dias, deixará um legado coberto de mistificações e corrupção generalizada como rastro maldito, sob os acordes de declarações cada vez mais megalômanas do presidente Luís Inácio Lula da Silva. É sobre este assunto que escreve nesta segunda o ex-ministro Paulo Brossard, num artigo que Zero Hora intitula "Nunca antes", referência a declarações que Lula replica de modo insuportável. Conta Brossard: "Lula se autoconcedeu o diploma de haveer realizado o maior e melhor governo do Brasil em todos os tempos". E lista em seguida o que significa este "governo realizador e eficaz": 1) 120 navios fundeiam nas costas de Santos ao mesmo tempo, porque falta tudo no porto. 2) o escândalo do complexo do alemão, território autônomo que só agora, oito anos depois, é reincorporado ao território nacional, e isto porque seus governantes desafiaram Brasília. Tem mais. Vale a pena ler.


CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo.

Enviado por Delmar Philippsen