sábado, 31 de dezembro de 2011

Répi niu iar!!!!

Aos amigos, leitores e colaboradores.

2011 já está pela bola sete, falta pouco para o inicio de um novo ano. 
Voltamos ao calendário da vida onde pouco muda, mas as esperanças são renovadas.
2011 se vai deixando pouca saudade aos brasileiros. O que renova minhas esperanças é saber que 2012 significa um ano a menos no DESgoverno da Dilmarionete, que por sinal passou o ano que está finalizando apenas viajando, mentindo e administrando crises, fez faxinas, virou gerentona, não tolera mal feitos, e deixa o nada de novo para o povo. Nem uma nova estrada, nem um novo hospital, nem um novo aeroporto, que por sinal alguns serão privatizados por incompetência administrativa. Um governo amorfo que apenas fez de conta que governou para um povo crédulo que ainda se ufana que "pagamos" nossa dívida externa. Pobres diabos.
Todos os programas do DESgoverno estão com problemas em super faturamentos, incompetência adminisitrativa, atrasos, falta de gerenciamento sério e muita roubalheira, desvios e maracutaias.
2011 foi o ano em que o Brasil bateu todos os recordes em arrecadação de impostos da história do país, mas também foi o ano em que a nossa dívida interna cresceu a casa do trilhão e meio de Reais, outro recorde. E os impostos...para onde vão os impostos? Pois, em benefício do povão necessitado eles se transformaram em bolsas vagabundo, que não ajudam ninguém a virar cidadão de verdade, viver de migalhas do governo não é e nem nunca foi cidadania. 
E o restante se esvai na corrupção e roubalheira do estado paquidérmico que quase não consegue se movimentar devido ao excessivo peso de mamadores nas tetas públicas.
2012 é ano de eleições, certamente teremos nós blogueiros independentes e indignados, muito trabalho para tentar, mesmo que em vão, mostrar para a sociedade as mazelas que os candidatos a prefeito e vereadores querem empurrar para cima do povão festeiro e burro de banânia.
2011 foi o ano em que o futebol brasileiro provou ao mundo que jogo se ganha na bola e não no marqueting vagabundo de certos setores da mídia que insistem em querer provar que o Brasil ainda é o país do futebol. E por falar em futebol...2012 é um novo ano onde os prazos para as obras da Copa de 2014 apertarão ainda mais, e a genialidade de nossos governantes que em vez de fazerem o serviço de forma correta irão dar férias escolares e decretar feriados em dias de jogos para minimizar o impacto no trânsito das cidades sede porque as obras de infra estrutura não saíram do papel...mas a grana....
2011 é o ano em que o DESgoverno demitiu seis ministros por corrupção e tolerou os mal feitos de outros tantos para não cair de vez na desgraça e ter que admitir aos mais incultos que é mesmo um governo herdeiro de bandidos e ladrões. Afinal em 2012 tem eleição e o DESgoverno não pode correr o risco de perder "credibilidade" junto aos eleitores que ainda acreditam que voto é brincadeira ou obrigação, e nem imaginam que é um direito de cidadão.
Mas, enfim.
Este blogueiro agradece aos mais de 150.000 leitores que aqui estiveram neste ano que se finda, aos meus amigos que mandam E-Mails com assuntos para postar aqui no cafofo. Agradeço aos que tem paciência em ler minhas quilométricas postagens, e ainda ter a coragem de comentar...he he he...
Infelizmente não gosto do Twitter por conta da minha falta de "suscintêz"...150.000 visitantes em 2011, um número expressivo para um Blog que não tem e nunca teve pretensão alguma de ser referência, ou de criar opinião. Um Blog criado com uma intenção e que com o passar do tempo foi se transformando em uma avacalhação contra os políticos que infestam nossas vidas.
Estamos aqui para denunciar e protestar avacalhando e na medida do possível até divertir os leitores e amigos.
Afinal, este Blog é "sem estilo" como diriam alguns dos meus desafetos do passado que caíram no esquecimento e no vazio da própria mediocridade. 
Uma das grandes marcas deste Blog para quem não se lembra, ou não sabe, foi avacalhar tanto a ponto de decretar o fim dos "prêmios" distribuídos a torto e a direito por blogueiros que queriam apenas reconhecimento e notoriedade, não por seus méritos, mas sim pela farta distribuição a outros blogs de "inventados" selos e prêmios vazios e sem seriedade que na verdade puxavam apenas comentários daqueles bem lugar comum, de agradecimento ao fato de tal página ter sido agraciada com tão "importante" premiação e blá blá blá...E nada de util acrescentava a ninguém, a não ser inflar o ego de alguns vaidosos que acreditavam que ter alguns "selos" na página seria sinal de seriedade e credibilidade.
Algo mudou na Blogosfera, muita gente chegou com o gás todo e sumiu, caíram pelo desânimo, pela falta de condições de tocar um Blog. Outros novos chegam a cada dia, muita gente boa outros nem tanto, mas todos com a mesma intenção, vontade em "bater o máximo possível" no DESgoverno, denunciar, alertar, mostrar. E assim que se faz um Blog de oposição ao que se instalou no poder brasileiro, fazendo barulho todo dia, e com esse barulho que algumas opiniões foram mudadas, alguns mal feitos mostrados, e muitas vezes o DESgoverno e as instituições perceberam que existe vida inteligente que se posiciona e não aceita tudo que empurram goela abaixo da maioria da população, e muita coisa neste Brasil teve que mudar por conta do barulho feito pelos blogueiros independentes.
Escrever um Blog não é uma tarefa fácil, ou por falta de tempo já que a imensa maioria dos blogueiros trabalham e não vivem de dinheiro público. E um bom Blog merece dedicação em tempo quase integral. Mas mesmo assim o pessoal arruma um jeitinho de se dedicar e continuar a tarefa de ser independente e não pautado pelo DESgoverno PTralha. Mas estamos na chuva é para se molhar, né mesmo?

Bem, desejo a todos os que prestigiaram, este humilde cafofo no ano de 2011 um ano novo repleto de felicidade, muita saúde e muita paz a vocês e seus familiares, e que em 2012 tenham tempo e paciência para compartilharem da minha indignação, ou até mesmo de momentos insanos que com certeza são feitos com muita dedicação e respeito aos meus....2 leitores.

Um abraço a todos. Muito obrigado e....


Uma grande mulher e Um homem insuperável !


Um homem insuperável


UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO

Você conhece Peng Shuilin?

Em 1995 ele perdeu metade do seu corpo ao ser cortado próximo à altura da cintura por um caminhão, os médicos que o socorreram, achavam que ele não sobreviveria, mas um milagre de Deus fez com que ele sobrevivesse.
Ele é conhecido na China como “Half Man” Homem-Metade 
Acamado por mais de dez anos, familiares e amigos tinham pouca esperança de que ele fosse viver qualquer coisa parecida com vida normal outra vez.
Afinal, precisou da ajuda de vinte médicos para conseguir manter-se vivo.
Sem as pernas, Shulin ficou com apenas 78 cm de altura.
Mas, recentemente, começou a exercitar seus braços, para poder executar tarefas diárias, como lavar seu rosto e escovar seus dentes.
Sua recuperação tem surpreendido os cirurgiões, depois dele ser submetido a uma série de cirurgias.
O vice-presidente do Hospital China Research Center em Beijing, onde este chinês de 39 anos tem sido tratado disse:
“Ele é incrível é a única pessoa no mundo a sobreviver com tanto corpo amputado

Ele teve um enxerto de pele do seu rosto para o seu tronco.
Os Médicos de Reabilitação do China Research Center em Pequim começaram então a pensar na possibilidade de fazê-lo andar novamente.
Eles criaram um invólucro como se fosso um ovo para apoiar o seu corpo com 2 pernas biônicas para ajudá-lo.
O aparelho é semelhante a um copo
Mas nunca desistiu!
Agora, este lutador está em pé novamente.
Com a ajuda dos médicos, Peng está reaprendendo a andar.
Parece que nada deixa-o para baixo
O sorriso diz tudo
Ele agora esta muito bem.
E até abriu seu próprio negócio o:
“Supermarket Half Man Half-Store Price”
Realmente é incrível!!!
Após essa lição de vida do Peng Shuilin, convido você a fazer uma pequena oração:
Obrigado Senhor
 
Pelos meus braços perfeitos... quando há tantos mutilados;
Pelos meus olhos perfeitos... quando há tantos sem luz;
Pela minha voz que canta... quando tantas emudecem;
Pelas minhas mãos que trabalham... quando tantas mendigam.
 
É maravilhoso Senhor
 
Ter um lar para voltar... quando há tantos que não tem onde ir;
Sorrir... quando há tantos que choram;
Amar... quando há tantos que odeiam;
Viver... quando há tantos que morrem antes de nascer;
Sobretudo...Ter pouco a pedir, e tanto a agradecer.
Enviado por Marverde

Frase do dia

"Antigamente, os cartazes nas ruas com rostos de criminosos ofereciam recompensas.
Hoje, pedem votos."

Ontem assistindo ao jornal da Cultura, durante um intervalo e em seguida em todos os "breaks" comerciais, entra um vídeo de final de ano do PTB. Garanto que foi o mais longo 1 minuto da minha vida. Potaquepareu!!!
O vídeo em sí já é de um mau gosto estratosférico, a música é patética, ver o tal de "Francineto Luz de Aguiar" vulgo Frank Aguiar cantando é de dar engulhos.
Só que o mais interessante neste vídeo é ver o ajuntamento de bandoleiros de todas as vertentes que habitam o partidão do velho BOB SOCONOLHO JEFERSON.
Se essa é a capacidade que eles tem em mandar mensagem de final de ano para seus eleitores, imagino do que são capazes em matéria de política.
Eu não entendo essa mania que político tem de nivelar todo mundo por baixo e acreditar que TODO brasileiro é meio retardado.
Gente, o vídeo é de um amadorismo absoluto, a letra da música é coisa de criança do primeiro grau e a "sinceridade" estampada nos rostos dos "cumpanhêrus" é impar. O constrangimento de alguns é nítido, e a imensa maioria não sabe a letra, a edição do vídeo mostra isso claramente, as bocas dizem uma coisa e a musica outra...Impressionante, até para fazer mensagem de final de ano político faz maracutaia. Há há há!!!
Sem contar que misturada a música, tem um áudio confuso de uma criança gargalhando, ou chorando...sei lá. Bem, na verdade acaba virando um saco de gatos onde a música faz juz ao vídeo que faz juz aos participantes, ou seja...ficou uma bosta!!!!
Para quem não viu o vídeo está postado abaixo.
Mas aviso, assistam por sua conta e risco, é ruim para caraleo!!!!
E tirem suas próprias conclusões.
Ahhhh...e duvido que naquele momento da gravação, com a quantidade de políticos amontoados no minúsculo espaço do estúdio, algumas carteiras não tenham sido "aliviadas" de alguns bolsos.Afinal, político é político né?http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FmUpPy8udes&noredirect=1 
http://o-mascate.blogspot.com/2011/12/essa-foi-de-phuder.html
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Até sítio cara pálida?


O EX presidente o Enfermo Tio Chico Defuntus Sebentus, vai passar as festas de final de ano no sítio de sua propriedade em Atibaia.
Até aí nada demais, mas o que me incomoda de verdade é lembrar que até 2002 o Sebentão morava em São Bernardo em um imóvel "emprestado" do empresário Roberto Teixeira. Que depois da posse do "apadrinhado" teve uma "certa" participação na estranha e imoral venda da Varig. E se não me engano durante essa época teve suas contas pessoais pagas por Paulo Okamoto que depois acabou sendo "agraciado" com uma boquinha como presidente do Sebrae.
Ou seja, o Sebento até assumir o poder não tinha nem onde morar, já que morava de favor. Após a posse morou no Palácio da Alvorada, e depois que sai do governo vemos que além de apartamentos no Guarujá, em São Bernardo, tem um sítio em Atibaia. E sabe-se-la o que mais.
Sem contar que durante o bota fora da presidência arrastou 11 caminhões de badulaques, quinquilharias e alguns objetos de arte amealhados durante os 8 anos em que esteve a frente do DESgoverno. Fora as trés aposentadorias que recebe, sendo uma delas livre de IR.
O filho se torna mega empresário em uma meteórica carreira que parte de monitor de zoológico para sócio de várias empresas entre elas uma que recebeu 5 milhetas em investimentos públicos para seu fomento.
A premera muda que comeu feijão segurando o prato nas mãos por décadas, se tornou uma "japonesa" de tantas plásticas e botox que usou para melorá o shape, e não esqueçamos o volume em dinheiro que ela torrou nos cartões corporativos, nunca trabalhou um dia sequer pelo país e hoje leva vida de madame. Claro que de pés sujos, mas uma madame.
Ainda consegue cidadania italiana para ela e toda a ninhada em uma visível demostração de ignorância e afrontando a população do país, pois uma primeira dama que em vez de pensar num Brasil melhor, prefere uma cidadania estrangeira para assegurar o futuro da ninhada. è de phoder!!
E segundo dizem por aí, o Sebentinho comprou uma fazenda de quarenta e sete milhetas na alta noroeste paulista, mais precisamente em Valparaíso, uma cidade que fica entre Araçatuba e "NEVERLANDradina."
Quando eu lembro de uma propaganda política lá nos anos 90 que dizia que o "Sebento é um brasileiro igual a você" que eu ficava iradíssimo por conta da comparação, fico ainda mais indignado por ver que esse espertalhão que segurou a bandeira da ética e da moralidade na política por mais de duas décadas, na verdade queria apenas iludir os esquerdofrênicos de boa fé. Pois assim que assumiu o poder seu projeto de vida era se dar bem. E foram 8 anos cavando os cofres públicos em busca do pote de ouro da imoralidade e da bandalheira.
E hoje quando olho, e analiso essa situação, percebo que esse espertalhão fez muito mais para si próprio e sua família em matéria de "enriquecimento pessoal" em 8 anos de poder do que muito empresário que trabalha a 30/40 anos dando empregos e pagando impostos e salários.


Mas isso é Brasil.
A terra da caridade e da oportunidade.
Para poucos, of course.
http://o-mascate.blogspot.com/2011/12/ate-sitio-cara-palida.html
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COMEÇOU A FARRA


 Todo ano a mesma coisa, enquanto o povo está pensando como é que vai pagar o peru da ceia, no Recife vereadores se autoconcedem um insignificante  aumento de   60% em  seus vencimentos e numerosas vantagens que beiram 200 mínimos. A praga já se espalhou por outras Câmaras do país, é só uma questão de dias para chegar a Brasília.Para nós aposentados eles concedem o dízimo, uma  décima parte, porque quebramos o Brasil e ainda temos que agüentar menininho mal educado nos mostrando a língua e o pai nos dando uma bela banana.
Daniel, filho do Senador Jader Barbalho, faz careta durante entrevista concedida pelo pai
Grato
João Henrique Rieder

Glórias acadêmicas lulianas

Todo mundo sabe que, neste país, para subir na carreira universitária não é preciso conhecimento nenhum, apenas ter as amizades certas e emitir, nos momentos decisivos, as opiniões políticas recomendáveis.

Por Olavo de Carvalho
Artigos - Cultura

O sr. Paulo Moreira Leite, que no exercício do jornalismo assumiu como sua particular missão e glória nunca entender nada, escreve que as reclamações contra a pletora de títulos universitários concedidos ao ex-presidente Luís Inácio da Silva refletem um preconceito, um pedantismo acadêmico que não se conforma em ver subir na vida um self made man cuja pobreza o impediu de adquirir educação escolar.

Anos atrás dei ao sr. Moreira o apelido de sr. Moleira, por me parecer que a formação do seu aparato craniano tinha sido ainda mais incompleta que a educação do sr. Lula. Seu palpite de agora sugere que ela tenha mesmo retrocedido um pouco.

Quem quer que conheça a história intelectual do nosso país sabe que é uma constante da sociedade brasileira o ódio à inteligência, misto de temor e despeito, e acompanhado, à guisa de compensação neurótica, pelo culto devoto aos títulos, cargos e honrarias exteriores que a substituem eficazmente em festividades acadêmicas e homenagens parlamentares.

A mentalidade geral, já antiga e tão bem retratada por Lima Barreto, segue a das vizinhas fofoqueiras do Major Quaresma, que, ao ver pela janela a biblioteca daquele infausto patriota, comentavam: "Para que tanto livro, se ele não é nem bacharel?"

Que, em contrapartida, faltem livros nas estantes dos bacharéis e doutores, onde abundam garrafas de uísque e fotos de viagens internacionais, é coisa que não ofende nem choca a alma nacional.

O estudante universitário brasileiro lê em média menos de dois livros por ano, e nem por isso deixa de receber seu diplominha e tornar-se, no devido tempo, chefe de departamento, reitor ou ministro.

Um amigo meu, nascido e criado no Morro da Rocinha, no Rio de Janeiro, confessava: "Sofri mais discriminação na favela, por ler livros, do que aqui na cidade por ser preto".

Todo mundo sabe que, neste país, para subir na carreira universitária não é preciso conhecimento nenhum, apenas ter as amizades certas e emitir, nos momentos decisivos, as opiniões políticas recomendáveis.

Pessoas ilustres como o dr. Emir Sader, o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, o ex-reitor da UnB, Christovam Buarque, assim como inumeráveis outras cujos pensamentos e obras exaltei em O Imbecil Coletivo, já deram provas sobejas de que uma sólida incultura e uma inépcia pertinaz são não somente úteis mas indispensáveis ao sucesso acadêmico, desde que acompanhadas de uma carteirinha do PT ou documento equivalente.

Se os títulos acadêmicos são tidos como valores absolutos em si mesmos, independentemente de quaisquer méritos intelectuais correspondentes, e se estes, por sua vez, nada valem se desacompanhados daqueles, a razão disso está nos profundos sentimentos democráticos do povo brasileiro.

A inteligência e o talento são dons inatos, que a natureza ou a Providência distribuem desigualmente aos seres humanos, criando entre eles uma diferenciação hierárquica que, do ponto de vista dos mal dotados, é uma humilhação permanente, uma ofensa intolerável e um mecanismo de exclusão verdadeiramente fascista.

Os títulos acadêmicos foram inventados para aplanar essa diferença, dando aos incapazes e medíocres uma oportunidade de se sentir, ao menos em público e oficialmente, igualados aos maiores gênios criadores das artes, das letras, das ciências e da filosofia, se não mesmo aos santos da Igreja, aos anjos do céu e até à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, como é precisamente o caso do sr. Lula.

Ao contrário do que diz o sr. Moleira, o que faltou a este último não foi a educação formal, foi justamente a educação informal, aquela que um trabalhador impedido de frequentar escola adquire em casa, em ônibus, em trens ou no metrô, lendo livros.

O sr. Lula já expressou mais de uma vez sua invencível ojeriza a essa atividade dolorosa, na qual tantos escritores brasileiros, pobres como ele ou ainda mais pobres, adquiriram a única formação que tiveram.

A diferença entre eles e o sr. Lula reside precisamente aí: eles conquistaram seus méritos intelectuais por seu próprio esforço solitário, sem a ajuda de professores, do Estado ou de qualquer entidade que fosse, ao passo que o sr. Lula preferiu subir na vida sem precisar de méritos intelectuais ou morais nenhuns, contando apenas com a ajuda de algumas dezenas de organizações bilionárias – empresas, bancos, sindicatos, partidos – e o dinheiro do Mensalão.

Isso não o torna nem um pouco diferente dos bacharéis e doutores, apenas mostra que ele levou à perfeição o sonho de todos eles: ostentar um punhado de títulos universitários sem precisar, para isso, ter estudado ou aprendido absolutamente nada exceto a arte sublime do alpinismo social.


Quando cidadãos de nível universitário reclamam das glórias acadêmicas lulianas, não o fazem, como o imagina o sr. Moleira, por elitismo intelectual genuíno, que ao menos supõe algum amor ao conhecimento.

Fazem-no por pura inveja do concorrente desleal que conquistou mais títulos sabendo ainda menos.

Quem fala pela boca deles não é a inteligência humilhada pelo sucesso da ignorância: é o corporativismo do establishment acadêmico, que gostaria de reservar para si o monopólio da produção de analfabetos diplomados, sem dividi-lo com a mídia e os partidos políticos.

O sr. Moleira imagina que se opõe a essas criaturas, mas na verdade expressa melhor que ninguém o sentimento delas todas, ao proclamar que os títulos acadêmicos de Lula devem ser motivo de orgulho nacional.

Que maior motivo de orgulho existe, numa alma de brasileiro, senão o título enquanto tal, o título em si, o título sem nada dentro?


Publicado no Diário do Comércio.

27 Dezembro 2011
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Fonte: Resistência Democrática no Resistência Democrática em 12/31/2011 12:53:00 AM  

Dois anos após escândalo no DF, ninguém foi denunciado

O Brasil estaria melhor se houvessem homens de bem,
 com a mesma ousadia dos canalhas.      
 ( Nelson Rodrigues )     

VERGONHA !!!! 
 Brasil, país da IMPUNIDADE !!!
País dos ladrões, das INJUSTIÇAS SOCIAIS, do POPULISMO BARATO,  do povo PASSIVO, ACOMODADO,INERTE e CONIVENTE com políticos CORRUPTOS e BANDIDOS !!!
Paulo Bittencourt
Ouvidoria da Barra
O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo.

Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade.
É sobre esse pressuposto que se constrói a democracia

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/dois-anos-apos-escandalo-no-df-ninguem-foi-denunciado-3541334#ixzz1i6jCbG7q
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BRASÍLIA - Na história recente da República, poucas investigações conseguiram reunir tantas provas materiais e testemunhais como a Operação Caixa de Pandora, que derrubou o esquema de corrupção no governo do Distrito Federal. Porém, dois anos após a ação policial e a revelação de vídeos e áudios em que até o então governador José Roberto Arruda (sem partido) foi pego recebendo dinheiro, a Procuradoria Geral da República (PGR) ainda não denunciou os investigados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Demora que causa perplexidade até mesmo entre integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Em agosto, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que a denúncia sairia "sem falta" em 2011, logo após a sabatina que o reconduziu ao cargo por mais dois anos. Agora, porém, ele sustenta que precisa de mais tempo para construir uma denúncia robusta, que abrevie o processo judicial. A promessa é representar os acusados até o fim do primeiro semestre de 2012.
— Embora seja frustrante a demora, seria ainda mais frustrante a precipitação de oferecer uma denúncia que acabasse por não estar à altura da gravidade daquela situação — afirmou Gurgel.
A mesma Procuradoria, em 2006, levou dez meses para denunciar o esquema do mensalão, revelado em junho de 2005. O esquema montado pelo PT para estruturar uma rede de apoio com partidos aliados transformou 38 políticos, doleiros e empresários em réus no Supremo Tribunal Federal (STF).
Para MP, faltaram documentos
Sob responsabilidade da subprocuradora-geral da República, Raquel Dodge, a investigação do mensalão do DEM foi prejudicada, de acordo com o Ministério Público, pela falta de "vários documentos" no relatório entregue pela Polícia Federal. Documentos sem os quais seria "impossível o oferecimento da denúncia por causa da técnica própria da ação penal, que obriga o membro do Ministério Público Federal a apresentar as provas dos fatos que afirma", de acordo com a Procuradoria.
Entretanto, o conselheiro Luis Moreira, do CNMP, relator do processo que recomendou a demissão do ex-procurador Geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bandarra, suspeito de envolvimento do esquema, demonstrou perplexidade com o atraso.
— Se havia elementos para prender e pedir a intervenção federal no Distrito Federal, uma simples denúncia deveria bastar. Ou não havia elementos para pedir a intervenção federal. Pode ser que não tenha nada. Pode ter sido só uma ação midiática — afirmou Moreira.
Ao longo de 2011, a Procuradoria da República recebeu novos documentos e até novas gravações, ainda inéditas para o público. Seriam vídeos e áudios integrais com bem mais que os fragmentos que mostraram ao Brasil deputados distritais, secretários de governo e empresários, guardando maços de dinheiro em bolsas, sacolas e meias. As gravações são de autoria do ex-secretário de Arruda, Durval Barbosa, beneficiado com a delação premiada. A tarefa do MPF é provar que o dinheiro era público e fora desviado de contratos com prestadores de serviços do governo do Distrito Federal (GDF).
Durval Barbosa continua morando em Brasília, e colaborando ativamente com as investigações. Nos últimos meses, por diversas vezes, o delator esteve com os investigadores. Mas repassa informações que demandam comprovações, por meio de documentos em posse do GDF. Segundo o Ministério Público, recuperar essa documentação foi um trabalho "árduo" e "longo". A perícia de parte dos contratos e confissões de dívidas ocorre neste momento.
"Ela (procuradora) passou a requisitar toda essa documentação para atestar que as pessoas envolvidas nesse esquema criminoso tinham um vínculo com o governo do DF, a natureza desse vínculo, a extensão desses contratos. Se era com um órgão apenas ou mais de um, qual o montante desse material para exatamente verificar como era o funcionamento desse esquema de cobrança e pagamento de propinas", explicou a PGR, por meio da assessoria.
O advogado de José Roberto Arruda, Nélio Machado, provoca o MPF e diz que a demora para a apresentar a denúncia é um claro indício de que não há provas que sustentem as acusações contra o ex-governador.
— A demora é sintomática no sentido da dificuldade de se viabilizar essa ação penal. Implicitamente, há quase que uma confissão de que a prisão do ex-governador foi uma medida precipitada, açodada — disse Machado, referindo-se a prisão de Arruda, em fevereiro de 2010, sob a acusação de tentativa de suborno de seus acusadores.
Enquanto isso, coube ao Núcleo de Combate às Organizações Criminosas, do Ministério Público do Distrito Federal, e à Procuradoria Regional da República (PRR) imporem reveses aos acusados. O MPDF já entrou com mais de 30 ações penais e cíveis no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, enquanto o procurador Regional da República, Ronaldo Albo, se encarregou de denunciar à Justiça Federal os promotores Bandarra e Deborah Guerner, ambos suspeitos de receberem recursos do esquema criminoso.
Apesar das acusações e da recomendação do CNMP pela demissão do dois promotores, o MPF ainda não apresentou à Justiça a ação de perda de cargo, que ficou sob responsabilidade da procuradora Eliana Pires Rocha, que entrou em férias em 19 de novembro. Portanto, Bandarra e Guerner poderão retomar suas atividades, com proventos integrais, a partir de 2012. Bandarra está suspenso até 24 de fevereiro e Guerner está de licença médica até 7 de janeiro.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/dois-anos-apos-escandalo-no-df-ninguem-foi-denunciado-3541334#ixzz1i6iyIf6J
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Impostômetro atinge R$ 1,5 trilhão e bate recorde

29 de dezembro de 2011 • 18h15 • atualizado 20h11


O impostômetro alcançou a marca de R$ 1,5 trilhão arrecadados no Brasil em 2011
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra


O painel que mede o volume de impostos pagos pelos contribuintes brasileiros - o impostômetro - da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançou no final da tarde desta quinta-feira a marca de R$ 1,5 trilhão arrecadados no Brasil em 2011. O montante arrecadado neste ano foi o maior já registrado pela ACSP desde o início do impostômetro, em 2005.


As marcas do impostômetro foram atingidas cada vez mais cedo este ano em relação aos anos anteriores. O impostômetro encontra-se afixado na sede da ACSP, no centro da capital paulista e mede a quantidade de impostos que o brasileiro paga por ano em tributos municipais, estaduais e federais.
http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201112292015_TRR_80663026&mid=56700
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Bereta

Conheça a história do guerrilheiro terrorista Fernando Pimentel - atual Ministro do Desenvolvimento...

LEIA E REFLITA. ACORDA BRASIL. 

ABS.PAULO

Conheça a história do guerrilheiro terrorista Fernando Pimentel - atual Ministro do Desenvolvimento... 
Conheça um pouco da história do Guerrilheiro Terrorista
Fernando da Matta Pimentel - Atual Min. Desenvolvimento - 2011)
Coleguinha de atividades de terrorismo da tia DILMA
A Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), do Rio Grande do Sul, desejava realizar uma ação que lhedestacasse junto à esquerda armada e lhe desse prestígio perante seu Comando Nacional (CN).
Era necessário, para isso, uma ação de impacto nacional e internacional.
A experiência com o embaixador americano servia como exemplo.
Esperavam que um cônsul fosse um alvo mais fácil que um embaixador e deduziram que a ação seria menos arriscada.
O alvo escolhido foi o cônsul dos Estados Unidos em Porto Alegre, Curtis Carly Cutter.
Imediatamente, em fevereiro de 1970, iniciaram cuidadosos levantamentos.
Atuariam “em frente” com Gregório Mendonça (Fumaça), do Movimento Revolucionário 26 de Março - MR-26.
Não poderia haver erros.
Texto completo
Logo, descobriram tudo sobre o cônsul: onde morava, seus horários de entrada e saída de casa e do trabalho, locais aonde ia com mais freqüência e, principalmente, que usava, durante a semana, em seus deslocamentos um carro de cobertura, com dois agentes lhe dando segurança.
Portanto, era preciso planejar a ação para um final de semana, quando, tranqüilamente, circulava sem cobertura.
O bem-sucedido seqüestro do cônsul do Japão reforçava a certeza do sucesso da ação.
Confiantes, em março, Carlos Roberto Serrasol (Breno) recebeu a incumbência de alugar a casa localizada na Avenida Alegrete, 636, bairro Petrópolis, para ser o cativeiro do cônsul. Foi solicitado ao Comando Nacional (CN), já que nesse tipo de ação o tempo é precioso, a redação antecipada do comunicado a ser enviado às autoridades, após o seqüestro.
Juarez Guimarães de Brito - COLINA, VAR Palmares e finalmente da VPR-, do Comando Nacional, no Rio de Janeiro, atendeu prontamente, incumbindo Celso Lungaretti (Lourenço), do Setor de Inteligência da VPR, de redigir o documento.
No comunicado, transcrito no final, como exigência para libertar o cônsul vivo, as autoridades deveriam libertar 50 presos, que seguiriam para a Argélia.
O comunicado também previa que a não aceitação das exigências levaria os seqüestradores à execução de Curtis Carly Cutter. O documento era assinado pelo Comando Carlos Marighella.
A ação foi marcada para 21 de março, um sábado.
Assim foi feito.
Já com um carro, roubado só para o seqüestro, partiram para a ação.
Tudo, no entanto, fracassou, por erro no tão minucioso planejamento.
A ação foi remarcada para duas semanas depois.
Afinal, era preciso rever todos os detalhes.
No dia 4 de abril de 1970, partiram outra vez para o seqüestro do cônsul.
No comando da ação, Félix Rosa Neto e, como motorista, Irgeu João Menegon.
No mesmo carro iam Fernando da Matta Pimentel (Jorge) e Gregório Mendonça (Fumaça).
No carro de cobertura estavam Antônio Carlos Araújo Chagas (Augusto), Luiz Carlos Dametto e, como motorista, Reinholdo Amadeo Klement.
Todos com revólveres, além de duas metralhadoras INA e granadas.Pela manhã, quando o cônsul saiu de sua residência, partiram para o ataque.
O diplomata, seguido pelos sete terroristas, foi salvo pelo excesso de tráfego que impediu o emparelhamento com o seu veículo.
Decepcionados, mas persistentes, esperaram nova saída do alvo da sua residência, o que aconteceu às 16 horas. Curtis dirigiu-se à Vila Hípica,
em sua caminhonete Plymonth, e, novamente, foi seguido pelos dois carros.
A sorte parecia estar ao lado dos seqüestradores. O cônsul errou o caminho, entrou numa rua sem saída e teve de retornar. Armas a postos,
Irgeu emparelhou o Volks com a possante Plymonth e Reinholdo fez o mesmo, pelo outro lado, com o carro de cobertura. O cônsul, pensando
que os rapazes faziam um “pega”, acelerou sua Plymonth e os deixou, atônitos, para trás.
Não podiam desistir, ainda mais depois de terem comunicado ao CN e Juarez de Brito ter se empenhado na redação do comunicado. Era necessário insistir.
A ação era importante. Portanto, à noite, estavam novamente a postos. Agora era vida ou morte.
A sorte estava com eles. Por volta das 20 horas, o alvo saiu com sua esposapara visitar amigos. Ficou na casa até as 22h30 e saiu acompanhado, além da esposa, por um amigo.
Os seqüestradores estavam à espreita. Começaram a seguir o cônsul.
O horário era o ideal; pouca gente na rua, pouco tráfego. Porque não pensaram logo em fazer a ação à noite?
Logo depois da Rua Ramiro Barcelos, Curtis, que ia em baixa velocidade, foi ultrapassado pelo Fusca de Irgeu, que imediatamente, o fechou ocorrendo uma pequena batida. Félix, Fernando e Gregório desceram cercando a caminhonete.
O cônsul, forte e decidido, vendo as armas, não pensou duas vezes: acelerou sua possante Plymonth, atropelando o pequeno Volks e, de quebra, Fernando Pimentel .
Félix, por trás, atirou com sua pistola .45, quebrando os vidros e ferindo Curtis que, em ziquezague, seguiu à toda velocidade, conseguindo escapar.
Três dos azarados ou incompetentes seqüestradores foram presos uma semana depois pela equipe do DOPS/RS, chefiada pelo delegado Pedro Carlos Seelig. Os outros, sem muita demora.
A seguir transcrevo parte do comunicado que o Comando Nacional da VPR havia preparado, certo de que a ação seria um sucesso.
“O cônsul norte-americano em Porto Alegre (Curtis Cutter) foi seqüestrado às... horas do dia... de ... pelo Comando “Carlos Marighella” da Vanguarda Popular Revolucionária.
Esse indivíduo, ao ser interrogado, confessou suas ligações com a “CIA”, Agência Central de Inteligência, órgão de espionagem internacional dos Estados Unidos, e revelou vários dados sobre a atuação da “CIA” no território nacional e sobre as relações dessa agência com os órgãos de repressão da ditadura militar. Ficamos sabendo, entre outras coisas, que a “CIA” e o CENIMAR sofrem a concorrência do SNI, sendo que essa rivalidade é tão acentuada que em certa data um agente da “CIA” foi assassinado na Guanabara por elementos do SNI.
Esse informe foi cuidadosamente abafado pela ditadura, mas o depoimento do Agente Cutter, nosso atual prisioneiro, permitiu que o trouxéssemos a público.”
Se o cônsul Curtis Carly Cutter tivesse sido seqüestrado, esse comunicado seria difundido pela imprensa e muitos acreditariam. Assim se forjam as mentiras, reescreve-se a história e faz-se a cabeça dos brasileiros.
Mentira.
Eis a grande arma dessa gente para impor a sua versão desonesta dos fatos e da história.
Essa é a motivação maior que me leva a escrever.
Desmentir a fraude dessa gente e demonstrar a sua impostura, resgatando a verdade com fatos irretorquíveis.
Fonte: Projeto Orvil.
Leia mais sobre Fernando da Matta Pimentel
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Enviado por Rivadávia Rosa

PRESTAÇÃO DE CONTA.

 Doc. nº 289-2012
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

 
Terminamos o ano. Vinte anos de luta. Duas décadas de idealismo.
Não nos afastamos de nossos objetivos, que são as Defesa da Unidade e Soberania Nacionais, defendidas por FORÇAS ARMADAS fortes e unidas.
Assistimos ao País descer de ladeira abaixo, no campo da corrupção. Quase que vimos o desmoronar das Instituições.
Ficamos com medo, quando o PODER JUDICIÁRIO deixou de ser o sustentáculo da DEMOCRACIA E DA CONSTITUIÇÃO. A FRAGILIDADE DO PODER JUDICIÁRIO é a maior ameaça a nossa DEMOCRACIA, SALVA, EM 1964.


Honra ao GRUPO GUARARAPES, por continuar a não por ser de direita, centro ou esquerda e sim, ser BRASIL.


Honra ao GRUPO GUARARAPES  por combater a corrupção, a mentira, o roubo, a falsidade e apoiar as pessoas- de- bem.
Honra ao GRUPO GUARARAPES por não se envolver em lutas partidárias,  mesquinhas ou pessoais. O que nos honra é a VONTADE de que o BRASIL SEJA UM PAÍS SÉRIO, GOVERNADO POR CIDADÃOS SÉRIOS E NÃO LADRÕES DA COISA PÚBLICA.


Honra ao GRUPO GUARARAPES, no ano de 2011, por ter aumentado  o nº de seus admiradores e participantes. Já estamos enviando, por artigos, mais de 14.000  e-mails, dos quais,  apenas, 1% (um pouco mais ou pouco menos) não
achega ao destino. Foram mais de 270 e-mails produzidos durante o ano  e enviados mais de três mihões.


Honra ao GRUPO GUARARAPES por  lutar pelas queridas FORÇAS ARMADAS tão vilipendiadas, humilhadas e dentro das dificuldades do momento, ainda se apresentarem como a mais confiável das Instituições Nacionais. Elas são
reflexos do comportamento de seus componentes, onde ressaltamos a posição das lideranças de nossos chefes.
Honra ao GRUPO GUARARAPES ter amigos na Inglaterra, Rússia, Coreia do Sul, USA e em todos os estados do Brasil.


O GRUPPO GUARARAPES É UMA FORÇA COMPOSTA DE SEUS PARTICIPANTES (2372), dos GRUPOS AMIGOS, DOS NOSSOS ADMIRADORES e daqueles que nos retransmitem com
amor, pois combatemos com toda energia o ÓDIO, A MENTIRA E A CORRUPÇÃO.


 HONRA AO GRUPO GUARARAPES POR AMAR ACIMA DE TUDO O BRASIL.
 OS HOMENS PASSAM, MAS A PÁTRIA É ETERNA.
 
FELICIDADES EM 2012! SERÁ O ANO DA VITÓRIA DA HONRADEZ NO SERVIÇO PÚBLICO.
OS LADRÕES SERÃO DERROTADOS!
 

General Torres de Melo
GRUPO  GUARARAPES

VEJAM

NOTA DA AOAB SOBRE O CNJ

A nota  do Presidente da OAB Ophir Cavalcante só ratifica que a corregedora do CNJ Eliana Calmon não só agiu em restrita  conformidade com suas funções previstas em nossa Constituição, como ainda conferiu um  atestado de incompetência aos ministros do STF Cezar Peluso, Marco Aurélio de Mello e Ricardo Lewandowski, que publicamente a criticaram afirmando que ela não tinha respeitado  a nossa Carta Magna.
Abraços
Rieder

NOTA DA OAB

A diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, diante da polêmica envolvendo associações de magistrados e a Corregedora do Conselho Nacional de Justiça, vem se manifestar nos termos seguintes:
  1. O Conselho Nacional de Justiça é uma instituição republicana, instituída pela Constituição Federal, cuja existência tem contribuído para o aperfeiçoamento do Judiciário brasileiro.
  2. A Constituição Federal, ao instituir o CNJ, atribuiu ao órgão competência plena para o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes (parágrafo 4o, art. 103-B) sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais (inciso III, parágrado 4º., art. 103). Portanto, o CNJ não é mera instância recursal às decisões das corregedorias regionais de Justiça sendo clara a sua competência concorrente com a dos Tribunais para apuração de infrações disciplinares.
  3. A polêmica envolvendo setores da magistratura e a corregedoria do CNJ não pode servir para desviar o foco da questão central, que é a necessidade de prevalência das competências constitucionais do CNJ, as quais tem sido determinantes para conferir maior transparência ao Poder Judiciário.
  4. A República é o regime das responsabilidades. Os excessos e desvios praticados deverão ser apurados respeitando o devido processo legal. Nenhuma autoridade está imune à verificação da correção de seus atos, dai porque é fundamental que para além de preservar a competência concorrente do CNJ para apurar desvios éticos, em respeito ao cidadão brasileiro, sejam apurados todos e quaisquer recebimentos de valores por parte de Magistrados, explicando-se à sociedade de onde provêm e a razão por que foram pagos.
  5. A OAB Nacional espera e confia que os setores envolvidos nesta polêmica afastem as paixões corporativas, limitem o debate às questões institucionais e se unam no sentido de fortalecer a Justiça Brasileira, sendo o CNJ essencial para a construção de uma magistratura respeitada, ética e independente como pilar de um Estado de Direito digno deste nome.

Ophir Cavalcante
Presidente Nacional da OAB 

CNJ: futuro nas mãos de Cármen Lúcia e Rosa Weber

Justiça


Em 2012, Supremo deve delimitar competências do conselho; posição da maioria dos ministros já é conhecida, mas voto das duas juízas é incógnita
Carlos Graieb
O plenário do Supremo: ministros vão delimitar atribuições do CNJ
O plenário do Supremo: ministros vão delimitar atribuições do CNJ (Fernando Bizerra Jr./EFE)


Motivo de muita discórdia na magistratura desde que o órgão passou a operar, em 2005, as competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) serão por fim delimitadas pelo plenário do Supremo Tribunal Federal no começo de 2012. Em 19 de dezembro, na véspera do recesso forense, o ministro Marco Aurélio Mello suspendeu liminarmente vários poderes do conselho, entre eles o de abrir investigações contra juízes. É o mérito dessa ação que será julgado – ao que tudo indica, em fevereiro.


Marco Aurélio explicitou sua opinião na liminar. Mas, ao longo dos anos, quase todos os ministros do STF já deram indicações claras do que pensam sobre o assunto. O site de VEJA consultou decisões individuais proferidas pelos ministros em ações relacionadas ao CNJ e conversou com alguns deles para entender o rumo que os debates devem tomar. Hoje, cinco juízes tendem a restringir a atuação do CNJ e quatro votariam por lhe dar poderes amplos. Os votos de Carmen Lúcia e da recém-empossada Rosa Weber serão fundamentais para decidir a questão.


Há dois grupos bem delineados no tribunal. São em princípio favoráveis à manutenção dos atuais poderes disciplinares do CNJ Carlos Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes e José Antonio Dias Toffoli. No lado contrário situam-se Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Celso de Mello.


Luiz Fux é descrito por integrantes de ambos os grupos como alguém à procura de um meio termo. Ele tem trabalhado com a ideia de que as corregedorias estaduais devem ter um prazo para investigar juízes suspeitos de irregularidades. Só depois de vencido esse prazo o CNJ poderia atuar. Na prática, isso equivale a retirar do órgão a prerrogativa de iniciar uma inquirição – e por isso Fux está mais próximo do grupo que entende ser necessário limitar as atribuições do conselho.


Para os próprios ministros, os votos de Carmen Lúcia e Rosa Weber permanecem uma incógnita. Por ser a mais nova integrante da corte, a ministra Rosa Weber é a primeira a votar – e não será surpresa se pedir vista do processo.
Geraldo Magela/Agência Senado
A novata Rosa Weber: primeira a votar, não será surpresa se pedir vista
A novata Rosa Weber: primeira a votar, não será surpresa se pedir vista
Competência - Os debates no STF deverão girar em torno da seguinte questão: o CNJ tem competência “subsidiária” ou “concorrente”? A primeira hipótese significa que só cabe ao CNJ atuar quando uma das mais de sessenta corregedorias dos tribunais brasileiros não se mostrar capaz de resolver uma questão disciplinar. A segunda hipótese quer dizer que investiga ou pune quem vier primeiro – seja o conselho, sejam as corregedorias. Mas a escolha que os ministros vão fazer entre os dois tipos de competência não é apenas técnica.


"Toda concentração de poder é perniciosa", disse Marco Aurélio Mello ao site de VEJA. "Se ganhar contornos de um super-órgão, o CNJ não vai apenas atropelar a autonomia político-administrativa dos tribunais, mas se verá tentado a fazer as vezes do Congresso Nacional.” Em sua decisão do dia 19, o ministro proibiu o conselho de ditar regras disciplinares para os tribunais brasileiros, afirmando que a Constituição não o autoriza a transformar os tribunais "em meros órgãos autômatos".


Marco Aurélio também abordou, em mais de um ponto, o perigo de o CNJ alterar regras previstas na Lei Orgânica da Magistratura e, com isso, "se substituir ao legislador". Em seu despacho, o ministro citou longamente uma decisão anterior do colega Celso de Mello, que defende que o CNJ só pode agir de maneira subsidiária.


Entre aqueles que desejam livrar o CNJ de maiores restrições, Dias Toffoli explicitou sua posição em um mandado de segurança com palavras duras. Segundo ele, o órgão é necessário para subtrair das "elites judiciais locais" a capacidade de se autocontrolar. Na mesma linha de crítica ao corporativismo, um ministro que pediu para não ter seu nome citado diz que é preciso substituir no Judiciário a "cultura dos bastidores" pela "cultura da transparência".


Esse mesmo ministro desenvolve a tese de que a autonomia dos tribunais estaduais deve ser pensada em relação aos outros poderes, o Legislativo e o Executivo, mas não em relação a uma instituição do próprio Judiciário. "O poder Judiciário é uno. Não se pode falar em quebra de autonomia no controle do CNJ sobre tribunais", diz ele.


Sigilo - "O julgamento sobre o poder disciplinar do CNJ será um divisor de águas na história recente do Judiciário", diz Carlos Ayres Britto. Mas outra ação que envolve o conselho será apreciada pelo STF nos primeiros meses de 2012 – e seu desfecho certamente é aguardado com ansiedade pela corregedora Eliana Calmon.


No mesmo dia em que Marco Aurelio Mello limitou os poderes do CNJ, Ricardo Lewandowski, em outra liminar, suspendeu uma inspeção do órgão sobre a movimentação financeira de quase 217 000 servidores da Justiça ligados a 22 tribunais estaduais. O CNJ requisitou e obteve dados bancários e fiscais do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).


Por isso, o mandado de segurança acusa o órgão de promover uma devassa na vída íntima de magistrados e servidores, "como se todos fossem suspeitos da prática de conduta criminosa", e ainda de invadir a competência da Polícia Federal e do Ministério Público.


Seguiu-se uma grande celeuma. A hipótese de que o CNJ tenha tido acesso a informações do próprio Lewandowski e ainda de Cezar Peluso – uma vez que os dois são egressos do Tribunal de Justiça de São Paulo – fez com que o presidente do STF reagisse de forma acerba. Em nota à imprensa, Peluso afirmou que uma investigação da Corregedoria Nacional de Justiça dirigida a ministros do Supremo constituiria um "flagrante abuso de poder passível de punição na forma da lei".


O tiroteio não parou aí. Na quinta-feira, as três principais associações de juízes do país pediram que a conduta da corregedora Eliana Calmon fosse, ela mesma, objeto de averiguação. Acossada, Eliana retornou às pressas a Brasília e concedeu uma entrevista na qual se disse vítima de "linchamento moral".
José Cruz/ABr
Eliana Calmon: discussão sobre poder para quebrar sigilo de juízes em pauta
Eliana Calmon: acesso a dados financeiros de mais de 200 000 servidores do Judiciário a pôs sob tiroteio
Discussão - O sigilo bancário e fiscal deverá ficar no centro da discussão no STF. Mais exatamente, a possibilidade de a Receita ou ao Banco Central compartilharem informações com outros órgão públicos, como o CNJ. Numa decisão recente, de dezembro de 2010, o plenário do Supremo disse não a essa possibilidade.


Marco Aurélio, relator dessa ação, resume o entendimento da maioria da seguinte forma: "O sigilo é um direito fundamental que a Constituição protege. Essa é a regra. Para que se abra uma exceção, é preciso pedir a intervenção do Judiciário, que vai averiguar se existem motivos para isso." É uma linha de raciocínio que protege mais o cidadão contra o olho do estado.


Mais uma vez, há dissidentes. Votaram no sentido inverso os ministros Dias Toffoli, Ayres Britto e Cármen Lúcia. Todos pensam que as instituições públicas devem ter a possibilidade de "conversar" e trocar informações, desde que se leve em conta que o dever de manter o sigilo se transfere de uma para outra juntamente com os dados.


Em outras palavras, o que não se pode aceitar é o vazamento das informações para fora da administração pública. Por essa linha de raciocínio – que dificilmente prevalecerá – a corregedoria do CNJ não cometeu nenhuma ilegalidade ao requisitar os dados dos magistrados e servidores. Mas mesmo os juízes que adotam esse ponto de vista podem não apoiar a corregedoria caso não fique evidente que seu pedido se baseou em denúncias ou indícios concretos de irregularidade – nessa hipótese, ficaria mesmo configurada uma espécie de devassa.


Não é nada improvável, portanto, um cenário em que o CNJ terá o seu poder de investigar fortemente restringido a partir de 2012. Resta saber se, além disso, os atuais integrantes do Conselho, e principalmente da corregedoria, terão de ler nas entrelinhas de cada decisão do STF uma amarga censura à maneira como, nos últimos tempos, desempenharam seu trabalho.
VEJA - 29/12/2011